Max Verstappen dominou o GP de Singapura, seu segundo triunfo consecutivo no mundial de Fórmula 1. O piloto da Red Bull teve problemas na comunicação pelo rádio , mas mesmo assim venceu de ponta á ponta . Charles Leclerc foi segundo com a Ferrari e Kimi Antonelli foi o terceiro com a Mercedes.
O brasileiro Gabriel Bortoleto, dessitiu na oitava volta com problemas no câmbio de sua Audi. Ele vinha em décimo ´setimo , depois de perder duas posições na largada e ser ultrapassado também por George Russell, que saiu em décimo nono por troca de motor.
O inglês, inclusive só conseguiu avançar até a nona colocação. E, com isso, a diferença entre os dois pilotos da Mercedes agora é de 105 pontos. Se ela chegar a pelo menos 125 na próxima corrida , em duas semanas, na pista de Austin, nos Estados Unidos, o italiano fatura o título mundial.
A exemplo do houve nas outras corridas em que largou em primeiro nesse mundial , Max Verstappen não foi bem nos primeiros metros, mas conseguiu manter a primeira colocação com uma primeira curva agressiva. Mas não abriu vantagem nas primeiras voltas: Charles Leclerc vinha junto com ele, permanecendo a menos de um segundo do holandes .
A Ferrari optou por estratégias distintas : Leclerc largou com os mesmos pneus macios de Verstappen e tantou pressionar . Com o composto médio e tenmatdno se mantyer na pista depois que os líderes parassem, Lewis Hamilton era terceiro e vinha controlando os componentes mecanicos da sua maquina.
Kimi Antonelli, que teve problemas nos freios, , ficando entre Hamilton e Lando Norris, que era seguido por Oscar Piastri. Liam Lawson, Nico Hulkenberg - que ganhou duas posições nos primeiros metros - Pierre Gaslly e Oliver Bearman eram os dez primeiros . O inglês da Haas teve grandes momentos no começo da corrida , ultrapassando o companheiro Esteban Ocon e Carlos Sainz.
A estratégia da Ferrari não teve exito por pura falta de ritmo. Hamilton, vinha lento com os pneus médios , parando seis voltas antes de Leclerc, enquanto Verstappen e as McLaren permaneciam na pista, tendo visto que os médios não funcionavam com Hamilton.
Verstappen ia abrindo vantagem para Leclerc antes da parada do monegasco, que voltpou á frente de Hamilton. A Ferrari não deu ordens de equipe, embora o inglês fosse mais veloz e Leclerc só saiu da frente quando um Safety Car Virtual foi acionado e o monegasco parou nos boxes , voltando em terceiro, sendo mais veloz que seu companheiro e que Verstappen.
Leclerc superou Hamilton e indo à caça de Verstappen, mas não conseguiu chegar no líder. Enquanto Hamilton, com pneus usados, acbou superado por Norris e Antonelli. E o italiano ainda aproveitou a briga dos britânicos para superar o atual campeão mundial.
Busacando corrida de recuperação após largar em décimo no , Russell por pouco não conseguiu usar o VSC durante a sua parada, já que ele acabou assim que o britânico parou nos boxes .. Com isso, ao invés de voltar à frente de Liam Lawson em sétimo, Russell voltou atrás de Gasly, em décimo. Russell somente superou o frances . Mas ficou atrás Nico Hulkenberg, da Audi.
Marx Verstappen msotra por que foi considerado o genio nessa década na Fórmula 1. Separou começo, meio em fim, com facilidade incomum . Kimi Antonelli é o virtaul campeão mundial em 2016. O que coloca na minha lista de talentos naturais. Antonelli. Certamento. Viverá sua maturação na Fórmula 1. Algo comum aos grandes campeões na Fórmula 1. Mas o jovem italiano mostra um talento especial.
A classificação final da corrida.
Max Verstappen (Red Bull)
Charles Leclerc (Ferrari)
Kimi Antonelli (Mercedes)
Lando Norris (McLaren)
Oscar Piastri (McLaren)
Lewis Hamilton (Ferrari)
Liam Lawson (Racing Bulls)
Nico Hulkenberg (Audi)
George Russell (Mercedes)
Isack Hadjar (Red Bull Racing)
Pierre Gasly (Alpine)
Oliver Bearman (Haas)
Esteban Ocon (Haas)
Carlos Sainz (Williams)
Arvid Lindblad (Racing Bulls)
Fernando Alonso (Aston Martin)
Sergio Pérez (Cadillac)
Alexander Albon (Williams)
Valtteri Botas (Cadillac)
Lance Stroll (Aston Martin)*
Franco Colapinto (Alpine)*
Gabriel Bortoleto (Audi)*
* Não terminaram a corrida.
Um gênio ou génio é uma pessoa com grande capacidade mental. Ela pode se manifestar por um intelecto de primeira grandeza, ou um talento criativo fora do comum. Na primeira escala de classificação para níveis cognitivos, proposta por Lewis Markson Terman , em 1916, eram classificados como "gênios" as pessoas que obtivessem pontuação acima de 150, e "quase gênio" (near genius) entre 140 e 150, numa padronização com média = 100 e desvio-padrão = 16. Posteriormente, em 1928, essas classificações foram modificadas e passou-se a considerar "gênio" somente quem obtivesse pontuação acima de 180, também numa padronização com média = 100 e desvio-padrão = 16. Para David Weschler , o termo "gênio" poderia ser aplicado a quem obtivesse escore acima de 127, numa padronização com média = 100 e desvio-padrão = 15. Mais tarde, passou a classificar como "gênio" quem obtivesse pontuação acima de 150. Pela classificação mais recente do Stanford Birnet V (2003), o termo gênio é aplicado a quem obtém escore acima de 160, sendo reservado o termo superdotado para quem obtém pontuação entre 145 e 160.
O termo "gênio" também se aplica a alguém que seja um polimata ou alguém habilidoso em muitas áreas intelectuais. O termo se aplica com precisão a habilidades mentais, mais que físicas, embora seja também usado coloquialmente para indicar a posse de um talento superior em qualquer campo.
Deve-se ter em consideração que é perigoso tomar como referência as pontuações em testes de QI, quando se deseja fazer um diagnóstico razoavelmente correto de genialidade. Há que se levar em consideração que em todos as pontuações, e em todas as medidas, existe uma incerteza inerente, bem como os resultados obtidos nos testes representam a performance alcançada por uma pessoa em determinadas condições, não refletindo necessariamente a capacidade total ou ótima da pessoa em condições ideais. Fatores como sono, cansaço, estresse, desmotivação, ansiedade, entre outros, podem prejudicar os resultados nos testes, bem como fatores como a sorte podem inflacionar resultados em testes de múltipla escolha. E o mais importante: a grande maioria dos testes cognitivos usados em clínicas se baseia em questões demasiado elementares, inadequadas para estimar a capacidade intelectual em níveis muito altos. Isso gera muitas distorções quando se tenta diagnosticar "genialidade" com base num teste de QI. O ganhador do Nobel de Física Richard Feyeman por exemplo, obteve escore 125 num teste de QI, e foi considerado portador de uma das mentes mais brilhantes do século 20; ao passo que alguns professores medianos de Física frequentemente alcançam escores de 140 a 160, desde que tenham pensamento rápido, já que a rapidez para resolver problemas simples é um quesito para se obter bons resultados em testes de QI tradicionais. Outro exemplo é o campeão mundial de Xadrez Garry Kasaoarov, que obteve escores 123 e 135 em dois testes de QI, sendo que sua genialidade é indiscutível. Fatos como este, quando não são adequadamente analisados, podem colocar em dúvida a validade dos testes de QI e os diagnósticos baseados nos testes.
Por isso, quando se trata do conceito de "gênio", é mais recomendável que o "diagnóstico" seja baseado na produção intelectual.
Há uma fina linha entre genialidade e loucura. Eu apaguei essa linha."
- citado em "Frases Geniais" - Página 40, de Paulo BuchsbaumA partir desse tema, também não podemos desconsiderar a citação: "Nem que seja para fazer alfinetes, o entusiasmo é indispensável para sermos bons no nosso ofício."- Ne fit-on que des épingles, il faut être enthousiaste de son métier pour y exceller. - "Observations sur la Sculpture et sur Bouchardon" in: "Oeuvres de Denis Diderot", Volume 4 - Página 575, Denis Diderot - A. Belin, 1818é uma citação atribuída a Denis Diderot. Ela destaca a importância do entusiasmo como elemento fundamental para o bom desempenho em qualquer tipo de trabalho.
Em 1973, Kevin Langdon criou os primeiros testes de inteligência sem limite de tempo, e com nível de dificuldade muito mais alto que o dos testes de QI tradicionais. Entre 1982 e 1985, Ronald Hoeflin criou outros três testes difíceis e sem limite de tempo, seguindo a mesma linha. Nas primeiras normatizações, estimava-se que estes testes seriam capazes de medir corretamente o QI até cerca de 190, enquanto os testes de QI tradicionais, como WAIS, Stanford-Binet, Cattell, Raven etc., só podiam medir corretamente até cerca de 135. Em normatizações mais recentes (2003-2006) e mais rigorosas, verificou-se que os testes de Hoeflin possuem um teto de validade perto de 165, sendo questionável a validade dos escores obtidos nos testes de Hoeflin que superem o patamar de 170. No final dos anos 1990 e início do seculo 21 houve um surto de novos testes difíceis, criados por membros de sociedades de alto QI e atualmente existem dezenas de testes que pretendem medir adequadamente o QI até cerca de 180 ou mais, embora seja discutível se de fato os escores acima de 165 nestes testes são representações adequadas da capacidade intelectual. De qualquer modo, como são testes muito difíceis, complexos e demandam meses ou anos para serem solucionados, isso os torna mais semelhantes aos desafios intelectuais da vida acadêmica e faz com que representem melhor o nível de produção intelectual das pessoas examinadas. Empresas de alta tecnologia como IBM e Microsoft , desenvolvem seus próprios testes cognitivos para selecionar seus colaboradores, geralmente com nível de dificuldade intermediário entre os testes de QI tradicionais e os testes mais difíceis criados por Langdon, Hoeflin, Lygeros e outros.
Para uma distribuição normal de escores com média 100 e desvio-padrão 16, um QI 180 corresponde a 5 desvios-padrão acima da média. Isso representa um nível de raridade de 1 em 3.500.000. Ou seja, há atualmente no mundo cerca de 2.000 pessoas com Qi neste nível de raridade. Assim, o nível de raridade acaba sendo um parâmetro adequado para atribuir o predicado de "gênio". Segundo a Revista Espaços .
Confira meu artigo .https://
Imagem do UOL.

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