segunda-feira, 2 de novembro de 2026

GP do México .

 Max Verstappen saiu do quinto lugar para vencer o GP da Cidade do México pela Red Bull, derrotando  Lewis Hamilton, da Ferrari, que largou na pole e pressionou até o final . E Kimi Antonelli foi o terceiro, resultado mais do que suficiente para garantir ao jovem piloto italiano, o título do mundial de pilotos, com quatro corridas de antecipação.

Assim, Antonelli se torna mais jovem da história da F1, aos 20 anos, e o primeiro italiano a conquistar o título mundial  desde Alberto Ascari, em 1952 e 1953. O piloto estava tão emocionado , á ponto de chorar copiosamente.

O brasileiro Gabriel Bortoleto fez duas boas largadas, algo raro neste ano para a equipe Audi. O brasileiro terminou em 11º, mas ganhou três posições com punições a Oscar Piastri e à dupla da Alpine. Com isso, se classificou em oitavo, conseguindo pontuar após nove corridas.

O piloto da Audi falou via rádio sobre o título de Antonelli. "Parabéns para o Kimi, é muito legal ver alguém da minha geração conquistar um título na F1".

A próxima corrida será no Brasil no domingo que vem.

Veja a classificação do mundial de pilotos.

Kimi Antonelli (Mercedes): 380 pontos

Max Verstappen (Red Bull): 261 pontos

Lewis Hamilton (Ferrari): 259 pontos

George Russell (Mercedes): 250 pontos

Charles Leclerc (Ferrari): 245 pontos

Lewis Hamilton estava largando na pole position pela primeira vez na Ferrari, largou bem , mas viu   Charles Leclerc, que tinha largado em terceiro, pressiona-lo no começo da prova . Na curva 4, o monegasco optou por sair da pista e voltou à frente do britânico.  Sendo forçado á devolover  a posição, mas Max Verstappen, que tinha largado em quinto, superou Hamilton.

 Leclerc, então, abriu vantagem suficiente para ser punido e garatir a primeira posição. Ele recebeu uma punição de 5 segundos, o que irritou Verstappen e Hamilton, pois o que havia sido combinado era uma penalidade de dez segundos .

Leclerc estava conseguindo abrir os 5s que precisava, mas a Red Bull antecipou a parada de Verstappen na volta 28, chamando-o junto com Leclerc. O holandês , contou com bom pit stop da Red Bulll e assumiu a liderança.

Agora, Verstappen tinha pneus constantes  - o composto macio - e não enfrentava turbulência, enquanto Leclerc estava com os médios e não tendo rendimento no carro. Com Hamilton logo atrás.

Esse Safety Car logo virou uma bandeira vermelha. A Cadillac de Valtteri Bottas teve uma falha de suspensão em plena reta principal e o impacto do carro do finlandês com a barreira danifiucou a suspensão e a corrida foi paralisada.

Na reelargada, Hamilton superou Leclerc e pressionou Verstappen. Mas o holandes manteve a liderança. A corrida foi novamente paralisada , quando Lindblad desistiu  após colisão  com Piastri. A ocrrida foi reiniciada á nove voltas do final. Hamilton pressionou Verstappen. , Mas o tetracampeão correu com extrema inteligencia e venceu a corrida.  Kimi Antonelli se mostra um talento especial na Fórmula 1 . Dominando a ptressão de correr na Mercedes com uma maturidade incomum . 

Um gênio  ou génio  é uma pessoa com grande capacidade mental. Ela pode se manifestar por um intelecto  de primeira grandeza, ou um talento criativo  fora do comum. Na primeira escala de classificação para níveis cognitivos, proposta por Lewis Markson Terman , em 1916, eram classificados como "gênios" as pessoas que obtivessem pontuação acima de 150, e "quase gênio" (near genius) entre 140 e 150, numa padronização com média = 100 e desvio-padrão = 16. Posteriormente, em 1928, essas classificações foram modificadas e passou-se a considerar "gênio" somente quem obtivesse pontuação acima de 180, também numa padronização com média = 100 e desvio-padrão = 16. Para David Weschler , o termo "gênio" poderia ser aplicado a quem obtivesse escore acima de 127, numa padronização com média = 100 e desvio-padrão = 15. Mais tarde, passou a classificar como "gênio" quem obtivesse pontuação acima de 150. Pela classificação mais recente do Stanford Birnet V (2003), o termo gênio é aplicado a quem obtém escore acima de 160, sendo reservado o termo superdotado  para quem obtém pontuação entre 145 e 160.

O termo "gênio" também se aplica a alguém que seja um polimata ou alguém habilidoso em muitas áreas intelectuais. O termo se aplica com precisão a habilidades mentais, mais que físicas, embora seja também usado coloquialmente para indicar a posse de um talento superior em qualquer campo.

Deve-se ter em consideração que é perigoso tomar como referência as pontuações em testes de QI, quando se deseja fazer um diagnóstico razoavelmente correto de genialidade. Há que se levar em consideração que em todos as pontuações, e em todas as medidas, existe uma incerteza inerente, bem como os resultados obtidos nos testes representam a performance alcançada por uma pessoa em determinadas condições, não refletindo necessariamente a capacidade total ou ótima da pessoa em condições ideais. Fatores como sono, cansaço, estresse, desmotivação, ansiedade, entre outros, podem prejudicar os resultados nos testes, bem como fatores como a sorte podem inflacionar resultados em testes de múltipla escolha. E o mais importante: a grande maioria dos testes cognitivos usados em clínicas se baseia em questões demasiado elementares, inadequadas para estimar a capacidade intelectual em níveis muito altos. Isso gera muitas distorções quando se tenta diagnosticar "genialidade" com base num teste de QI. O ganhador do Nobel de Física Richard Feyeman  por exemplo, obteve escore 125 num teste de QI, e foi considerado portador de uma das mentes mais brilhantes do século 20; ao passo que alguns professores medianos de Física frequentemente alcançam escores de 140 a 160, desde que tenham pensamento rápido, já que a rapidez para resolver problemas simples é um quesito para se obter bons resultados em testes de QI tradicionais. Outro exemplo é o campeão mundial de Xadrez Garry Kasaoarov, que obteve escores 123 e 135 em dois testes de QI, sendo que sua genialidade é indiscutível. Fatos como este, quando não são adequadamente analisados, podem colocar em dúvida a validade dos testes de QI e os diagnósticos baseados nos testes.

Por isso, quando se trata do conceito de "gênio", é mais recomendável que o "diagnóstico" seja baseado na produção intelectual.

Há uma fina linha entre genialidade e loucura. Eu apaguei essa linha."


- citado em "Frases Geniais‎" - Página 40, de Paulo BuchsbaumA partir desse tema, também não podemos desconsiderar a citação: "Nem que seja para fazer alfinetes, o entusiasmo é indispensável para sermos bons no nosso ofício."- Ne fit-on que des épingles, il faut être enthousiaste de son métier pour y exceller. - "Observations sur la Sculpture et sur Bouchardon" in: "Oeuvres de Denis Diderot", Volume 4‎ - Página 575, Denis Diderot - A. Belin, 1818é uma citação atribuída a Denis Diderot. Ela destaca a importância do entusiasmo como elemento fundamental para o bom desempenho em qualquer tipo de trabalho.

Em 1973, Kevin Langdon criou os primeiros testes de inteligência sem limite de tempo, e com nível de dificuldade muito mais alto que o dos testes de QI tradicionais. Entre 1982 e 1985, Ronald Hoeflin criou outros três testes difíceis e sem limite de tempo, seguindo a mesma linha. Nas primeiras normatizações, estimava-se que estes testes seriam capazes de medir corretamente o QI até cerca de 190, enquanto os testes de QI tradicionais, como WAIS, Stanford-Binet, Cattell, Raven etc., só podiam medir corretamente até cerca de 135. Em normatizações mais recentes (2003-2006) e mais rigorosas, verificou-se que os testes de Hoeflin possuem um teto de validade perto de 165, sendo questionável a validade dos escores obtidos nos testes de Hoeflin que superem o patamar de 170. No final dos anos 1990 e início do seculo 21  houve um surto de novos testes difíceis, criados por membros de sociedades de alto QI  e atualmente existem dezenas de testes que pretendem medir adequadamente o QI até cerca de 180 ou mais, embora seja discutível se de fato os escores acima de 165 nestes testes são representações adequadas da capacidade intelectual. De qualquer modo, como são testes muito difíceis, complexos e demandam meses ou anos para serem solucionados, isso os torna mais semelhantes aos desafios intelectuais da vida acadêmica e faz com que representem melhor o nível de produção intelectual das pessoas examinadas. Empresas de alta tecnologia  como IBM e Microsoft , desenvolvem seus próprios testes cognitivos para selecionar seus colaboradores, geralmente com nível de dificuldade intermediário entre os testes de QI tradicionais e os testes mais difíceis criados por Langdon, Hoeflin, Lygeros e outros.

Para uma distribuição normal de escores com média 100 e desvio-padrão 16, um QI 180 corresponde a 5 desvios-padrão acima da média. Isso representa um nível de raridade de 1 em 3.500.000. Ou seja, há atualmente no mundo cerca de 2.000 pessoas com Qi neste nível de raridade. Assim, o nível de raridade acaba sendo um parâmetro adequado para atribuir o predicado de "gênio". Segundo a Revista Espaços .

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