Jornalismo é a prática de coletar, verificar e comunicar informações relevantes e verídicas para o público. Utiliza diversas mídias, como texto, áudio e vídeo, para contar histórias, informar sobre eventos atuais e analisar questões de interesse público, promovendo a transparência e o entendimento na sociedade.
Em jornalismo, o lide (do inglês lead; em latim incipit) é a primeira parte de uma notícia. Geralmente o primeiro parágrafo com duas linhas posto em destaque que fornece ao leitor informação básica sobre o conteúdo.[1][2] A expressão inglesa lead tem, entre outras, a tradução de “primeiro”, “guia” ou “(o que vem) à frente”.
O lide é um elemento fundamental para a funcionalidade do texto jornalístico, que expressa a função das linhas iniciais de uma matéria, no intuito de atrair e conduzir o leitor aos demais parágrafos.
De uma maneira geral, o lide deve responder a seis perguntas: o quê (a ação), quem (o agente), quando (o tempo), onde (o lugar), como (o modo) e por que (o motivo) se deu o acontecimento central da história. No caso de não conseguir colocar todas as informações no início, o jornalista tem a opção de colocar o restante no sub-lead que representa o segundo parágrafo do assunto noticiado.
O lide, portanto, deve informar qual é o fato jornalístico noticiado e as principais circunstâncias em que ele ocorre. Segundo Adelmo Genro Filho, em “O Segredo da Pirâmide”, o lide deve descrever a maior singularidade da notícia.
Já o lide do texto de reportagem, ou de revista, não tem necessidade de responder imediatamente às seis perguntas. A sua principal função é oferecer uma prévia, como a descrição de uma imagem, do assunto a ser abordado.
O lide deve ser objetivo e direto, evitando a subjetividade, e pautar mais pela exatidão, linguagem clara e simples. O leitor ganha interesse pela notícia quando o lide é bem elaborado e coerente.O editorial da Super Abril Ao meu ver. Atende os quesitos de um lide jornalistico . Pois resçponde a seis perguntas: o quê (a ação), quem (o agente), quando (o tempo), onde (o lugar), como (o modo) e por que (o motivo) se deu o acontecimento central da história. No caso de não conseguir colocar todas as informações no início, o jornalista tem a opção de colocar o restante no sub-lead que representa o segundo parágrafo do assunto noticiado.
Um gênio (português brasileiro) ou génio (português europeu) é uma pessoa com grande capacidade mental. Ela pode se manifestar por um intelecto de primeira grandeza, ou um talento criativo fora do comum. Na primeira escala de classificação para níveis cognitivos, proposta por Lewis Madison Terman, em 1916, eram classificados como "gênios" as pessoas que obtivessem pontuação acima de 150, e "quase gênio" (near genius) entre 140 e 150, numa padronização com média = 100 e desvio-padrão = 16. Posteriormente, em 1928, essas classificações foram modificadas e passou-se a considerar "gênio" somente quem obtivesse pontuação acima de 180, também numa padronização com média = 100 e desvio-padrão = 16. Para David Wechsler, o termo "gênio" poderia ser aplicado a quem obtivesse escore acima de 127, numa padronização com média = 100 e desvio-padrão = 15. Mais tarde, passou a classificar como "gênio" quem obtivesse pontuação acima de 150. Pela classificação mais recente do Stanford-Binet V (2003), o termo gênio é aplicado a quem obtém escore acima de 160, sendo reservado o termo "superdotado" para quem obtém pontuação entre 145 e 160.
O pragmatismo é uma corrente filosófica que define que o significado e o valor de uma ideia ou teoria dependem de suas consequências práticas e de sua utilidade real. Criada nos Estados Unidos no final do século 19, essa linha rejeita verdades absolutas e abstratas, propondo que o conhecimento é dinâmico e deve ser testado continuamente na prática.
Consequencialismo: O valor de qualquer conceito é medido pelos seus efeitos práticos.
Antifundacionalismo: Rejeição de dogmas ou verdades inatas prontas.
Falibilismo: Ideia de que o conhecimento humano é provisório e passível de erros.
Meliorismo: Crença de que o mundo e a sociedade podem ser melhorados por meio de ações graduais.
Principais Pensadores
Charles Sanders Peirce: O criador do termo; focou na lógica e no método de investigação científica.
William James: Popularizou o movimento; aplicou o pragmatismo à psicologia e à experiência de vida diária.
John Dewey: Levou os conceitos para a educação e política, defendendo o aprendizado pela ação ("aprender fazendo").
No dia a dia, dizer que alguém é "pragmático" significa que a pessoa é objetiva, realista e focada em resolver problemas imediatos, sem perder tempo com discussões teóricas. Na filosofia, o pragmatismo vai além: é um método rigoroso para testar a validade das próprias teorias científicas e sociais por meio da experiência prática. Segundo a Jornalista , Mestra e Doutoranda , Edilaine Heleodoro Felix , no Quarto Período da Habilitação em Jornalismo na Comunicação Social , pelas Faculdades Integradas Alcântara Machado (FIAAM FAAM) . 0 Editorial da Super Abril , responde as perguntas do lead jornalístico. Mas apresenta uma alta doze de realismo . Algo comum em análise de gênios e super gênios
E vc leitor . O que acha ?
Imagem ; Site Paraltimes.