Max Verstappen venncia o GP dos Estados Unidos em 2025 com autoridade e, com o primeiro lugar também na corrida sprint, coroava um fim de semana perfeito no Circuito das Américas, no Texas.
Lando Norris, da McLaren, superou Charles Leclerc nas últimas voltas e ficou em segundo , com o monagesco fechando o pódio. Lewis Hamilton foi o quarto e Oscar Piastri, então líder do mundial de pilotos , chegou em quinto. O brasileiro Gabriel Bortoleto, da Sauber, ficou apenas em décimo oitavo.
Com a vitória em solo norte americano , Verstappen vencioa sua quinta corrida no ano (venceu as etapas Emília-Romagna, Japão, Itália, Azerbaijão e Estados Unidos), vencendo o GP dos Estados Unidos pela quarta vez, descontando a desvantagem para Piastri na classificação geral para 40 pontos. Faltando cinco corridas para o encerramento do mundial, sonhava com o pentacampeonato.
Largando bem , Verstappen mantém a liderança após Leclerc superar Norris e pressionar o tetracampeão. Já Hamilton e Piastri ganharam uma posição cada, superando Russell.
Na décima quinta volta, Norris pressionava Leclerc , mas o monagesco fechou a porta para o piloto da McLaren até a vigésima primeira volta . E então parou nos boxes. Após a parada do piloto da McLaren na volta 33, Leclerc retomou a posição. No fim, Norriis superou o ferrarista.
O brasileiro Gabriel Bortoleto fez corrida apagada. Largando em décimo sexto, não teve bom acerto no carro para o treino e para a corrida. Andou sempre atrás do seu companheiro de equipe e reconheceu a corrida muito abaixo em solo norte americano. Max Verstappen vinha tirando mais 100 % de desempenho com um carro inferior . O que o colocava como o gênio nessa década na Fórmula 1.
Classificação da corrida nos Estados Unidos em 2025.
Max Verstappen (HOL/Red Bull)
Lando Norris (GBR/McLaren)
Charles Leclerc (MON/Ferrari)
Lewis Hamilton (GBR/Ferrari)
Oscar Piastri (AUS/McLaren)
George Russell (GBR/Mercedes)
Yuki Tsunoda (JAP/Red Bull)
Nico Hülkenberg (ALE/Sauber)
Oliver Bearman (GBR/Haas)
Fernando Alonso (ESP/Aston Martin)
Liam Lawson (NZL/Racing Bulls)
Lance Stroll (CAN/Aston Martin)
Andrea Kimi Antonelli (ITA/Mercedes)
Alexander Albon (TAI/Williams)
Esteban Ocon (FRA/Haas)
Isack Hadjar (FRA/Racing Bulls)
Franco Colapinto (ARG/Alpine)
Gabriel Bortoleto (BRA/Sauber)
Pierre Gasly (FRA/Alpine)
Carlos Sainz (ESP/Williams
Um gênio ou génio é uma pessoa com grande capacidade mental. Ela pode se manifestar por um intelecto de primeira grandeza, ou um talento criativo fora do comum. Na primeira escala de classificação para níveis cognitivos, proposta por Lewis Markson Terman , em 1916, eram classificados como "gênios" as pessoas que obtivessem pontuação acima de 150, e "quase gênio" (near genius) entre 140 e 150, numa padronização com média = 100 e desvio-padrão = 16. Posteriormente, em 1928, essas classificações foram modificadas e passou-se a considerar "gênio" somente quem obtivesse pontuação acima de 180, também numa padronização com média = 100 e desvio-padrão = 16. Para David Weschler , o termo "gênio" poderia ser aplicado a quem obtivesse escore acima de 127, numa padronização com média = 100 e desvio-padrão = 15. Mais tarde, passou a classificar como "gênio" quem obtivesse pontuação acima de 150. Pela classificação mais recente do Stanford Birnet V (2003), o termo gênio é aplicado a quem obtém escore acima de 160, sendo reservado o termo superdotado para quem obtém pontuação entre 145 e 160.
O termo "gênio" também se aplica a alguém que seja um polimata ou alguém habilidoso em muitas áreas intelectuais. O termo se aplica com precisão a habilidades mentais, mais que físicas, embora seja também usado coloquialmente para indicar a posse de um talento superior em qualquer campo.
Deve-se ter em consideração que é perigoso tomar como referência as pontuações em testes de QI, quando se deseja fazer um diagnóstico razoavelmente correto de genialidade. Há que se levar em consideração que em todos as pontuações, e em todas as medidas, existe uma incerteza inerente, bem como os resultados obtidos nos testes representam a performance alcançada por uma pessoa em determinadas condições, não refletindo necessariamente a capacidade total ou ótima da pessoa em condições ideais. Fatores como sono, cansaço, estresse, desmotivação, ansiedade, entre outros, podem prejudicar os resultados nos testes, bem como fatores como a sorte podem inflacionar resultados em testes de múltipla escolha. E o mais importante: a grande maioria dos testes cognitivos usados em clínicas se baseia em questões demasiado elementares, inadequadas para estimar a capacidade intelectual em níveis muito altos. Isso gera muitas distorções quando se tenta diagnosticar "genialidade" com base num teste de QI. O ganhador do Nobel de Física Richard Feyeman por exemplo, obteve escore 125 num teste de QI, e foi considerado portador de uma das mentes mais brilhantes do século 20; ao passo que alguns professores medianos de Física frequentemente alcançam escores de 140 a 160, desde que tenham pensamento rápido, já que a rapidez para resolver problemas simples é um quesito para se obter bons resultados em testes de QI tradicionais. Outro exemplo é o campeão mundial de Xadrez Garry Kasaoarov, que obteve escores 123 e 135 em dois testes de QI, sendo que sua genialidade é indiscutível. Fatos como este, quando não são adequadamente analisados, podem colocar em dúvida a validade dos testes de QI e os diagnósticos baseados nos testes.
Por isso, quando se trata do conceito de "gênio", é mais recomendável que o "diagnóstico" seja baseado na produção intelectual.
Há uma fina linha entre genialidade e loucura. Eu apaguei essa linha."
- citado em "Frases Geniais" - Página 40, de Paulo BuchsbaumA partir desse tema, também não podemos desconsiderar a citação: "Nem que seja para fazer alfinetes, o entusiasmo é indispensável para sermos bons no nosso ofício."- Ne fit-on que des épingles, il faut être enthousiaste de son métier pour y exceller. - "Observations sur la Sculpture et sur Bouchardon" in: "Oeuvres de Denis Diderot", Volume 4 - Página 575, Denis Diderot - A. Belin, 1818é uma citação atribuída a Denis Diderot. Ela destaca a importância do entusiasmo como elemento fundamental para o bom desempenho em qualquer tipo de trabalho.
Em 1973, Kevin Langdon criou os primeiros testes de inteligência sem limite de tempo, e com nível de dificuldade muito mais alto que o dos testes de QI tradicionais. Entre 1982 e 1985, Ronald Hoeflin criou outros três testes difíceis e sem limite de tempo, seguindo a mesma linha. Nas primeiras normatizações, estimava-se que estes testes seriam capazes de medir corretamente o QI até cerca de 190, enquanto os testes de QI tradicionais, como WAIS, Stanford-Binet, Cattell, Raven etc., só podiam medir corretamente até cerca de 135. Em normatizações mais recentes (2003-2006) e mais rigorosas, verificou-se que os testes de Hoeflin possuem um teto de validade perto de 165, sendo questionável a validade dos escores obtidos nos testes de Hoeflin que superem o patamar de 170. No final dos anos 1990 e início do seculo 21 houve um surto de novos testes difíceis, criados por membros de sociedades de alto QI e atualmente existem dezenas de testes que pretendem medir adequadamente o QI até cerca de 180 ou mais, embora seja discutível se de fato os escores acima de 165 nestes testes são representações adequadas da capacidade intelectual. De qualquer modo, como são testes muito difíceis, complexos e demandam meses ou anos para serem solucionados, isso os torna mais semelhantes aos desafios intelectuais da vida acadêmica e faz com que representem melhor o nível de produção intelectual das pessoas examinadas. Empresas de alta tecnologia como IBM e Microsoft , desenvolvem seus próprios testes cognitivos para selecionar seus colaboradores, geralmente com nível de dificuldade intermediário entre os testes de QI tradicionais e os testes mais difíceis criados por Langdon, Hoeflin, Lygeros e outros.
Para uma distribuição normal de escores com média 100 e desvio-padrão 16, um QI 180 corresponde a 5 desvios-padrão acima da média. Isso representa um nível de raridade de 1 em 3.500.000. Ou seja, há atualmente no mundo cerca de 2.000 pessoas com Qi neste nível de raridade. Assim, o nível de raridade acaba sendo um parâmetro adequado para atribuir o predicado de "gênio". Segundo a Revista Espaços .
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Imagem da TV Bandeirantes.

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