quinta-feira, 4 de junho de 2026

Uma vitória impressionante .



Uma dos triunfos mais impressionantes da carreira de Ayrton Senna foi obtidos  no dia 7 de maio de 1989. O palco foi Monte Carlo, e o brasileiro venceu com quase um minuto de vantagem sobre Alain Prost. Não bastasse superar um gênio das pistas com o mesmo carro, Ayrton venceu após as ferrenhas críticas do francês após o GP de San Marino, quando Prost o acusou de quebrar um acordo de "não-agressão" na primeira volta da corrida 

Fato é que Prost, após ter falado que iria resolver internamente os problemas com Senna, deu uma contundente entrevista ao jornal "L'Equipe" no qual fez duras críticas ao brasileiro por não cumprir o trato. Alain disse ainda que o companheiro de equipe havia chorado quando confrontado em discussão sobre o caso. Segundo Ron Dennis, na tensa reunião feita durante um teste em Pembrey, no País de Gales, ambos foram aos prantos em determinada ocasião . Ambos foram aos prantos mesmo? 

Pois bem, não bastasse o clima instável na McLaren, Ayrton ainda precisava dar uma resposta após perder a vitória em Mônaco, em 1988, batendo sozinho  , quando tinha 50 segundos de vantagem sobre Prost. Digamos que Ayrton teve um fim de semana absolutamente genial e teve uma performance  digna de aplausos 

Nos treinos classificatórios, Senna conseguiu o excelente tempo de 1m22s308, superando Prost com larga vantagem: 1s148. A McLaren sobrava no Principado, e o terceiro colocado Thierry Boutsen ficou a distantes 2s024 de Ayrton, com o surpreendente Martin Brundle levando sua Brabham-Judd ao quarto lugar no grid

Na largada, Prost partiu bem  mas Senna teve vantagem nas trocas de marcha seguintes antes da curva St.Devote.Os dois pilotos  da McLaren abriram larga vantagem sobre os adversários, com Prost inicialmente dando caça a Senna. No entanto, a partir da décima volta, o que era uma diferença em torno de um segundo, começou a crescer,

Quatro fatores fizeram Senna disparar: o primeiro foi o ritmo do brasileiro entre as voltas 10 e 20; o segundo foi a absurda inteligência  com a qual Ayrton se livrou dos retardatários; o terceiro foi um incidente entre Nelson Piquet e Andrea de Cesaris na curva Loews, o que causou um engarrafamento e fez Prost perder 20 segundos numa só volta (aliás, Piquet e De Cesaris trocaram farpas  dentro de seus carros); e o quarto foi o tempo perdido por Alain para dar uma volta no desafeto René Arnoux, que foi criticado com palavrões por James Hunt na transmissão da TV inglesa BBC.

Com metade da corrida, Senna já levava uma tranquila vantagem de 35 segundos sobre Prost. Na sequência, Ayrton seguia veloz e inteligente  , aumentando  vantagem para 50 segundos Com o passar das voltas, a no entanto, Ayrton começou a ter problemas de câmbio em suas  marchas mais baixas até perdê-las definitivamente.

Ayrton fez uma opção arriscada mas inteligente ,em vez de reduzir o ritmo para poupar o carro e garantir a vitória, o brasileiro, mesmo com duas marchas a menos, acelerou ainda mais para não dar a impressão a Prost estava com problemas . De forma genial ,Ayrton fez  as curvas mais lentas do traçado em terceira marcha. Com isso, sem saber que o companheiro tinha problemas, Prost não se animou e Ayrton mantinha sua constância .

A vantagem de Senna continuou aumentando, aumentando, até passar de um minuto na volta 71 de 78. O fantasma do abandono em 1988, quando Senna bateu na volta 67 , foi espantado, e Ayrton finalmente controlou a diferença nas voltas finais para cruzar a linha de chegada com 52s529 de vantagem sobre Prost.

A superioridade da McLaren foi enorme,  haja vista  que o terceiro colocado Stefano Modena ,chegou uma volta atrás do vencedor  .O italiano conseguia o primeiro pódio da carreira e o último da equipe Brabham na Fórmula 1. Isso depois de o companheiro Martin Brundle ter tudo que parar nos boxes para trocar a bateria 


No pódio, era visível o constrangimento entre os dois pilotos da McLaren, que não sorriam  Na hora do champanhe, porém, Senna mirou na cara de Prost e deu-lhe um jato de champanhe bem nos olhos. Ayrton Senna retirou as pressas  para não repetir 1987, quando deu um banho na família real de Mônaco.

Depois da corrida, os dois pilotos da McLaren ficaram sob ameaça de desclassificação por supostas irregularidades na altura das asas em relação ao solo. No entanto, outros carros também estavam fora do regulamento e nada foi feito 

- Quando perdi as marchas, fiquei muito tenso e também precisei contrair muito a perna direita para ter melhor controle do freio. Não podia frear forte demais para não travar os pneus, mas também não podia frear fraco demais para não conter o carro em terceira macha. Queria muito vencer depois do que aconteceu no ano passado e quanto a isso me refiz totalmente. Quanto aos problemas na equipe, é realmente difícil manter um bom relacionamento nesse nível de competição, e muitas vezes dá confusão. Falou-se demais sobre isso e falou-se muita bobagem - disse Senna.

Senna e Prost passaram a dividir a liderança do Mundial de pilotos com 18 pontos, sendo um abandono e duas vitórias para o brasileiro e três segundos lugares para o francês. Ayrton ainda venceria a terceira prova seguida no México, mas teve abandonos  que fizeram Prost virar o jogo. Aquele Mundial de pilotos  1989 ainda teria muitas polêmicas a frente .                       O fascínio global dos fãs pela Fórmula 1 é impulsionado por uma mistura única de alta tecnologia, perigo controlado, rivalidades intensas e entretenimento de massa. O esporte transcendeu o nicho automobilístico para se tornar um fenômeno da cultura pop mundial.Auge da Engenharia: Carros que são os laboratórios sobre rodas mais rápidos do mundo.Velocidade Extrema: Forças G brutais e reflexos humanos levados ao limite absoluto.Narrativas de Bastidores: Intrigas políticas, contratos secretos e rivalidades entre equipes.Efeito "Drive to Survive": Série da Netflix que humanizou os pilotos e atraiu o público jovem.Estilo de Vida: O glamour de Mônaco, Las Vegas e Miami misturado ao esporte de elite.Acesso Digital: Conteúdo constante nas redes sociais aproximando fãs da rotina dos pilotos. Equilíbrio de Gênero: Crescimento massivo do público feminino nos últimos anos.Fórmula 1 como Novela: Foco nas personalidades dos atletas, não apenas nos carros.Engajamento Jovem: Domínio de discussões diárias em plataformas como TikTok e X. O impacto econômico dos novos circuitos urbanos (como Las Vegas e Madrid).Como as mudanças de regulamento técnico afetam a competitividade atual.As maiores rivalidades históricas que moldaram a categoria até hoje .O fascínio dos fãs pelo conhecimento técnico da Fórmula 1 desde 1950 reside na combinação única de engenharia extrema, segredos industriais e a busca incessante por frações de segundo. Diferente de outros esportes onde o foco é puramente humano, a F1 transformou o público em entusiastas da aerodinâmica, da mecânica e da telemetria, tornando o carro tão protagonista quanto o piloto. A evolução desse interesse técnico ao longo das décadas reflete a própria transformação da categoria: A Linha do Tempo do Interesse TécnicoAnos 1950-1960: A era mecânica. O foco dos fãs era a engenharia mecânica pura. Discutia-se a transição dos motores dianteiros para os motores traseiros (revolução da Cooper) e a engenharia de garreiros como Colin Chapman.Anos 1970-1980: Aerodinâmica e Turbo. A introdução do "efeito solo" e das asas móveis rudimentares mudou o entendimento do público. Na década de 1980, a "Era Turbo" trouxe o fascínio por cavalaria extrema e pressões de sobrealimentação.Anos 1990: Eletrônica embarcada. A suspensão ativa, o controle de tração e o câmbio semiautomático da Williams de 1992 e 1993 mudaram o foco para os computadores e sistemas integrados.Anos 2000-2010: Telemetria e Era Híbrida. Os dados de telemetria começaram a ser abertos nas transmissões. Em 2014, as Unidades de Potência híbridas (motores V6 turbo + sistemas de recuperação MGU-K e MGU-H) forçaram os fãs a entenderem sobre eficiência térmica e gerenciamento de energia.Anos 2020: Análise de dados e simulações. Com o teto orçamentário e restrições de CFD (Dinâmica de Fluidos Computacional), o público agora debate o desenvolvimento através de atualizações visuais microscópicas em sidepods e assoalhos. Pilares do Fascínio TécnicoO Carro como Protagonista: O torcedor de F1 sabe que o melhor piloto no pior carro raramente vence. Isso gera um desejo profundo de entender por que o carro dominante é mais rápido.Guerra de Bastidores e Espionagem: Casos históricos de cópias de projetos, "comparações de assoalhos" por fotos de fotógrafos de pista e interpretações criativas do regulamento inflamam debates técnicos nas comunidades.Acesso à Informação: Gráficos de TV em tempo real mostrando frenagem, aceleração, uso de DRS e desgaste de pneus transformaram o espectador comum em um "engenheiro de poltrona".Se você quiser, posso detalhar um aspecto específico dessa evolução:Você prefere analisar a revolução do efeito solo nos anos 1970 e seu retorno recente?Quer entender o impacto da telemetria moderna nas transmissões atuais?Ou gostaria de explorar as polêmicas técnicas históricas mais famosas de interpretação de regulamento?A Fórmula 1 mudou o jogo! Deixou de focar apenas no "técnico" para contar histórias reais no Drive to Survive. Resultado? O público feminino saltou de 7% para 37% em Interlagos e a idade média caiu! Reposicionamento é tudNas pistas, cada detalhe imp asO automobilismo sempre foi um ambiente de experimentação, onde equipes buscam constantemente novas soluções para melhorar desempenho, eficiência e controle dos veículos. Esse ritmo acelerado de testes e evolução transforma as corridas em um verdadeiro laboratório de inovação. Muitas tecnologias que hoje fazem parte da mobilidade começaram exatamente ali: sendo desenvolvidas, ajustadas e aprimoradas em competições. No fim, quando a inovação nasce no esporte, ela acaba chegando também às ruasA Fórmula 1 parece mais lenta na TV por causa da técnica de filmagem. As transmissões usam lentes teleobjetivas, que comprimem a profundidade, e câmeras de acompanhamento que mantêm o carro centralizado no quadro. Isso reduz a variação de referência visual e, consequentemente, a percepção de velocidade. Além disso, planos abertos e a falta de objetos próximos no enquadramento diminuem a noção de escala. Em contraste, câmeras fixas e ângulos mais baixos aumentam a percepção de velocidade, pois o carro atravessa rapidamente o campo de visão com referências claras ao redor. Ao vivo, na pista, a leitura é diferente. A presença de pontos fixos próximos (muros, zebras, placas) e o tempo extremamente curto de passagem, muitas vezes em frações de segundo, evidenciam velocidades superiores a 300 km/h de forma mais fiel. Por isso, imagens onboard e circuitos de rua costumam transmitir melhor a real velocidade do que tomadas aéreas ou abertas. Nesses casos, a proximidade com barreiras e a maior variação de direção tornam a aceleração e a frenagem mais perceptíveis, além de evidenciar irregularidades do traçado e mudanças rápidas de trajetória, fato. Segundo li na revista Autoracing .    Desde 1950, a Fórmula 1 passou por transformações profundas para tornar a competição mais equilibrada e emocionante. As mudanças mais significativas ocorreram na expansão da zona de pontuação e na modernização do formato de classificação (qualifying). Evolução do Sistema de PontuaçãoO sistema de pontos cresceu em escala para recompensar mais pilotos e equipes ao longo das décadas. Período Pontuação para o VencedorPilotos que PontuamPonto por Volta Mais Rápida1950 – 19598 pontosTop 5Sim (1 ponto)1960 – 19909 pontosTop 6Não1991 – 200210 pontosTop 6Não2003 – 200910 pontosTop 8Não2010 – 201825 pontosTop 10Não2019 – 202425 pontosTop 10Sim (desde que no Top 10)2025 – Atual25 pontosTop 10RemovidoNotas Importantes:Melhores resultados: Até 1990, nem todos os resultados da temporada contavam para o título; apenas os melhores (ex: os 11 melhores de 16 corridas) eram computados.Corridas Sprint: Introduzidas em 2021, oferecem pontos extras para os primeiros colocados (atualmente do 1º ao 8º lugar) em finais de semana selecionados.Meio ponto: Pontos pela metade são atribuídos se uma corrida for interrompida por bandeira vermelha antes de completar uma distância mínima (geralmente 75%). Mudanças no Formato de ClassificaçãoO treino que define o grid de largada também evoluiu drasticamente de sessões de tempo simples para o atual sistema de eliminação. 1950 – 1996 (Sessões Tradicionais): Dois treinos de uma hora cada (um na sexta e outro no sábado). O melhor tempo de qualquer sessão garantia a pole.1996 – 2002 (12 Voltas): Uma única sessão de uma hora no sábado, onde cada piloto tinha um limite de 12 voltas.2003 – 2005 (Volta Única): Tentativa de aumentar o suspense com cada piloto entrando na pista sozinho para uma única volta lançada.2006 – Atual (Sistema de Nocaute): Introdução das sessões eliminatórias Q1, Q2 e Q3. Atualmente, os 5 mais lentos caem no Q1, outros 5 no Q2, e os 10 restantes disputam a pole position no Q3. A evolução dos padrões de acerto (balanceamento) na Fórmula 1 reflete as mudanças drásticas na engenharia, desde motores dianteiros até a aerodinâmica moderna. Embora pilotos individuais tenham preferências distintas, as eras técnicas impuseram tendências gerais de comportamento.Resumo da Evolução dos Acertos (1950 - Presente)Era Padrão de Acerto DominanteCaracterísticas do Comportamento1950 - 1959Sobresterçante (Traseiro)Motores dianteiros e pneus finos; os carros eram "guiados com o acelerador" em derrapagens controladas das rodas traseiras.1960 - 1976Tendência NeutraA transição para o motor central melhorou o equilíbrio; o foco era a agilidade mecânica antes do domínio das asas.1977 - 1982Substerçante (Dianteiro)A era do "Efeito Solo" gerava tanta pressão na traseira que a frente muitas vezes perdia aderência (frente "pregada", mas pesada).1983 - 2008Sobresterçante / ÁgilAerodinâmica refinada permitiu frentes muito diretas; pilotos como Senna e Schumacher preferiam carros que "apontassem" rápido, mesmo com traseira instável.2009 - HojeEquilibrado / NeutroRegulamentos restritivos e pneus Pirelli focam na estabilidade; o acerto busca o equilíbrio perfeito para evitar o desgaste excessivo de pneus.Detalhes das Eras TécnicasPrimórdios (Anos 50): Os carros tinham motor dianteiro e eram inerentemente instáveis. O acerto era focado em lidar com a falta de aderência lateral, resultando em um estilo de pilotagem que favorecia o sobresterço (traseira solta) para ajudar o carro a girar nas curvas.Revolução Aerodinâmica (Anos 70/80): Com a introdução de asas e o efeito solo, o balanço aerodinâmico tornou-se tão crucial quanto o mecânico. Equipes começaram a usar o balanço de freio e barras estabilizadoras para ajustar se o carro sairia de frente ou de traseira em diferentes partes da curva.Preferência de Pilotos Modernos:Max Verstappen e Lewis Hamilton: Tendem a preferir carros com uma frente extremamente forte (tendência sobresterçante), permitindo entradas de curva mais agressivas.Fernando Alonso: Historicamente adaptou-se bem a carros com substerço (dianteira saindo), usando uma técnica de entrada de curva mais "quadrada" para carregar velocidade. O Papel do Peso e SuspensãoO equilíbrio de peso é essencial, mas cargas de combustível e desgaste de pneus alteram a distribuição ao longo da prova. Suspensões mais rígidas na frente tendem a causar substerço, enquanto rigidez na traseira promove o sobresterço.  Segundo o Site Motorsport .Um gênio  ou génio  é uma pessoa com grande capacidade mental. Ela pode se manifestar por um intelecto  de primeira grandeza, ou um talento criativo  fora do comum. Na primeira escala de classificação para níveis cognitivos, proposta por Lewis Markson Terman , em 1916, eram classificados como "gênios" as pessoas que obtivessem pontuação acima de 150, e "quase gênio" (near genius) entre 140 e 150, numa padronização com média = 100 e desvio-padrão = 16. Posteriormente, em 1928, essas classificações foram modificadas e passou-se a considerar "gênio" somente quem obtivesse pontuação acima de 180, também numa padronização com média = 100 e desvio-padrão = 16. Para David Weschler , o termo "gênio" poderia ser aplicado a quem obtivesse escore acima de 127, numa padronização com média = 100 e desvio-padrão = 15. Mais tarde, passou a classificar como "gênio" quem obtivesse pontuação acima de 150. Pela classificação mais recente do Stanford Birnet V (2003), o termo gênio é aplicado a quem obtém escore acima de 160, sendo reservado o termo superdotado  para quem obtém pontuação entre 145 e 160.O termo "gênio" também se aplica a alguém que seja um polimata ou alguém habilidoso em muitas áreas intelectuais. O termo se aplica com precisão a habilidades mentais, mais que físicas, embora seja também usado coloquialmente para indicar a posse de um talento superior em qualquer campo.Deve-se ter em consideração que é perigoso tomar como referência as pontuações em testes de QI, quando se deseja fazer um diagnóstico razoavelmente correto de genialidade. Há que se levar em consideração que em todos as pontuações, e em todas as medidas, existe uma incerteza inerente, bem como os resultados obtidos nos testes representam a performance alcançada por uma pessoa em determinadas condições, não refletindo necessariamente a capacidade total ou ótima da pessoa em condições ideais. Fatores como sono, cansaço, estresse, desmotivação, ansiedade, entre outros, podem prejudicar os resultados nos testes, bem como fatores como a sorte podem inflacionar resultados em testes de múltipla escolha. E o mais importante: a grande maioria dos testes cognitivos usados em clínicas se baseia em questões demasiado elementares, inadequadas para estimar a capacidade intelectual em níveis muito altos. Isso gera muitas distorções quando se tenta diagnosticar "genialidade" com base num teste de QI. O ganhador do Nobel de Física Richard Feyeman  por exemplo, obteve escore 125 num teste de QI, e foi considerado portador de uma das mentes mais brilhantes do século 20; ao passo que alguns professores medianos de Física frequentemente alcançam escores de 140 a 160, desde que tenham pensamento rápido, já que a rapidez para resolver problemas simples é um quesito para se obter bons resultados em testes de QI tradicionais. Outro exemplo é o campeão mundial de Xadrez Garry Kasaoarov, que obteve escores 123 e 135 em dois testes de QI, sendo que sua genialidade é indiscutível. Fatos como este, quando não são adequadamente analisados, podem colocar em dúvida a validade dos testes de QI e os diagnósticos baseados nos testes.Por isso, quando se trata do conceito de "gênio", é mais recomendável que o "diagnóstico" seja baseado na produção intelectual.Há uma fina linha entre genialidade e loucura. Eu apaguei essa linha."- citado em "Frases Geniais‎" - Página 40, de Paulo BuchsbaumA partir desse tema, também não podemos desconsiderar a citação: "Nem que seja para fazer alfinetes, o entusiasmo é indispensável para sermos bons no nosso ofício."- Ne fit-on que des épingles, il faut être enthousiaste de son métier pour y exceller. - "Observations sur la Sculpture et sur Bouchardon" in: "Oeuvres de Denis Diderot", Volume 4‎ - Página 575, Denis Diderot - A. Belin, 1818é uma citação atribuída a Denis Diderot. Ela destaca a importância do entusiasmo como elemento fundamental para o bom desempenho em qualquer tipo de trabalho.Em 1973, Kevin Langdon criou os primeiros testes de inteligência sem limite de tempo, e com nível de dificuldade muito mais alto que o dos testes de QI tradicionais. Entre 1982 e 1985, Ronald Hoeflin criou outros três testes difíceis e sem limite de tempo, seguindo a mesma linha. Nas primeiras normatizações, estimava-se que estes testes seriam capazes de medir corretamente o QI até cerca de 190, enquanto os testes de QI tradicionais, como WAIS, Stanford-Binet, Cattell, Raven etc., só podiam medir corretamente até cerca de 135. Em normatizações mais recentes (2003-2006) e mais rigorosas, verificou-se que os testes de Hoeflin possuem um teto de validade perto de 165, sendo questionável a validade dos escores obtidos nos testes de Hoeflin que superem o patamar de 170. No final dos anos 1990 e início do seculo 21  houve um surto de novos testes difíceis, criados por membros de sociedades de alto QI  e atualmente existem dezenas de testes que pretendem medir adequadamente o QI até cerca de 180 ou mais, embora seja discutível se de fato os escores acima de 165 nestes testes são representações adequadas da capacidade intelectual. De qualquer modo, como são testes muito difíceis, complexos e demandam meses ou anos para serem solucionados, isso os torna mais semelhantes aos desafios intelectuais da vida acadêmica e faz com que representem melhor o nível de produção intelectual das pessoas examinadas. Empresas de alta tecnologia  como IBM e Microsoft , desenvolvem seus próprios testes cognitivos para selecionar seus colaboradores, geralmente com nível de dificuldade intermediário entre os testes de QI tradicionais e os testes mais difíceis criados por Langdon, Hoeflin, Lygeros e outros.Para uma distribuição normal de escores com média 100 e desvio-padrão 16, um QI 180 corresponde a 5 desvios-padrão acima da média. Isso representa um nível de raridade de 1 em 3.500.000. Ou seja, há atualmente no mundo cerca de 2.000 pessoas com Qi neste nível de raridade. Assim, o nível de raridade acaba sendo um parâmetro adequado para atribuir o predicado de "gênio". Segundo a Revista Espaços .Confira meu artigo .https://leandroliveiraribeiroblo.blogspot.com/2025/06/uma-questao-historica-na-formula-1.html. Confira meu artigo .https://leandroliveiraribeiroblo.blogspot.com/2025/11/piloto-bom-piloto-muito-bom-piloto.html. Confira no Portal Terra o ranking das 161 corridas .https://www.terra.com.br/parceiros/guia-do-carro/senna-so-perde-para-schumacher-no-ranking-de-161-corridas,3f9160f6fe2181d1d9cfd98ac275d45agiaw1xie.html. Confira as estatísticas dos pilotos na Fórmula 1 .https://www.statsf1.com/pt/statistiques/pilote.aspx.A Fórmula 1 sempre terá suas paixões nos seus fãs .


Imagem do Portal Globo Esporte .





quarta-feira, 3 de junho de 2026

Questão .

 


Na Fórmula 1 moderna, o sucesso não depende apenas de um dos dois; a "fórmula" ideal é a 

sinergia entre o talento nato e o domínio técnico. Embora o talento coloque o piloto no grid, o conhecimento técnico é o que permite que ele se torne um campeão consistente

1. Talento Natural: A "Faísca" Instintiva

O talento é a habilidade inata de sentir o limite do carro e adaptar-se a condições adversas

Velocidade Pura: Pilotos com alto talento natural, como Kimi Raikkonen ou Max Verstappen, são frequentemente descritos como excepcionais por serem rápidos "em qualquer coisa que dirijam", muitas vezes sem precisar de muito tempo de adaptação.


Controle em Condições Críticas: O talento brilha em pistas molhadas ou com baixa aderência, onde a sensibilidade (o "feeling") supera os dados da telemetria.


Adaptação Rápida: Talentos naturais processam informações mais rápido e evitam repetir erros, permitindo que novatos consigam tempos competitivos logo nas primeiras voltas.


2. Conhecimento Técnico: O "Motor" da Performance

Em um esporte dominado por engenharia, o piloto precisa falar a língua dos dados. 

Desenvolvimento do Carro: Pilotos tecnicamente instruídos, como Michael Schumacher e Niki Lauda, foram lendários por sua capacidade de guiar os engenheiros no desenvolvimento do chassi e motor.


Consistência e Refino: Enquanto o talento permite fazer uma volta mágica, o conhecimento técnico e o treinamento permitem repetir essa performance volta após volta, gerenciando pneus e consumo de combustível.


A "Interação" Piloto-Equipe: Estudos indicam que a interação técnica entre o piloto e o time representa entre 30% a 40% do sucesso em uma corrida, superando a contribuição isolada de apenas "ter um carro rápido" ou "ser um piloto rápido". 


Hoje, o "piloto completo" é o padrão exigido. O talento puro já não basta porque os carros são "supercomputadores sobre rodas" que geram gigabytes de dados. 

O Caso Verstappen: Entrou na F1 apoiado quase totalmente em seu talento bruto e, ao longo dos anos, desenvolveu o pacote completo com maturidade técnica e entendimento estratégico.


A Regra 80-20: Existe um mito de que o carro é 80% do resultado e o piloto 20%. No entanto, pesquisas sugerem que o diferencial real está no feedback técnico que o piloto dá para elevar o teto de performance da máquina.  Leclerc já atingiu , ha muito tempo , a combinação entre talento natural e conhecimento técnico . Algo fundamental na Fórmula 1 . Falta a Ferrari lhe dar uma máquina a altura .

terça-feira, 2 de junho de 2026

Grande Prêmio de Mônaco .

O maior vencedor da história do Grande Prêmio de Mônaco é o brasileiro Ayrton Senna, com 6 vitórias conquistadas em 1987, 1989, 1990, 1991, 1992 e 1993. 


Ranking dos Maiores Vencedores (Pilotos)

Piloto 

Número de VitóriasAnos das Vitórias Ayrton Senna61987, 1989, 1990, 1991, 1992, 1993Graham Hill51963, 1964, 1965, 1968, 1969Michael Schumacher51994, 1995, 1997, 1999, 2001Alain Prost41984, 1985, 1986, 1988Stirling Moss31956, 1959, 1961Jackie Stewart31966, 1971, 1973Nico Rosberg32013, 2014, 201Lewis Hamilton32008, 2016, 2019

Recordes por Equipes e Países

McLaren é a escuderia mais vitoriosa nas ruas de Monte Carlo, acumulando 15 triunfos no total.

Reino Unido lidera o ranking de nações com 17 vitórias no circuito histórico. 



Um gênio  ou génio  é uma pessoa com grande capacidade mental. Ela pode se manifestar por um intelecto  de primeira grandeza, ou um talento criativo  fora do comum. Na primeira escala de classificação para níveis cognitivos, proposta por Lewis Markson Terman , em 1916, eram classificados como "gênios" as pessoas que obtivessem pontuação acima de 150, e "quase gênio" (near genius) entre 140 e 150, numa padronização com média = 100 e desvio-padrão = 16. Posteriormente, em 1928, essas classificações foram modificadas e passou-se a considerar "gênio" somente quem obtivesse pontuação acima de 180, também numa padronização com média = 100 e desvio-padrão = 16. Para David Weschler , o termo "gênio" poderia ser aplicado a quem obtivesse escore acima de 127, numa padronização com média = 100 e desvio-padrão = 15. Mais tarde, passou a classificar como "gênio" quem obtivesse pontuação acima de 150. Pela classificação mais recente do Stanford Birnet V (2003), o termo gênio é aplicado a quem obtém escore acima de 160, sendo reservado o termo superdotado  para quem obtém pontuação entre 145 e 160.

O termo "gênio" também se aplica a alguém que seja um polimata ou alguém habilidoso em muitas áreas intelectuais. O termo se aplica com precisão a habilidades mentais, mais que físicas, embora seja também usado coloquialmente para indicar a posse de um talento superior em qualquer campo.

Deve-se ter em consideração que é perigoso tomar como referência as pontuações em testes de QI, quando se deseja fazer um diagnóstico razoavelmente correto de genialidade. Há que se levar em consideração que em todos as pontuações, e em todas as medidas, existe uma incerteza inerente, bem como os resultados obtidos nos testes representam a performance alcançada por uma pessoa em determinadas condições, não refletindo necessariamente a capacidade total ou ótima da pessoa em condições ideais. Fatores como sono, cansaço, estresse, desmotivação, ansiedade, entre outros, podem prejudicar os resultados nos testes, bem como fatores como a sorte podem inflacionar resultados em testes de múltipla escolha. E o mais importante: a grande maioria dos testes cognitivos usados em clínicas se baseia em questões demasiado elementares, inadequadas para estimar a capacidade intelectual em níveis muito altos. Isso gera muitas distorções quando se tenta diagnosticar "genialidade" com base num teste de QI. O ganhador do Nobel de Física Richard Feyeman  por exemplo, obteve escore 125 num teste de QI, e foi considerado portador de uma das mentes mais brilhantes do século 20; ao passo que alguns professores medianos de Física frequentemente alcançam escores de 140 a 160, desde que tenham pensamento rápido, já que a rapidez para resolver problemas simples é um quesito para se obter bons resultados em testes de QI tradicionais. Outro exemplo é o campeão mundial de Xadrez Garry Kasaoarov, que obteve escores 123 e 135 em dois testes de QI, sendo que sua genialidade é indiscutível. Fatos como este, quando não são adequadamente analisados, podem colocar em dúvida a validade dos testes de QI e os diagnósticos baseados nos testes.

Por isso, quando se trata do conceito de "gênio", é mais recomendável que o "diagnóstico" seja baseado na produção intelectual.

Há uma fina linha entre genialidade e loucura. Eu apaguei essa linha."


- citado em "Frases Geniais‎" - Página 40, de Paulo BuchsbaumA partir desse tema, também não podemos desconsiderar a citação: "Nem que seja para fazer alfinetes, o entusiasmo é indispensável para sermos bons no nosso ofício."- Ne fit-on que des épingles, il faut être enthousiaste de son métier pour y exceller. - "Observations sur la Sculpture et sur Bouchardon" in: "Oeuvres de Denis Diderot", Volume 4‎ - Página 575, Denis Diderot - A. Belin, 1818é uma citação atribuída a Denis Diderot. Ela destaca a importância do entusiasmo como elemento fundamental para o bom desempenho em qualquer tipo de trabalho.

Em 1973, Kevin Langdon criou os primeiros testes de inteligência sem limite de tempo, e com nível de dificuldade muito mais alto que o dos testes de QI tradicionais. Entre 1982 e 1985, Ronald Hoeflin criou outros três testes difíceis e sem limite de tempo, seguindo a mesma linha. Nas primeiras normatizações, estimava-se que estes testes seriam capazes de medir corretamente o QI até cerca de 190, enquanto os testes de QI tradicionais, como WAIS, Stanford-Binet, Cattell, Raven etc., só podiam medir corretamente até cerca de 135. Em normatizações mais recentes (2003-2006) e mais rigorosas, verificou-se que os testes de Hoeflin possuem um teto de validade perto de 165, sendo questionável a validade dos escores obtidos nos testes de Hoeflin que superem o patamar de 170. No final dos anos 1990 e início do seculo 21  houve um surto de novos testes difíceis, criados por membros de sociedades de alto QI  e atualmente existem dezenas de testes que pretendem medir adequadamente o QI até cerca de 180 ou mais, embora seja discutível se de fato os escores acima de 165 nestes testes são representações adequadas da capacidade intelectual. De qualquer modo, como são testes muito difíceis, complexos e demandam meses ou anos para serem solucionados, isso os torna mais semelhantes aos desafios intelectuais da vida acadêmica e faz com que representem melhor o nível de produção intelectual das pessoas examinadas. Empresas de alta tecnologia  como IBM e Microsoft , desenvolvem seus próprios testes cognitivos para selecionar seus colaboradores, geralmente com nível de dificuldade intermediário entre os testes de QI tradicionais e os testes mais difíceis criados por Langdon, Hoeflin, Lygeros e outros.

Para uma distribuição normal de escores com média 100 e desvio-padrão 16, um QI 180 corresponde a 5 desvios-padrão acima da média. Isso representa um nível de raridade de 1 em 3.500.000. Ou seja, há atualmente no mundo cerca de 2.000 pessoas com Qi neste nível de raridade. Assim, o nível de raridade acaba sendo um parâmetro adequado para atribuir o predicado de "gênio". Segundo a Revista Espaços .

Não vira nessa Copa

 


A falta de protagonismo e de brilho individual na Seleção Brasileira reflete uma mudança estrutural no futebol mundial [1]. O debate sobre a perda da "genialidade" ou do "futebol-arte" envolve novos métodos de treinamento, táticas rígidas e a exportação precoce de atletas.

Fatores da Mudança

Europeização tática: Treinos focam em posicionamento rígido e força física.

Êxodo precoce: Jovens talentos deixam o Brasil antes de maturar o drible natural.

Falta de camisas 10: O meia criativo clássico foi substituído por meias de recomposição.

Pressão psicológica: Cobranças extremas geram atletas que arriscam menos em campo.

Globalização do esporte: Seleções europeias igualaram o nível técnico com forte investimento na base.

O Outro Lado

Eficiência moderna: O drible hoje é vertical e focado em gerar gols rápidos.

Surgimento de raios: Nomes como Vinicius Junior e Rodrygo mantêm o improviso vivo.

A falta de genialidade na Seleção Brasileira reflete um ciclo sistêmico que passa pela formação engessada de técnicos, pela perda da essência na base e por critérios de convocação questionáveis.

Abaixo está a análise detalhada de como cada um desses fatores sabota o talento nacional.

1. Formação de Treinadores

Cultura Tática Europeia: Cursos de licença focam excessivamente em sistemas táticos rígidos.

Mecanização do Jogo: Treinadores priorizam o posicionamento defensivo em detrimento da improvisação.

Inibição do Drible: Técnicos reprimem o erro, punindo o jovem que tenta a jogada individual.

2. Formação de Base dos Jogadores

Foco no Físico: Clubes priorizam atletas fortes e altos em vez de técnicos e criativos.

Fim do "Futebol de Rua": A transição precoce para as escolinhas elimina a malandragem do drible livre.

Exportação Precoce: Promessas deixam o país aos 18 anos sem concluir a maturação técnica no Brasil.

3. Perfil dos Jogadores Convocados

Operários da Europa: Preferência por atletas taticamente disciplinados que cumprem funções defensivas rígidas.

Falta de Protagonismo: Muitos convocados são coadjuvantes em seus clubes europeus, sem poder de decisão 

Distanciamento Cultural: Jogadores que saíram muito cedo perdem a identidade do futebol brasileiro agressivo.
A seleção brasileira não será a grande favorita . Argentina e as seleções europeias estão a frente .                                              Um gênio  ou génio  é uma pessoa com grande capacidade mental. Ela pode se manifestar por um intelecto  de primeira grandeza, ou um talento criativo  fora do comum. Na primeira escala de classificação para níveis cognitivos, proposta por Lewis Markson Terman , em 1916, eram classificados como "gênios" as pessoas que obtivessem pontuação acima de 150, e "quase gênio" (near genius) entre 140 e 150, numa padronização com média = 100 e desvio-padrão = 16. Posteriormente, em 1928, essas classificações foram modificadas e passou-se a considerar "gênio" somente quem obtivesse pontuação acima de 180, também numa padronização com média = 100 e desvio-padrão = 16. Para David Weschler , o termo "gênio" poderia ser aplicado a quem obtivesse escore acima de 127, numa padronização com média = 100 e desvio-padrão = 15. Mais tarde, passou a classificar como "gênio" quem obtivesse pontuação acima de 150. Pela classificação mais recente do Stanford Birnet V (2003), o termo gênio é aplicado a quem obtém escore acima de 160, sendo reservado o termo superdotado  para quem obtém pontuação entre 145 e 160.

O termo "gênio" também se aplica a alguém que seja um polimata ou alguém habilidoso em muitas áreas intelectuais. O termo se aplica com precisão a habilidades mentais, mais que físicas, embora seja também usado coloquialmente para indicar a posse de um talento superior em qualquer campo.

Deve-se ter em consideração que é perigoso tomar como referência as pontuações em testes de QI, quando se deseja fazer um diagnóstico razoavelmente correto de genialidade. Há que se levar em consideração que em todos as pontuações, e em todas as medidas, existe uma incerteza inerente, bem como os resultados obtidos nos testes representam a performance alcançada por uma pessoa em determinadas condições, não refletindo necessariamente a capacidade total ou ótima da pessoa em condições ideais. Fatores como sono, cansaço, estresse, desmotivação, ansiedade, entre outros, podem prejudicar os resultados nos testes, bem como fatores como a sorte podem inflacionar resultados em testes de múltipla escolha. E o mais importante: a grande maioria dos testes cognitivos usados em clínicas se baseia em questões demasiado elementares, inadequadas para estimar a capacidade intelectual em níveis muito altos. Isso gera muitas distorções quando se tenta diagnosticar "genialidade" com base num teste de QI. O ganhador do Nobel de Física Richard Feyeman  por exemplo, obteve escore 125 num teste de QI, e foi considerado portador de uma das mentes mais brilhantes do século 20; ao passo que alguns professores medianos de Física frequentemente alcançam escores de 140 a 160, desde que tenham pensamento rápido, já que a rapidez para resolver problemas simples é um quesito para se obter bons resultados em testes de QI tradicionais. Outro exemplo é o campeão mundial de Xadrez Garry Kasaoarov, que obteve escores 123 e 135 em dois testes de QI, sendo que sua genialidade é indiscutível. Fatos como este, quando não são adequadamente analisados, podem colocar em dúvida a validade dos testes de QI e os diagnósticos baseados nos testes.

Por isso, quando se trata do conceito de "gênio", é mais recomendável que o "diagnóstico" seja baseado na produção intelectual.

Há uma fina linha entre genialidade e loucura. Eu apaguei essa linha."


- citado em "Frases Geniais‎" - Página 40, de Paulo BuchsbaumA partir desse tema, também não podemos desconsiderar a citação: "Nem que seja para fazer alfinetes, o entusiasmo é indispensável para sermos bons no nosso ofício."- Ne fit-on que des épingles, il faut être enthousiaste de son métier pour y exceller. - "Observations sur la Sculpture et sur Bouchardon" in: "Oeuvres de Denis Diderot", Volume 4‎ - Página 575, Denis Diderot - A. Belin, 1818é uma citação atribuída a Denis Diderot. Ela destaca a importância do entusiasmo como elemento fundamental para o bom desempenho em qualquer tipo de trabalho.

Em 1973, Kevin Langdon criou os primeiros testes de inteligência sem limite de tempo, e com nível de dificuldade muito mais alto que o dos testes de QI tradicionais. Entre 1982 e 1985, Ronald Hoeflin criou outros três testes difíceis e sem limite de tempo, seguindo a mesma linha. Nas primeiras normatizações, estimava-se que estes testes seriam capazes de medir corretamente o QI até cerca de 190, enquanto os testes de QI tradicionais, como WAIS, Stanford-Binet, Cattell, Raven etc., só podiam medir corretamente até cerca de 135. Em normatizações mais recentes (2003-2006) e mais rigorosas, verificou-se que os testes de Hoeflin possuem um teto de validade perto de 165, sendo questionável a validade dos escores obtidos nos testes de Hoeflin que superem o patamar de 170. No final dos anos 1990 e início do seculo 21  houve um surto de novos testes difíceis, criados por membros de sociedades de alto QI  e atualmente existem dezenas de testes que pretendem medir adequadamente o QI até cerca de 180 ou mais, embora seja discutível se de fato os escores acima de 165 nestes testes são representações adequadas da capacidade intelectual. De qualquer modo, como são testes muito difíceis, complexos e demandam meses ou anos para serem solucionados, isso os torna mais semelhantes aos desafios intelectuais da vida acadêmica e faz com que representem melhor o nível de produção intelectual das pessoas examinadas. Empresas de alta tecnologia  como IBM e Microsoft , desenvolvem seus próprios testes cognitivos para selecionar seus colaboradores, geralmente com nível de dificuldade intermediário entre os testes de QI tradicionais e os testes mais difíceis criados por Langdon, Hoeflin, Lygeros e outros.

Para uma distribuição normal de escores com média 100 e desvio-padrão 16, um QI 180 corresponde a 5 desvios-padrão acima da média. Isso representa um nível de raridade de 1 em 3.500.000. Ou seja, há atualmente no mundo cerca de 2.000 pessoas com Qi neste nível de raridade. Assim, o nível de raridade acaba sendo um parâmetro adequado para atribuir o predicado de "gênio". Segundo a Revista Espaços .


Essa é a "hierarquia sagrada" do futebol. Cada nível separa o talento comum da imortalidade esportiva. Em 2026, com o futebol cada vez mais físico, essas distinções ficam ainda mais claras:

Bom Jogador: É o "carregador de piano" de luxo. Tem disciplina tática, técnica sólida e entrega constância. É o cara que todo treinador quer no elenco porque ele cumpre a função sem errar o básico. Exemplos atuais seriam nomes como Declan Rice ou Gündogan.

Craque: É quem decide o jogo quando a tática falha. Tem um recurso técnico acima da média (um drible, um passe milimétrico, uma finalização impecável). O craque chama a responsabilidade e resolve. Hoje, falamos de Vinícius Júnior, Mbappé e Haaland.

Super Gênio e Gênio: É quem vê o que ninguém mais vê. O gênio e o super gênio não apenas jogam ele dita o ritmo e subverte as leis da lógica em campo. É o jogador que antecipa o lance três segundos antes dele acontecer. Na história recente, Lionel Messi é o maior expoente, e muitos olhos se voltam agora para ver se Lamine Yamal atingirá esse patamar absoluto.

Confira meu artigo .
https://leandroliveiraribeiroblo.blogspot.com/2025/11/lei-bosman.html. Confira meu artigo .

Confira as informações no Site Sofascore                 https://www.sofascore.com/news/pt/tecnicos-de-futebol-famosos-e-suas-filosofias-carlo-ancelotti/

O conhecimento tático no futebol é a capacidade de um jogador ou equipe de tomar decisões inteligentes e eficazes durante o jogo, com ou sem a posse de bola. Esse entendimento vai além da habilidade técnica individual, envolvendo a coordenação e a estratégia coletiva. 

Ele se manifesta em dois níveis principais: 

Tático declarativo: O conhecimento teórico sobre o que fazer em diferentes situações do jogo.

Tático processual: A capacidade de aplicar esse conhecimento de forma prática e instintiva em tempo real. 

Principais componentes táticos

Fases do jogo 

A tática se aplica em todas as fases de uma partida:

Organização ofensiva: Quando a equipe tem a posse de bola e busca atacar de forma organizada, ocupando espaços e criando oportunidades.

Transição ofensiva: O momento de recuperação da posse da bola e a rápida mudança de postura defensiva para a ofensiva.

Organização defensiva: Quando a equipe não tem a posse da bola e se posiciona para defender, impedindo as ações do adversário.

Transição defensiva: A reação da equipe no momento em que perde a posse da bola, buscando se reorganizar rapidamente para defender.

Bolas paradas: Jogadas específicas (escanteios, faltas) que envolvem estratégias planejadas para ataque e defesa. 

Princípios táticos fundamentais

Para cada fase do jogo, existem princípios que orientam o comportamento da equipe: 

Princípios ofensivos:

Penetração: Buscar a profundidade e a infiltração na defesa adversária.

Espaço: Criar e explorar espaços livres para receber a bola.

Cobertura ofensiva: Oferecer suporte ao companheiro que tem a bola.

Mobilidade: Movimentação constante para confundir a marcação.

Unidade ofensiva: Atuar em conjunto para atacar.

Princípios defensivos:

Contenção: Ação do jogador mais próximo da bola para atrasar o avanço adversário.

Cobertura defensiva: Apoiar o companheiro que faz a contenção.

Equilíbrio: Distribuir os jogadores para proteger a área do gol.

Concentração: Fechar espaços no centro do campo, onde há mais perigo.

Sistemas e esquemas táticos

Os esquemas táticos, representados por números (ex: 4-4-2, 4-3-3), são a forma como o treinador organiza a equipe em campo. Eles definem o posicionamento inicial e as funções dos jogadores, mas são adaptáveis e podem variar durante a partida. 

O italiano levará tempo para maturação no Brasil.  Pois a geopolítica mudou após a Lei Bosman .

Confira os campeões de todos os campeonatos de futebol no Brasil e no mundo. No Site campeões do futebol.   https://www.campeoesdofutebol.com.br/competicoes.html

Confira os canais do site campeões do futebol.https://www.campeoesdofutebol.com.br/canais.html

Imagem ; LANCE .








O time a ser batido na América do Sul .

 Confira a notícia no UOL.https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2026/06/02/eua-propoem-tarifa-de-25-sobre-produtos-do-brasil-apos-investigacao.ghtm.

Confira meu artigo .https://leandroliveiraribeiroblo.blogspot.com/2024/07/o-time-ser-batido-na-america-do-sul.html..

O estilo de jogo do treinador da seleção argentina, Lionel Scaloni, é definido pelo pragmatismo, flexibilidade tática extrema e forte jogo associativo pelo meio-campo. Conhecido como um técnico "camaleônico", ele rejeita dogmas rígidos e prefere adaptar sua equipe para anular as virtudes de cada adversário. 

Pilares do Modelo de Jogo ("La Scaloneta")

Flexibilidade tática ("Camaleão"): Scaloni altera a formação dependendo do rival. Ele transita facilmente entre o 4-3-3, o 4-4-2 clássico e até linhas com 3 zagueiros (3-5-2), ajustando as peças jogo a jogo. 


Meio-campo associativo: O núcleo do time prioriza meias técnicos que tratam bem a bola (como Alexis Mac Allister, Enzo Fernández e Rodrigo De Paul). O objetivo é acumular jogadores no centro para ditar o ritmo e manter passes curtos e móveis. 


Liberdade para as estrelas: Ele monta uma estrutura defensiva operária e sólida para dar total liberdade de movimentação a Lionel Messi no terço final do campo, sem sobrecarregá-lo com obrigações de marcação pesadas. 


Pressionar e compactar: Quando perde a posse, o time aciona uma pressão imediata para recuperar a bola no meio ou se fecha em blocos compactos e agressivos na defesa, garantindo transições rápidas. 
A Argentina está sobrando na América do Sul .                 Confira os campeões das competições no Brasil e no mundo . No site campeões do futebol .https://www.campeoesdofutebol.com.br/competicoes.html. Confira os canais do site campeões do futebol .https://www.campeoesdofutebol.com.br/canais.html.

Imagem Portal Globo Esporte .

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Remo x São Paulo .

 O Remo venceu o São Paulo , ontem a noite , no Mangueirão , em Belem do Para , pelo Campeonato Brasileiro . O gol da vitória foi marcado por Marcelinho , nos acréscimos do segundo tempo .                      Os clubes somente voltam a campo após a Copa do Mundo.  O Remo fica em décimo oitavo com 18 pontos . O São Paulo fica em oitavo com 25 .                                          Tivemos um primeiro tempo equilibrado . Os times jogaram de forma ofensiva e criaram chances de gol nos primeiros 45 minutos . Os goleiros trabalharam bastante e mantiveram o placar em branco na etapa inicial .               Com a entrada do volante Marcos Antônio aos dezesseis minutos do segundo tempo , o time são Paulino ganhou maior fluidez ofensiva . O jogo vinha truncado até a entrada do volante são paulino aos dezesseis minutos do segundo tempo .Mas após cruzamento na área , a defesa são Paulino afastou mal e Marcelinho deu a vitória ao Remo no minuto final. Conforme eu sempre digo a nação são Paulina , a ordem se torna garantir uma pré libertadores em 2027 com o atual elenco . O Remo lutará arduamente contra o rebaixamento 


A Lei Bosman (1995) transformou o futebol global, eliminando o limite de jogadores estrangeiros europeus na Europa e o valor do passe pós-contrato, o que alargou drasticamente o abismo financeiro entre clubes sul-americanos e europeus. Antes da lei, o futebol sul-americano competia em nível de igualdade técnica e econômica; após ela, tornou-se um polo exportador de talentos para as ligas mais ricas do mundo. 

O impacto econômico e estrutural dessa transição divide-se claramente em dois períodos:

O Cenário Antes da Lei Bosman (Até 1995)

Antes da regulamentação, as barreiras de mercado mantinham o equilíbrio de forças econômicas e competitivas:

Retenção de Talentos: Os clubes europeus tinham um limite rígido de estrangeiros em campo (geralmente três por equipe). Isso forçava os craques sul-americanos a permanecerem em seus países de origem por muito mais tempo.


Equilíbrio Financeiro: Os salários e receitas de TV na Europa ainda não haviam explodido. Clubes do Brasil e da Argentina conseguiam pagar salários competitivos o suficiente para manter atletas do nível de seleção.


Competitividade Esportiva: O reflexo financeiro se via no antigo Mundial de Clubes (Copa Intercontinental). O confronto era equilibrado, e os sul-americanos frequentemente superavam as potências europeias em campo. 


O Cenário Após a Lei Bosman (Pós-1995)

A abertura total das fronteiras europeias para jogadores comunitários gerou um efeito cascata devastador na economia do futebol sul-americano:

Êxodo Massivo e Precoce: Como jogadores com dupla cidadania europeia deixaram de ocupar vagas de estrangeiros, a demanda por jovens sul-americanos disparou. Os atletas começaram a migrar cada vez mais jovens.


A Explosão da Desigualdade de Receitas: Enquanto a Europa centralizou os direitos de transmissão globais da UEFA Champions League e atraiu bilionários, os clubes sul-americanos ficaram restritos a mercados locais de TV desvalorizados.


Mudança no Modelo de Negócios: Os clubes sul-americanos foram forçados a adotar um modelo de clube exportador. A venda de direitos econômicos de atletas passou a ser o principal recurso para equilibrar o caixa e cobrir deficits operacionais.


Comparação Direta das Estruturas Econômicas

O impacto direto nos pilares de faturamento reflete o tamanho do abismo atual:

Pilar Econômico

Antes da Lei Bosman (Até 1995)Após da Lei Bosman (Pós-1995)Principais Fontes de ReceitaBilheteria local e patrocínios regionais focados no mercado interno.Direitos globais de TV e patrocínios internacionais na Europa; venda de jogadores na América do Sul.Poder de Compra no MercadoEquivalente. Clubes sul-americanos compravam e mantinham astros mundiais.Unilateral. A Europa dita os preços, e a América do Sul apenas vende ou repatria atletas em fim de carreira.Destino dos LucrosReinvestimento imediato na manutenção do elenco principal e infraestrutura local.Na Europa: Expansão global da marca e contratações astronômicas. Na América do Sul: Quitação de dívidas operacionais.

Se você quiser se aprofundar nessa transformação, posso analisar os dados específicos de faturamento das ligas atuais ou detalhar como os clubes sul-americanos estão se reestruturando financeiramente por meio de modelos como as SAFs (Sociedades Anônimas do Futebol) para tentar mitigar essa distância. Como gostaria de prosseguir?

15 de dezembro de 1995: Justiça europeia profere “Lei Bosman”, que modificaria transferências no futebol .

Que saudade dos tempos em que o tricolor era protagonista com os maiores talentos em campo .Confira os campeões das competições no Brasil e no mundo . No site campeões do futebol .https://www.campeoesdofutebol.com.br/competicoes.html. Confira os canais do site campeões do futebol .https://www.campeoesdofutebol.com.br/canais.html. Imagem do Portal Terra 

Palmeiras x Chapecoense .

 Superando a desvantagem numérica , o Palmeiras venceu a Chapecoense , na tarde de ontem, pelo Campeonato Brasileiro . Saindo do banco de reservas , Paulinho fez o gol da vitória aos 18 minutos do segundo tempo .No último lance , Bolasie perdeu pênalti , desperdiçando a chance do empate .                                         Com 41 pontos , o Palmeiras volta a abrir sete pontos para o vice líder Flamengo . Com nove pontos , a Chapecoense fica na lanterna no campeonato nacional . O campeonato brasileiro volta apenas no dia 22 de julho após a Copa do Mundo .                                          Até a expulsão de Allan , o alviverde vinha dominando o primeiro tempo . Os alviverdes vinham melhor no jogo ofensivo , criando as melhores chances na etapa inicial . Mas o jovem Allan , que vinha fazendo excelente partida ,foi expulso após forte entrada em Giovani .                                          Paulinho saiu do banco de reservas e fez o gol da vitória alviverde aos 18 minutos do segundo tempo . Com vantagem no placar , Abel Ferreira fechou o time com três zagueiros , visando proteger área e meio campo com nove jogadores de linha . No fim , a Chape teve a chance do empate . Mas perdeu um pênalti .                                           


A inteligência tática no futebol é a capacidade do jogador de ler o jogo, processar informações rapidamente e tomar a decisão mais eficiente sob pressão. Conhecida popularmente como o "QI de jogo", ela dita como o atleta gerencia o espaço e o tempo para resolver os problemas que a partida apresenta. Mais do que a força física ou a habilidade técnica isolada, é a mente que dita a velocidade real da engrenagem coletiv

Para entender como ela se manifesta nas quatro linhas, podemos dividi-la em três pontos .

Percepção (Ler o jogo): Identificar o posicionamento de companheiros, adversários e o comportamento da bola usando a visão periférica.


Antecipação (Prever ações): Decifrar a jogada antes mesmo de ela acontecer, posicionando-se no lugar correto segundos antes do rival.


Tomada de Decisão (Executar): Escolher o caminho ideal (um passe de primeira, cadenciar o jogo ou fechar uma linha de passe) em frações de segundo. 


A inteligência tática funciona de forma diferente dependendo da fase da partida: 

Na Fase Ofensiva

Criação de espaços: Atrair a marcação para liberar um companheiro livre, sem necessariamente tocar na bola.


Raciocínio prático: Evitar firulas e escolher o passe vertical que quebra linhas defensivas de forma simples e fatal. 


Na Fase Defensiva

Temporização: Saber a hora exata de dar o combate ou recuar para atrasar o contra-ataque adversário.


Preenchimento de zonas: Cobrir espaços vazios deixados por companheiros que subiram ao ataque automaticamente.

No futebol moderno, o desenvolvimento dessa inteligência ganhou o reforço da tecnologia de ponta. Clubes de elite utilizam softwares modernos, dados de rastreamento automático (ATD) e inteligência artificial para mapear padrões táticos complexos e otimizar os treinos cognitivos. Os analistas  comportamentos coletivos a partir de vídeos oficiais de gigantes europeus, transformando dados brutos em decisões acionáveis no campo. 

Xavi Hernández: Famoso por dizer que "a velocidade do cérebro é mais importante que a das pernas", ditando o ritmo de uma era do futebol mundial.


Thomas Müller: O autoproclamado "Espaçador" (Raumdeuter), um jogador sem grande velocidade física, mas com um posicionamento impecável que desmonta defesas.


Lionel Messi: Transforma segundos em vantagens milimétricas ao caminhar estrategicamente em campo buscando as vulnerabilidades do adversário

Pelo nível de inteligência tática que possui . O alviverde vem devendo.  Nisso a imprensa corporativa tem razão .



A qualidade técnica seria a habilidade técnica em executar os fundamentos do futebol 

A qualidade técnica envolve a capacidade do atleta de realizar movimentos com precisão e eficiência. É a competência individual com a bola e inclui fundamentos como: 

Condução de bola: Habilidade de se movimentar com a posse da bola pelo campo.


Passe: Ações de tocar a bola para um companheiro, variando em distância e trajetória.


Chute/Remate: Ação de finalizar em direção ao gol.


Drible/Finta: Capacidade de enganar e superar adversários com movimentos coordenados.


Recepção/Domínio: Ação de receber e controlar a bola vinda de um passe ou lançamento.


Cabeceio: Uso da cabeça para passar, dominar ou chutar a bola. 

O padrão de jogo é o conjunto de ações coletivas, repetidas e coordenadas que um time de futebol mantenha o mesmo nível por várias partidas . Tendo consistência nos mesmos movimentos .

Comportamentos planejados para atacar (ex: troca de passes, contra-ataques, ultrapassagens) e defender (ex: compactação, marcação por zona).


 Leitura de campo em diferentes fases do jogo.


 Inteligência para melhorar os fundamentos e melhorar a leitura de campo

A qualidade técnica é fundamental para um time vencer  Jogadores com alta qualidade técnica conseguem executar as demandas táticas do treinador com maior eficácia  Por outro lado, um padrão de jogo melhora a qualidade técnica do jogador  criando situações em que os jogadores possam utilizar suas melhores habilidades técnicas com inteligência 
Confira os campeões das competições no Brasil e no mundo . No site campeões do futebol .https://www.campeoesdofutebol.com.br/competicoes.html. Confira os canais do site campeões do futebol .https://www.campeoesdofutebol.com.br/canais.html. Imagen do Jornal Gaúcho Zero Hora .

Carlo Ancelotti .

O Brasil fez o que se esperava , não tomou conhecimento e goleou o Panamá por 6 a 2 , ontem , no estádio Mario Filho , no Rio de Janeiro , no último amistoso antes do embarque do time canarinho para a disputa da Copa do Mundo.        Vinícius Junior abriu a contagem e Casemiro ampliou ainda não etapa inicial .Ryan , Lucas Paquetá , Igor Thiago e Danilo Santos ampliaram para os brasileiros na segunda etapa. Enquanto Armin Murillo e Carlos Harley descontaram para o time panamenho. O time brasileiro viaja para os Estados Unidos para a disputa da Copa do Mundo e joga o último amistoso no sábado contra o Egito as 19 HS .                              O time canarinho integra o Grupo C do Mundial , junto com Marrocos , Escócia e Haiti . Os brasileiros entrariam no Mundial as 19 HS do dia 13 de Junho contra Marrocos .              


O jogo ofensivo no futebol é um modelo tático focado na iniciativa de atacar, onde a equipe prioriza o controle da bola, a criação de espaços e a finalização para marcar gols. Ao contrário do que se pensa, um time ofensivo não é necessariamente desprotegido; ele busca desequilibrar o adversário através de princípios estruturais que organizam o ataque. 

Para que um ataque seja eficiente, ele se baseia em conceitos fundamentais que orientam o movimento dos jogadores: 

Amplitude (Largura): Alargar o campo, geralmente usando os corredores laterais, para obrigar a defesa adversária a se abrir e criar espaços internos.


Profundidade: Movimentação em direção à linha de fundo ou à baliza para "empurrar" a defesa rival e aumentar a área de jogo útil.


Penetração: Ações que visam romper as linhas defensivas, seja por passes verticais, infiltrações ou dribles.


Mobilidade: Troca constante de posições e movimentações imprevisíveis para confundir a marcação e gerar novas linhas de passe.


Vigilância Ofensiva: O posicionamento estratégico de jogadores que não estão diretamente na jogada para controlar espaços, evitar contra-ataques e facilitar a recuperação rápida da bola.


Diferentes esquemas táticos podem favorecer o estilo ofensivo, dependendo de como os jogadores ocupam o campo:



Pressão Alta: Uma estratégia agressiva onde a equipe avança suas linhas para tentar recuperar a bola o mais próximo possível do gol adversário.


Transição Ofensiva: O momento crítico em que a equipe recupera a posse e tenta chegar ao gol em poucos segundos (contra-ataque rápido). 


O sucesso de um jogo ofensivo depende da precisão técnica (passes curtos e finalizações certeiras) e da compactação, mantendo os setores próximos para facilitar o apoio mútuo. 

O jogo ofensivo do time canarinho apresenta melhoras . Mas já não temos no time canarinho a magia de outros tempos na minha infância e adolescência 


 Um gênio  ou génio  é uma pessoa com grande capacidade mental. Ela pode se manifestar por um intelecto  de primeira grandeza, ou um talento criativo  fora do comum. Na primeira escala de classificação para níveis cognitivos, proposta por Lewis Markson Terman , em 1916, eram classificados como "gênios" as pessoas que obtivessem pontuação acima de 150, e "quase gênio" (near genius) entre 140 e 150, numa padronização com média = 100 e desvio-padrão = 16. Posteriormente, em 1928, essas classificações foram modificadas e passou-se a considerar "gênio" somente quem obtivesse pontuação acima de 180, também numa padronização com média = 100 e desvio-padrão = 16. Para David Weschler , o termo "gênio" poderia ser aplicado a quem obtivesse escore acima de 127, numa padronização com média = 100 e desvio-padrão = 15. Mais tarde, passou a classificar como "gênio" quem obtivesse pontuação acima de 150. Pela classificação mais recente do Stanford Birnet V (2003), o termo gênio é aplicado a quem obtém escore acima de 160, sendo reservado o termo superdotado  para quem obtém pontuação entre 145 e 160.

O termo "gênio" também se aplica a alguém que seja um polimata ou alguém habilidoso em muitas áreas intelectuais. O termo se aplica com precisão a habilidades mentais, mais que físicas, embora seja também usado coloquialmente para indicar a posse de um talento superior em qualquer campo.

Deve-se ter em consideração que é perigoso tomar como referência as pontuações em testes de QI, quando se deseja fazer um diagnóstico razoavelmente correto de genialidade. Há que se levar em consideração que em todos as pontuações, e em todas as medidas, existe uma incerteza inerente, bem como os resultados obtidos nos testes representam a performance alcançada por uma pessoa em determinadas condições, não refletindo necessariamente a capacidade total ou ótima da pessoa em condições ideais. Fatores como sono, cansaço, estresse, desmotivação, ansiedade, entre outros, podem prejudicar os resultados nos testes, bem como fatores como a sorte podem inflacionar resultados em testes de múltipla escolha. E o mais importante: a grande maioria dos testes cognitivos usados em clínicas se baseia em questões demasiado elementares, inadequadas para estimar a capacidade intelectual em níveis muito altos. Isso gera muitas distorções quando se tenta diagnosticar "genialidade" com base num teste de QI. O ganhador do Nobel de Física Richard Feyeman  por exemplo, obteve escore 125 num teste de QI, e foi considerado portador de uma das mentes mais brilhantes do século 20; ao passo que alguns professores medianos de Física frequentemente alcançam escores de 140 a 160, desde que tenham pensamento rápido, já que a rapidez para resolver problemas simples é um quesito para se obter bons resultados em testes de QI tradicionais. Outro exemplo é o campeão mundial de Xadrez Garry Kasaoarov, que obteve escores 123 e 135 em dois testes de QI, sendo que sua genialidade é indiscutível. Fatos como este, quando não são adequadamente analisados, podem colocar em dúvida a validade dos testes de QI e os diagnósticos baseados nos testes.

Por isso, quando se trata do conceito de "gênio", é mais recomendável que o "diagnóstico" seja baseado na produção intelectual.

Há uma fina linha entre genialidade e loucura. Eu apaguei essa linha."


- citado em "Frases Geniais‎" - Página 40, de Paulo BuchsbaumA partir desse tema, também não podemos desconsiderar a citação: "Nem que seja para fazer alfinetes, o entusiasmo é indispensável para sermos bons no nosso ofício."- Ne fit-on que des épingles, il faut être enthousiaste de son métier pour y exceller. - "Observations sur la Sculpture et sur Bouchardon" in: "Oeuvres de Denis Diderot", Volume 4‎ - Página 575, Denis Diderot - A. Belin, 1818é uma citação atribuída a Denis Diderot. Ela destaca a importância do entusiasmo como elemento fundamental para o bom desempenho em qualquer tipo de trabalho.

Em 1973, Kevin Langdon criou os primeiros testes de inteligência sem limite de tempo, e com nível de dificuldade muito mais alto que o dos testes de QI tradicionais. Entre 1982 e 1985, Ronald Hoeflin criou outros três testes difíceis e sem limite de tempo, seguindo a mesma linha. Nas primeiras normatizações, estimava-se que estes testes seriam capazes de medir corretamente o QI até cerca de 190, enquanto os testes de QI tradicionais, como WAIS, Stanford-Binet, Cattell, Raven etc., só podiam medir corretamente até cerca de 135. Em normatizações mais recentes (2003-2006) e mais rigorosas, verificou-se que os testes de Hoeflin possuem um teto de validade perto de 165, sendo questionável a validade dos escores obtidos nos testes de Hoeflin que superem o patamar de 170. No final dos anos 1990 e início do seculo 21  houve um surto de novos testes difíceis, criados por membros de sociedades de alto QI  e atualmente existem dezenas de testes que pretendem medir adequadamente o QI até cerca de 180 ou mais, embora seja discutível se de fato os escores acima de 165 nestes testes são representações adequadas da capacidade intelectual. De qualquer modo, como são testes muito difíceis, complexos e demandam meses ou anos para serem solucionados, isso os torna mais semelhantes aos desafios intelectuais da vida acadêmica e faz com que representem melhor o nível de produção intelectual das pessoas examinadas. Empresas de alta tecnologia  como IBM e Microsoft , desenvolvem seus próprios testes cognitivos para selecionar seus colaboradores, geralmente com nível de dificuldade intermediário entre os testes de QI tradicionais e os testes mais difíceis criados por Langdon, Hoeflin, Lygeros e outros.

Para uma distribuição normal de escores com média 100 e desvio-padrão 16, um QI 180 corresponde a 5 desvios-padrão acima da média. Isso representa um nível de raridade de 1 em 3.500.000. Ou seja, há atualmente no mundo cerca de 2.000 pessoas com Qi neste nível de raridade. Assim, o nível de raridade acaba sendo um parâmetro adequado para atribuir o predicado de "gênio". Segundo a Revista Espaços .


Essa é a "hierarquia sagrada" do futebol. Cada nível separa o talento comum da imortalidade esportiva. Em 2026, com o futebol cada vez mais físico, essas distinções ficam ainda mais claras:

Bom Jogador: É o "carregador de piano" de luxo. Tem disciplina tática, técnica sólida e entrega constância. É o cara que todo treinador quer no elenco porque ele cumpre a função sem errar o básico. Exemplos atuais seriam nomes como Declan Rice ou Gündogan.

Craque: É quem decide o jogo quando a tática falha. Tem um recurso técnico acima da média (um drible, um passe milimétrico, uma finalização impecável). O craque chama a responsabilidade e resolve. Hoje, falamos de Vinícius Júnior, Mbappé e Haaland.

Super Gênio e Gênio: É quem vê o que ninguém mais vê. O gênio e o super gênio não apenas jogam ele dita o ritmo e subverte as leis da lógica em campo. É o jogador que antecipa o lance três segundos antes dele acontecer. Na história recente, Lionel Messi é o maior expoente, e muitos olhos se voltam agora para ver se Lamine Yamal atingirá esse patamar absoluto.

Confira meu artigo .
https://leandroliveiraribeiroblo.blogspot.com/2025/11/lei-bosman.html. Confira meu artigo .

Confira as informações no Site Sofascore                 https://www.sofascore.com/news/pt/tecnicos-de-futebol-famosos-e-suas-filosofias-carlo-ancelotti/

O conhecimento tático no futebol é a capacidade de um jogador ou equipe de tomar decisões inteligentes e eficazes durante o jogo, com ou sem a posse de bola. Esse entendimento vai além da habilidade técnica individual, envolvendo a coordenação e a estratégia coletiva. 

Ele se manifesta em dois níveis principais: 

Tático declarativo: O conhecimento teórico sobre o que fazer em diferentes situações do jogo.

Tático processual: A capacidade de aplicar esse conhecimento de forma prática e instintiva em tempo real. 

Principais componentes táticos

Fases do jogo 

A tática se aplica em todas as fases de uma partida:

Organização ofensiva: Quando a equipe tem a posse de bola e busca atacar de forma organizada, ocupando espaços e criando oportunidades.

Transição ofensiva: O momento de recuperação da posse da bola e a rápida mudança de postura defensiva para a ofensiva.

Organização defensiva: Quando a equipe não tem a posse da bola e se posiciona para defender, impedindo as ações do adversário.

Transição defensiva: A reação da equipe no momento em que perde a posse da bola, buscando se reorganizar rapidamente para defender.

Bolas paradas: Jogadas específicas (escanteios, faltas) que envolvem estratégias planejadas para ataque e defesa. 

Princípios táticos fundamentais

Para cada fase do jogo, existem princípios que orientam o comportamento da equipe: 

Princípios ofensivos:

Penetração: Buscar a profundidade e a infiltração na defesa adversária.

Espaço: Criar e explorar espaços livres para receber a bola.

Cobertura ofensiva: Oferecer suporte ao companheiro que tem a bola.

Mobilidade: Movimentação constante para confundir a marcação.

Unidade ofensiva: Atuar em conjunto para atacar.

Princípios defensivos:

Contenção: Ação do jogador mais próximo da bola para atrasar o avanço adversário.

Cobertura defensiva: Apoiar o companheiro que faz a contenção.

Equilíbrio: Distribuir os jogadores para proteger a área do gol.

Concentração: Fechar espaços no centro do campo, onde há mais perigo.

Sistemas e esquemas táticos

Os esquemas táticos, representados por números (ex: 4-4-2, 4-3-3), são a forma como o treinador organiza a equipe em campo. Eles definem o posicionamento inicial e as funções dos jogadores, mas são adaptáveis e podem variar durante a partida. 

O italiano levará tempo para maturação no Brasil.  Pois a geopolítica mudou após a Lei Bosman .

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Imagem ; LANCE .