domingo, 7 de janeiro de 2024

Uma certa questão .

 O que seria do mundo sem as pessoas geniais, aquelas que inspiram e ajudam muitas outras com soluções, antes, inimagináveis?  Umas pessoas tem orgulho de ter sido construída por uma dessas mentes brilhantes, o que fez toda a diferença na nossa história. É claro que estou  falando do  tricampeão mundial  de F1 Nelson Piquet.

Responsável por grandes inovações inéditas  a sua época de Fórmula 1, como no reabastecimento e no aquecimento de pneus, Piquet tem na sua história tanto êxito fora das pistas quanto nos tempos de piloto.

Acompanho automobilismo mundial há 41 anos. Nélson Piquet. Foi um inovador muito á frente do seu tempo na Fórmula 1.

Nélson Piquet. Foi um inovador nato. Imbativel em trazer técnologias. Antes impensáveis, Durante á década de 1980 no automobilismo mundial.

E extamente por isso leitor (a ). Digo que Nelson Piquet. Foi o melhor de todos na arte de inovar as tecnologias em uma maquina de corrida no automobilismo mundial.

Algumas pessoas como Francisco Rosa (Guru dos pilotos brasileiros que iam para a Europa) e Nelson Piquet dizem que Senna não tinha qualquer nível de  conhecimento técnico sobre carros, por isso no Brasil (somente por aqui) há essa ideia que ele não tinha qualquer nível de conhecimento técnico sobre carros, apesar das pessoas que trabalharam diretamente com Senna dizerem justamente o oposto disso. 

Seguem abaixo as declarações dos chefes de equipe, engenheiros, pilotos e pessoas que trabalharam com Senna. De acordo com dados do site tudo sobre Fórmula 1

“Ayrton dava muitas informações sobre o carro certas, no ritmo certo e no critério de prioridade correta. E isso para um engenheiro é a vida...”


(Alex Hawkidge chefe da equipe Toleman durante os testes de 1983- Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=3qV6yO0H5ZA&t=189s (Canal Automobilismo Brasil))


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“A primeira vez em que usamos os Michelin eu fui nos testes. Foi quando Ayrton me impressionou mais do que em qualquer outra ocasião. Pelo acordo com a Michelin nós correríamos com os pneus que eles tinham usado no ano passado (83) e que, como eles próprios admitiam, não eram competitivos. Não recebemos promessas de que teríamos os mesmos pneus que a McLaren. A McLaren tinha uma espécie de voto de Minerva que nos excluiria de receber equipamento comparável. Nós corremos com os pneus antigos, cruzando com componentes diferentes. Ayrton conseguiu continuar melhorando o carro. Aquilo espantou até os técnicos da Michelin”.


(Alex Hawkidge chefe da equipe Toleman-A Face de um Gênio pg 89)


 


“As informações dadas por Senna correspondem exatamente às da telemetria, curva a curva, rotações e pressão do turbo, temperatura, tudo. Mesmo quando pilotava no limite”.


(Bernard Dudot- Engenheiro da Renault- Ayrton Senna no Brasil pag 86)


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“Sem dúvida, ele se interessava não só pelo motor. Desde o início de cada operação conosco, ele passava muito tempo comigo, para entender como funcionava o motor, para entender o que era importante governando o motor, a temperatura, o regime, a pressão de alimentação e como esses parâmetros enteragiam entre si. Uma coisa que é difícil de entender, mas ele entendia. Ele era um rapaz que entendia que tinha diálogo com os técnicos com os engenheiros. Era de tal forma interessado em seu motor, que era seu. E isso para nós era fascinante. Muito positivo.”


(Bernard Dudot- Engenheiro da Renault)


 


“Principalmente para a equipe, o que nos importava, então essa era a forma de nos orientar no desenvolvimento das coisas quanto ao motor. Ou seja, ele fazia escolhas, e percebemos que jamais se enganou, orientando-se perfeitamente. Era muito levado pelo instinto, que de tal modo, acertava, que eu confiava nele. Ele sempre me ajudava, e fazia tudo para ter certeza. Era seu temperamento”.


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“Ele adorava os turbos. Nas medições ele sempre olhava sobre meus ombros para ver se não era enganado. Ele controla tudo. Está sempre atrás de você procurando entender para controlar tudo junto com você. O pior era encontrar com ele às 23:00h no hotel. Todos queriam ir para a cama, mas ele ainda queria analisar quinze voltas”.


(Bruno Mauduit –Engenheiro da Renault)


 


O chefe da equipe Porsche elogiou muito o Senna dizendo que ele foi rápido logo de cara, e disse que Senna sentiu que o carro saía muito de frente, Senna ficou conversando 4 horas sobre os problemas do carro e fez um dossiê com 35 itens a serem melhorados. No ano seguinte esse mesmo carro com essas melhorias venceu as 1000 km de Nurburgring. Isso mostra como Senna passava boas informações sobre o carro.


(Chefe da Equipe Porsche 956 - Reproduzido do Canal Automobilismo Brasil)


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Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=lHReztm6EDA&t=818s


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“A combinação com sua disposição foi o que mais me impressionou. E sua total capacidade de concentração quando estava no carro testando, se classificando ou correndo. Para mim ele era um computador móvel. Podia lembrar de detalhes de um teste, podia fazer isto e muito mais. Ele via cada pequeno detalhe porque ele se dedicava 110%. E nós, 100%. Então ele também exigia 110% de nós”.

(Dick Bennets- chefe de equipe West Surrey Racing- Toyota F3 1983)


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“Ele conseguia recordar-se em detalhe o que o carro fazia e ligava-me 3 ou 4 dias depois sugerindo uma nova regulagem no carro. Naqueles dias não tínhamos computadores, mas Ayrton tinha a sua capacidade mental...”


(Dick Bennets- Ayrton Senna Saudade- O que faltava saber pg 90)


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“Ele veio, fez alguns ajustes no carro, eram ajustes de piloto, realmente, e ele queria acertá-lo para si próprio... Nós havíamos ajustado o carro exatamente como Weaver (piloto oficial da equipe) o havia pilotado. Saiu de novo deu mais dez voltas e igualou o tempo que havíamos obtido a pole. Depois de mais dez voltas, era a sua primeira vez num Fórmula Três, não se esqueça, ele se tornou um dos primeiros pilotos a chegar aos 53 segundos no circuito do Clube de Silverstone. Aquilo era um assombro, absolutamente espantoso. Qualquer que foram os ajustes que ele fez, nós os mantivemos e Weaver veio a ganhar três corridas depois daquilo. Vencemos com os ajustes de Senna em Donington, Jerez e Nogaro.”


(Eddie Jordan sobre o primeiro teste no F3- Livro A Face do Gênio pg 51 e 52)


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“Poucas pessoas perceberam, na verdade, como Ayrton trabalhou duro para chegar ao sucesso, o quanto ele deu de si. Eu vivi isso e aprendi com ele o que significa trabalhar na F1.”


(Gerhard Berger AS-Sua vitória, seu legado pg 122)


 


“Ele (Senna) explicava qual a alteração era necessária para ganhar décimos de segundo. Descobria diferenças que eu não enxergava. Depois das corridas sempre queria analisar as performances no computador. Conferia as informações e buscava pontos negativos a serem corrigidos.”


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“Uma vez em Spa, ele passou uma hora e quarenta minutos descrevendo uma só volta de treino, com todas as impressões, sensações, e principalmente com todos os dados técnicos, números de rotações, pressão do óleo, etc. Em cada local, em cada curva, o meio da curva, a saída de curva... depois confrontamos tudo o que ele tinha dito com os dados da telemetria, igualzinho, com precisão absoluta. Era inacreditável...” (AS-Sua vitória, seu legado pg 120/121)


(Gerard Ducarouge- Engenheiro Projetista da Lotus)


 


“Senna era melhor acertador e melhor estrategista que o Prost, ele chegava até mesmo blefar para o francês”. (Gordon Murray, Herói Revelado de Ernesto Rodrigues pg 284)


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“Acho que a diferença que é, na época de Nelson, os pilotos passavam muito mais do seu tempo livre com a equipe, comigo, com o projetista em geral. Na época de Ayrton, nem tanto – nós só ficávamos juntos de verdade com a equipe técnica durante os testes, ou nos treinos, ou nas corridas. Nelson e eu passávamos quase que a semana inteira juntos. Mas ambos (Nelson e Ayrton) tinham muita habilidade técnica.” (Gordon Murray)


 


“Ele levou a coisa na calma, pulou no carro, voltou, deu-nos um bom feedback, informações muito boas. Dali você podia ver que o cara seria um campeão mundial”


(Herbie Blash- sobre o teste na Brabham em 1983 A face de um gênio pg 75)


 


“Em quatro dias de teste aprendi mais com esse rapaz (Senna) do que no ano inteiro com o outro piloto (Johnny Cecotto)”


(Mezzoanotti - Engenheiro de pneus da Pirelli durante os testes de pneus no Brasil em 84)


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"O conhecimento técnico, a memória fotográfica, a capacidade de concentração em cada volta que dava num carro de corridas, não importando as circunstâncias, sua determinação de vencer, sua intensidade e sua convicção, tudo isso somado o deixava um degrau acima dos outros".


(Michael Kanefuss, Diretor Esportivo da Ford por 25 anos, conheceu Hill, Clark e Fittipaldi)


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“Ele era muito bom por que prestava atenção em todos os detalhes. Eu aprimorava o carro aqui ou ali, mas ele ia nos pequenos detalhes, por isso ele era fantástico”.


(Mika Hakkinen em entrevista a Jeremy Clarkson do Programa Inglês Top Gear)


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“Senna tinha um raro feeling para entender o funcionamento das máquinas."


(Neil Oatley- Jornal O Globo 27/03/1994 pg 51)


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“Os mecânicos da Lotus diziam que não podiam esconder nada dele. Senna tinha uma capacidade rara, mesmo entre os grandes pilotos: sabia ler o comportamento do carro, avaliá-lo mecanicamente. Se ele tivesse alguma dúvida sobre a caixa de câmbio ele fazia você desmontá-la. Ele ficava horas andando em volta, olhando o carro. Depois de uma volta relatava aos mecânicos todas as variações que o carro sofria por exemplo em qual curva estava gastando mais combustível e de quando era esse gasto. Sensibilidade e memória incansáveis”


(Nigel Stepney Lotus-O Eleito pg 44)


 


“Ele é um excelente piloto de testes. Muito sensível para as características do motor. Ele nota as mínimas diferenças. Nós comparamos com os dados no computador. Assim descobrimos qual o caminho que ele deveria ir”.


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“As entradas de Piquet (86), Senna (87) e depois Prost (88), no desenvolvimento dos motores Honda, foram fundamentais para nosso crescimento, pois na época de Mansell e Rosberg, eles quase não passavam informações. Seus briefings duravam apenas 20 minutos, enquanto na época de Senna-Prost havia briefings que duravam até 3 horas. Era muito produtivo."


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“Não era possível achar em qualquer outro piloto um colaborador assim. Ninguém nunca nos deu informações tão precisas, principalmente sobre coisas que nossos computadores jamais nos poderiam dizer. Ninguém nos levou tão longe... e olha que havíamos trabalho com pilotos de primeira linha, como Piquet e Prost...” (AS-Sua vitória seu legado pg 121)


(Osamu Goto)


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“A grande diferença entre Ayrton e os outros é o seu incrível poder de concentração. Querem um exemplo? Depois daquelas voltas incrivelmente rápidas, uma volta das que pensamos só é possível só tendo olhos para a pista. Senna desce no carro tranquilamente, e nos descreve curva a curva, reta a reta, quantas rotações por minuto fazia o motor, qual era a pressão do turbo e a aderência dos pneus e relembra cada segundo do traçado com uma precisão capaz de pasmar o mais preciso dos computadores. Ele é fora de série, sem dúvida. Pode haver igual. Melhor do que ele, duvido”.


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“Sua abordagem era sentar com os engenheiros e confirmar se as coisas que deveriam ser feitas no carro tinham sido feitas. Sobre a preparação ele gastava muito tempo com os pneus porque naqueles dias, havia muita opção de pneus. Ele fazia um programa com os engenheiros e eu sobre o que queríamos testar como queríamos testar, quando usar tanque cheio, quantas voltas daríamos para testar isto e aquilo. E ele seguia a partir daí”.


(Peter Warr- Chefe da equipe Lotus)


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"Ayrton (Senna) era único, especial. Estava num outro mundo e você tinha que entender isso quando conversava com ele. Ao mesmo tempo em que ele era extremamente chato e minucioso com todo e qualquer detalhe – levando todos os técnicos à loucura – ele podia pegar um carro claramente inferior e vencer."


(Pierre Dupasquier, Diretor de competição da Michelin)


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“Ayrton foi o primeiro piloto a ter preocupação de recolher todos os relatórios sobre o desempenho do carro e se debruçar neles até tarde da noite. Era comum ele levar os relatórios com os dados da telemetria para casa e voltar no dia seguinte cheio de perguntas ou sugestões para engenheiros. Era um obesessivo-compulsivo nesse aspecto”.


(Ron Dennis- Chefe da equipe McLaren- Livro herói Revelado pg 238)


 


“Senna é o cara. Ele tinha a habilidade, mesmo naquele estágio e naquela idade, de saber o que o carro estava fazendo, sabia o que queria que o carro fizesse e sabia conversar com um engenheiro. Ele é brilhante, a gente simplesmente tem que tê-lo”.


(Rory Byrne em 1983- Engenheiro Projetista das equipes Toleman, Benetton e Ferrari)


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“Ele (Senna) foi provavelmente o indivíduo mais sensível que vi num cockpit em termos de sentir o carro... Ele sentiria o carro em todas as superfícies as quais seu corpo entrasse em contato.” (Steve Hallam, entrevista Senna was phenomenal)


 


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=Ns0EqoNtimo


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“Ele (Senna) era um fantástico piloto de corridas, extremamente competitivo, orgulhoso, tinha uma memória e uma sensibilidade sobre o carro muito boa, sabia exatamente o carro estava fazendo, era muito articulado, ele sabia passar para os engenheiros o que o carro estava fazendo.


 


"Ele era muito sensitivo em tudo do carro, era muito sensitivo para fazer selecionar mudanças (acertos). Muitas vezes ele mudava a pressão dos pneus antes das corridas, por que ele pressentia alguma coisa. Ele era muito bom desenvolvedor trabalhando com os motores."


 


"Era um cara muito bom de se trabalhar.... Ele fazia o carro ficar mais rápido."


(Steve Nichols entrevista para repórter ingles, Vídeo do YouTube “Steve Nichols on Senna”)


 


“Alain queria vencer corridas. Senna, além de vencer, estava profundamente envolvido com o projeto dos japoneses. Prost era o carburador, Senna a injeção eletrônica. Na verdade, a diferença do feedback que Senna dava aos engenheiros era brutal. Ele era um computador a mais. Olhava para a frente, do ponto de vista tecnológico, enquanto Prost ficava nos recursos tradicionais. A verdade é que Alain percebeu quem era Ayrton e começou a reclamar”.

Caro leitor ( a). Ayrton tinha era excelente afinador de motores e tinha inteligencia  na escolha dos pneus. Além de ter competencia técnica para trasmitir corretamente as informações do carro aos engenheiros.

Mas quando eu digo que Nélson Piquet foi o melhor de todos em engenharia de uma maquina de corrida. Isso não necessariamente significa dizer que Ayrton Senna fosse uma porcaria no conhecimento  de um carro de corrida.

Quando eu coloco Nelson á frente da Ayrton em nivel de engenharia de um carro de corrida. Eu não necessariamente digo que Ayrton fosse uma porcaria neste aspécto. E tão pouco quero dizer que Ayrton não tinha quaisquer conhecimentos técnicos sobre carros de corrida.

Nélson Piquet. Foi um inovador á frente do seu tempo no automobilismo mundial. E exatamente por isso eu o coloquei como o melhor de todos na arte de desenvolver uma maquina no automobilismo mundial.

Trazer inovações inéditas á sua época no automobilismo. É algo diferente de afinar motores e escolher um jogo de pneus. Inovar á frente do seu tempo. É algo diferente do que apenas transmitir informações pontuais aos seus respectivos engenheiros.

No link á seguir, veja oe meus melhores em cada década na Fórmula1https://leandroliveiraribeiroblo.blogspot.com/search?q=Meus+melhores+em+cada+d%C3%A9cada

Ayrton Senna e Nelson Piquet, ficaram empatados na década de 1980, com 20 triunfos cada. Mas. Conforme, você viu no link, eu coloquei Piquet á frente de Senna, nos meus melhores pilotos na década de 1980.

Confira as estatisticas da Fórmuma 1https://www.statsf1.com/pt/statistiques/pilote.aspx

Imagem ; Portal Globo Esporte. 

 


 



sábado, 6 de janeiro de 2024

E sua opinião leitor ( a) ?

Confira a liderança do Brasil no  ranking das Copas do Mundo, no site campeões do futebolhttps://www.campeoesdofutebol.com.br/copa_mundo_ranking.html

Confira no site campeões do futebol, a história, títulos e curiosidades de clubes brasileiros que conquistaram ao menos um troféu na sua história.https://www.campeoesdofutebol.com.br/hist_clubes.html

 Talento esportivo  é a inclinação e habilidade natural ou desenvolvida de uma pessoa para realizar determinada atividade, algo que facilita o sucesso pessoal numa determinada atividade ou ocupação. Também refere-se a pessoa com competências fora da média para realizar uma determinada atividade esportiva.

Talentos no esporte são as inclinações  e habilidades naturais  ou desenvolvida de um esportista  para realizar determinada atividade, algo que facilita o sucesso pessoal numa determinada atividade ou ocupação. Também refere-se a pessoa com competências individuais excelentes para realizar uma determinada modalidade esportiva.

No futebol. Os seus fundamentos técnicos são ; Condução da Bola; Passe; Chute ; Drible; Recepção ou dominio de bola e o cabeçeio.

A condução da bola, significa que um futebolista, tem a excelencia para manter consigo o controle e o total domínio da posse da bola, mesmo quando pressionado por um mais advresário.

O passe é a capacidade de visão de jogo e a visão periférica do campo, para que o futebolista tenha a plena visão periférica para acionar seus companheiros melhor poscionados dentro do campo de jogo.

O passe á habilidade técnica, executada com extrema perfeição, sendo muito importante para o funcionamento técnico, tático e periférico de uma equipe de futebol nos seus 90 ou 120 minutos de bola rolando.

O chute é e habilidade técnica de finalizar á uma jogadas em direção aos gol adversário, ou mesmo a habilidade técnica dos defensores em impedir a progressão de um adversário rumo á sua meta.

O dominio de bola, exige uma fusão entre o fundamento da conclusão, para que o jogador consiga com o equilibrio e uea visão estratégica e a leitura tática de uma partida de futebol, executar movimentos inesperados, que possam quebrar as linhas de defesa, meio campo e ataque do time adversário.

O controle da bola, é a capacidade do jogador não somente em receber a bola. Mas também é a capacidade técnica do jogador ter uma visão estratégica necessária para manter a bola sob o seu controle.

O controle de bola é um dos fundamentos técnicos mais importante. Pois com o controle de bola, um jogador tem a capacidade de visão de jogo plena, não somente para manter a posse da bola, mas também para ditar o ritmo da partida em momentos de forte pressão ofensiva das linhas de meio campo e ataque da equipe adversária.

Nas décadas de 1980 e 1990. Tihamos jogadores que eram completos em todos esses fundamentos do futebol. Nas décadas de 1980 e 1990, tivemos craques como Sócrates, Zico, Muller, Romário, Ronaldo, Edmundo, Alex, Djalminha, Ronando Nazário, Ronaldinho Gaúcho, etc..

Nos tempo atuais. Mesmo no nosso hiato em Cópas do Mundo. Que dura desde o pentacampeonato mundial em 2002. Ainda revelamos excelentes jogadores.

Nossos jogadores atuais. São completos nesses fundamentos. Embora ainda revelemos excelentes jogadores.

Talvez não tehamos mais jogadores de nivel de seleção brasileira. Como nas décadas de 1980 e 1990.

Ainda temos excelentes jogadores. Que brilham nos seus clubes. Mas talvez somente tennhamos jogadores de clubes. E não mais inúmeros jogadores de nivel de seleção brasileira. Como nas décadas de 1980 e 1990.

Nesse sentido. Talvez nossa safra. Não seja mais como nas décadas de 1980 e 1990.

Temos talvez excelentes jogadores. Mas jogadores de clube. E não mais inúmeros jogadores de nivel de seleção brasileira.

Como nas décadas de 1980 e 1990.

E não adiuanta alegarmos que os nossos treinadores são ultrapassados. 

O que vc acha leitor  (a )?

Confira a noticia no Globo Esportehttps://ge.globo.com/futebol/selecao-brasileira/noticia/2024/01/05/ednaldo-rodrigues-demite-fernando-diniz-do-cargo-de-tecnico-da-selecao-brasileira.ghtml

Imagem ;Portal Lance. 




 
 

sexta-feira, 5 de janeiro de 2024

SORMANI CONFRONTA ULISSES COSTA

Confira os 100 maiores clubes do mundo, no site campeões do futebolhttps://www.campeoesdofutebol.com.br/especial20.html

Confira no site campeões do futebol, a história, títulos e curiosidades de clubes brasileiros que conquistaram ao menos um troféu na sua história.https://www.campeoesdofutebol.com.br/hist_clubes.html

Jornalista é o profissional formado em Jornalismo. É a pessoa responsável pela apuração, investigação e apresentação de notícias, reportagens, entrevistas ou distribuição de notícias ou outra informação de interesse coletivo. O trabalho do jornalista é chamado jornalismo. Um jornalista pode trabalhar com questões gerais ou especializar-se em determinadas áreas. No entanto, a maioria dos jornalistas tendem a se especializar, e cooperando com outros jornalistas, produzir publicações que abrangem muitos tópicos.Por exemplo, um jornalista esportivo cobre notícias dentro do mundo dos esportes, mas este jornalista pode ser uma parte de um jornal que cobre diversos temas. O exercício do Jornalismo é privativo de jornalista. Entre as áreas em que o jornalista trabalha estão o Radiojornalismo, Telejornalismo, Webjornalismo (Jornalismo Digital), Jornalismo Impresso, Assessoria de Imprensa, Assessoria de Comunicação, Assessoria Empresarial, entre outras áreas do Jornalismo e da Comunicação Social. Por ser uma profissão que tem como fatores primordiais a defesa das liberdades de imprensa e de expressão, o jornalista é um dos principais pilares da democracia.
O jornalismo desenvolveu uma variedade de padrões éticos. Enquanto a objetividade e a ausência de viés são a principal preocupação e importância, tipos mais liberais do jornalismo, tais como advocacia jornalística e ativismo, adotam intencionalmente um ponto de vista não-objetivo. Isso se tornou mais predominante com o advento das mídias sociais e blogs, bem como outras plataformas que são usadas para manipular ou influenciar opiniões e princípios sociais e políticos. Essas plataformas geralmente projetam uma polarização extrema, já que as "fontes" nem sempre são responsabilizadas ou consideradas necessárias, a fim de produzir um produto final escrito, televisionado ou outra forma. De acordo com a jornalista e mestra Edilaine Heleodoro Félix, nas Faculdades Integradas Alcantara Machado ( FIAAM FAAM)
A objetividade não significa neutralidade ou falsa equivalência, mas uma analise  tão técnica  quanto é humanamente possível, o reconhecimento de que os fatos são sempre complexos e de que jornalistas precisam ter disposição para ouvir e ânsia de aprender para superar limitações e fazer uma analise técnicamente adequada.
 O que garante a objetividade na comunicação social  é á uma analise técnica e precisa,  como pede o jornalismo . Isso significa rigor no trabalho: na escolha da pauta sem viés, na independência intelectual do profissional, na checagem com o máximo possível de fontes, na separação entre o que é fato e o que são achismos ou boatos, uma analse inteçectualmente honesta. O mérito está em perseguir a objetividade, sendo transparente e tendo uma conversa franca com o público.
Desde criei este blog esportivo. Nunca escondi ser torçedor do São Paulo. Contudo; Sempre basiei minhas analises na objetividade.
O fato de ser são paulino. Nunca afetou a objetividade das minhas analises neste meu blog esportivo. 
Sendo assim ; Não vejo problema em esconder que sou são paulino
Embora eu compreenda o trabalho complexo de um narrador. O narrador é um loucutor esportivo. Que além do nottório conhecimento intelectual. É um profissional que mexe com as emoções de milhões de torçedores no Brasil e nos demais países do mundo.
 










 

quinta-feira, 4 de janeiro de 2024

Uma questão á seguir nos clubes de futebol no Brasil.

Confira a liderança do Palmeiras entre os 382 maiores campeões do Brasil, no site campeões do futebolhttps://www.campeoesdofutebol.com.br/especial21.html

Confira no site campeões do futebol, a história, títulos e curiosidades de clubes brasileiros que conquistaram ao menos um troféu na sua história.https://www.campeoesdofutebol.com.br/hist_clubes.html

 Patriarcado é um sistema social em que homens mantêm o poder primário e predominam em funções de liderança política, autoridade moral, privilégio social e controle das propriedades. No domínio da família, o pai mantém a autoridade absoluta sobre as mulheres e as crianças

Patriarcado é um sistema social em que homens mantêm o poder primário e predominam em funções de liderança política, autoridade moral, privilégio social e controle das propriedades. No domínio da família, o pai (ou figura paterna) mantém a autoridade sobre as mulheres e as crianças. Algumas sociedades patriarcais também são patrilineares, o que significa que a propriedade e o título são herdadas pelos homens e a descendência é imputada exclusivamente através da linhagem masculina, às vezes, até o ponto onde parentes do sexo masculino significativamente mais distantes têm precedência sobre parentes do sexo feminino.

No patriarcado, o homem desfruta de uma posição de privilégio e poder social, econômico e político, enquanto a mulher e outros sujeitos que fogem da norma são relegados à submissão e invisibilização. Em outras palavras, o homem possui melhores oportunidades e benefícios na sociedade, enquanto as mulheres e grupos marginalizados, além de não receberem os mesmos direitos, também precisam cumprir obrigações.

Agumas caracteristicas do patriarcado.

Os homens são considerados os únicos sujeitos aptos para conduzir a vida política, econômica, moral e social. Somente eles teriam capacidade suficiente para tomar decisões importantes.

As mulheres são consideradas mais fracas, tanto física quanto mentalmente.

Maior incidência de violência de gênero, motivada pela ideia fundamental de que existe uma obrigação da mulher em relação ao homem: esta precisa se comportar de acordo com os interesses daquele e se submeter às suas vontades, correndo o risco de sofrer consequências caso não cumpra seu papel.

Em quatro anos, a quantidade de mulheres brasileiras interessadas em futebol subiu de 71% para 75%, na soma de todas as torcedoras. É o que informou  o Datafolha, num comparativo entre as suas duas últimas pesquisas de torcida, feitas em 2019 e 2023 – entre os homens esse cenário foi 86% para 88%. Considerando a população atual do Brasil, com as mulheres correspondendo a 51%, a projeção disso com o dado do Datafolha daria 77,7 milhões de torcedoras. Boa parte desse crescimento foi direcionado ao Flamengo, cujo índice subiu 19% para 22%. Já o Corinthians, o vice-líder nacional, subiu um ponto, de 14% para 15%..

Maiores torcidas femininas do Brasil em 2023

Informações do  Datafolha

Público: 3.944 entrevistadas em 169 municípios

Período: 31 de julho a 7 de agosto de 2023

Margem de erro: 2%

População no período: 103,62 milhões (IBGE/2022)

1º) Flamengo – 22% (22,79 milhões)

2º) Corinthians – 15% (15,54 milhões)

3º) São Paulo – 6% (6,21 milhões)

4º) Palmeiras – 5% (5,18 milhões)

5º) Cruzeiro – 4% (4,14 milhões)

5º) Grêmio – 4% (4,14 milhões)

7º) Vasco – 3% (3,10 milhões)

8º) Santos – 2% (2,07 milhões)

8º) Atlético-MG – 2% (2,07 milhões)

8º) Internacional – 2% (2,07 milhões)

8º) Seleção Brasileira – 2% (2,07 milhões)

12º) Bahia – 1% (1,03 milhão)

12º) Botafogo – 1% (1,03 milhão)

12º) Fluminense – 1% (1,03 milhão)

12º) Sport – 1% (1,03 milhão)

12º) Vitória – 1% (1,03 milhão)

12º) Fortaleza – 1% (1,03 milhão)

Outros times – 1% (1,03 milhão)

Nenhum time – 25% (25,90 milhões)

Há décadas. As mulheres conquistraram seu espaço nos clubes de futebol. Há décadas. As mulheres adquiriram sua intelectualidade esportiva. Há décadas. Os clubes de futebol não são mais um dominio patriarcal.

O técnico Cuca. Representa o patriarcado no seu mais alto grau. As mulheres . Sejam torcedoras ou jornalistas. Irão ter resistencia ao treinador.

As mulheres irão ter muitas críticas ao treinador que representa um patriarcado tão opressor ás mulheres e as meninas.

O que farão os dirigentes dos clubes de futebol no Brasil ?

Confira a noticia no Portal G1 da Rede Globohttps://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2024/01/03/justica-da-suica-anula-condenacao-de-cuca-por-estupro.ghtml

Imagem ; Site Medium.




 

quarta-feira, 3 de janeiro de 2024

Raio X do Futebol Brasileiro por Estado | Pluri Sports Pluri Sports

Confira a liderança do Palmeiras entre os 382 maiores campeões do Brasil, no site campeões do futebolhttps://www.campeoesdofutebol.com.br/especial21.html

Confira no site campeões do futebol, a história, títulos e curiosidades de clubes brasileiros que conquistaram ao menos um troféu na sua história.https://www.campeoesdofutebol.com.br/hist_clubes.html

 Há quem diga que, pela quantidade de troféus e craques, o Brasil seja o país do futebol. No entanto, em nível profissional a frase é contrariada pelos fatos, já que os 650 clubes que atualmente disputam competições profissionais no Brasil (todas as divisões de estaduais e nacionais) estão distribuídos por apenas 422 dos 5.570 municípios brasileiros. O que significa que cerca de 100 milhões de pessoas (cerca de metade da população do país) vivem em cidades sem nenhum futebol, além daquele que é praticado de forma recreativa. Não bastasse a pouca penetração geográfica, na média, a atividade desses clubes ocupa apenas 35% do calendário útil do futebol, equivalente a cerca de três meses do ano.

Esse Raio X do futebol brasileiro permite apontar as tantas oportunidades perdidas de criação de uma verdadeira indústria do futebol brasileiro, que seja geradora de renda, emprego e impostos, com verdadeira abrangência territorial, e que fortaleça a revelação de mais e mais talentos. De acordo com a Pluri Consultoria no seu site oficial.

Acesse o relatório completo:no site oficial da  Pluri Consultoria.

https://www.plurisports.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Raio-X-do-Futebol-Brasileiro-por-Estado-PLURI-Consultoria.pdf

Imagem ; Pluri Consultoria. 



Um São Paulo muito precario como um clube de futebol.

Confira no site campeões do futebol, a história e títulos do São Paulohttps://www.campeoesdofutebol.com.br/hist_saopaulo.html

 Um clube esportivo é uma organização sem fins lucrativos, ou empresa que possui uma estrutura e equipes, profissionais ou amadoras, de atletas que praticam esportes, sejam eles individuais ou coletivos. Tradicionalmente, clubes possuem torcida que os apoiam e acompanham durante as competições, e participam de torneios de grande publicidade.

Os clubes possuem várias fontes de receitas, tais como bilheteria de seus jogos e demais eventos, acordos com outras empresas, o que inclui propaganda e outras formas de patrocínio, venda de roupas "oficiais" e produtos licenciados do clube, ou com mensalidades e contribuições de sócios, que frequentam a instituição e usam suas instalações.

Clube-empresa é um clube esportivo que ao invés de ser constituído juridicamente como uma associação civil sem fins lucrativos, é, ao contrário, uma empresa criada com o objetivo de lucro a partir dos esportes. Clubes-empresa são comuns no esporte estadunidense e em muitos países da Europa. No entanto, o fenômeno é raro na América do Sul.

No Brasil, o primeiro clube-empresa foi o União São João Esporte Clube, de Araras, São Paulo. Inicialmente criado como uma associação sem fins lucrativos, se tornou um clube-empresa em 1994, ainda sob a vigência da Lei Zico (Lei nº 8.672, de 6 de julho de 1993), que facultava aos clubes de futebol transformarem-se em empresas. Com o advento da Lei Pelé´(Lei 9.615 de 24 de março de 1998), que revogou a Lei Zico, o que era facultativo passou a ser uma obrigatório, e todos os clubes de futebol profissional do Brasil deveriam necessariamente se tornarem empresas. O prazo para adaptação dos clubes a nova lei foi estendido para, posteriormente, mais um ano. No entanto, a Lei n° 9.981, sancionada em 2000, tornou a obrigatoriedade, novamente uma opção dos clubes.

Sociedade Anônima do Futebol (SAF) é um modelo especial de constituição de empresas voltada para o futebol no Brasil. Em 8 de dezembro de 2018, este molde de sociedade foi inicialmente proposta por conselheiros e beneméritos influentes do Botafogo, e elaborado com a ajuda do clube carioca durante 3 anos, visando melhorar as gestões financeiras e as transparências nos clube esportivos, sendo oficialmente introduzido por meio da Lei nº 14.193 de 6 de agosto de 2021.

Associações sem fins lucrativos no futebol são clubes que buscam recursos financeiros, com o objetivo principal que não seja o seu enriquecimento. As sociedades empresárias, por outro lado, são o instrumento legal mais adequado e disponível na lei brasileira para transferir lucros a seus sócios. A premissa das sociedades empresárias, aliás, é a busca do lucro aos seus associados.

 grande diferença do novo modelo empresarial para os antigos clube-empresas, constituídos nas formas de S/A e LTDA, é que a SAF tem uma tributação mais vantajosa, além de possuir maior transparência, com regras claras de governança e com fiscalização pela CVM, o que deixa o negócio mais interessante e seguro para os investidores.

Outro ponto de diferença da Sociedade Anônima do Futebol para as demais modalidades de empresas diz respeito ao pagamento das dívidas. A SAF tem a obrigação de pagar os credores em até 10 anos. Nos primeiros 6 anos, 70% das dívidas cíveis e trabalhistas precisam ser quitadas, mas é possível renovar por mais 4 anos para concluir os pagamentos. Além disso, há vantagens para que as dívidas sejam negociadas. De acordo com reportagens nos veiculos de imprensa no Brasil.

Uma SAF ( Sociedade Anônima  de Futebol), é um meio e não necessariamente  o fim. Se os 20 clubes da Série A do Campeonato Brasileiro, se tornarem SAFS ( Sociedade Anônima  de Futebol), iremos ter quatro rebaixados.

Ser uma SAF ( Sociedade Anônima de Futebol), não necessariamente significa que um clube está imune á uma crise econômica. Uma SAF( Sociedade Anomia de Futebol), corre sério risco de quebrar, caso não seja bem administrada.

Apesar de haver certa euforia com a aprovação da SAF, o modelo não é a solução para os clubes serem vitoriosos. A lei é um meio para que os clubes consigam se reestruturar, porém, não vai mudar do dia para a noite.

O primeiro passo para dar certo no Brasil são os dirigentes amadores mudarem a mentalidade e abrirem mão da maior parte do clube. O investidor tratará o clube como uma empresa, portanto buscará no mercado profissionais capacitados para gerir todas as áreas. A profissionalização do futebol, governança e gestão são os principais pilares para a mudança de um clube , sendo ele clube associativo ou clube empresa.

Banco é uma instituição financeira intermediária entre agentes superavitários e agentes deficitários. Exercem, além de outras funções, a de captar os recursos dos superavitários e emprestá-los a juros aos deficitários, gerando a margem de ganho denominada de spread bancário. Todo banco, público ou privado, apresenta estas características. Os bancos têm, também, por funções, depositar capital em formas de poupança, financiar automóveis e casas, trocar moedas internacionais, realizar pagamentos, entre outros.

Capital financeiro é o conjunto de ativos que movimentam a economia e podem ser convertidos em dinheiro. É o caso dos títulos de renda fixa e das ações negociadas na bolsa de valores, por exemplo.

O capital circula no mercado financeiro, ambiente onde os ativos são negociados por meio de regras específicas. Para que as transações ocorram, há o papel essencial de diversas instituições. Elas permitem a circulação do capital financeiro por meio da intermediação entre investidores e tomadores de crédito. Segundo o site Onze Investimentos.

Clubes Esportivos ; Não sobrevivem sem capital finançeiro ; A maioria dos clubes de futebol no Brasil, não sobrevivem como clubes esportivos.

Mesmo com o troféua da Copa do Brasil, o clube chegou á atrasar direitos de imagem dos jogadores. Mesmo levando a Copa do Brasil. O São Paulo não vai fechar suas contas em 2023.

A nação são paulina. Não deve se iludir com os troféus no Campeonato Paulista em 2021 e da Copa do Brasil em 2023.

O São Paulo é sim muito precário como um clube de futebol. Precariedade que foi a principal razão dos 09 anos sem troféus entre 2012 á 2021.

A nação são paulina. Deve enteder prfundamente esse fato.

Confira a noticia no UOLhttps://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/perrone/2024/01/03/morumbis-conselho-deliberativo-do-sao-paulo-aprova-venda-de-naming-rights.htm

 Imagem ; Facebbok do São Paulo Futebol Clube.



 




 
 


 


"O Ayrton nunca soube acertar um carro." #piquet

Acompanho Fórmula 1 há pouco mais de 40 anos. Ao meu ver, Ayrton Senna, não foi o mais técnico dos pilotos na década de 1980. 

Ayrton, de fato, cometia alguns erros na administração da corrida. Assim como também cometia alguns erros no gerenciamento dos componentes do carro. No caso, motor gasolina e pneus.

No link á seguir, veja oe meus melhores em cada década na Fórmula1https://leandroliveiraribeiroblo.blogspot.com/search?q=Meus+melhores+em+cada+d%C3%A9cada

Ayrton Senna e Nelson Piquet, ficaram empatados na década de 1980, com 20 triunfos cada. Mas. Conforme, voce viu no link, eu coloquei Piquet á frente de Senna, nos meus melhores pilotos na década de 1980.

Piquet, foi ténico mais do que Senna. Principalmente na arte de desenvolverr  a mecanica e a engenharia em um carro de Fórmula 1.

Contudo. Ainda que Piquet tenha sido o melhor piloto dá década de 1980, na arte de inovar e desevolver a engenharia em  carro de Fórmula 1. Isso não necessariamente diz que Senna era um mau acertador de carros. Como se afirma no Brasil.

Caro (a ) leitor (a ) . Veja logo abaixo, as declarações de engenheiros que trabalharam com Ayrton Senna, em dados dos sites Autosport. e Autoracing e do também com dados do  site Tudo sobre Fórmula 1.

“Ayrton dava muitas informações sobre o carro certas, no ritmo certo e no critério de prioridade correta. E isso para um engenheiro é a vida...”


(Alex Hawkidge chefe da equipe Toleman durante os testes de 1983- Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=3qV6yO0H5ZA&t=189s (Canal Automobilismo Brasil))


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“A primeira vez em que usamos os Michelin eu fui nos testes. Foi quando Ayrton me impressionou mais do que em qualquer outra ocasião. Pelo acordo com a Michelin nós correríamos com os pneus que eles tinham usado no ano passado (83) e que, como eles próprios admitiam, não eram competitivos. Não recebemos promessas de que teríamos os mesmos pneus que a McLaren. A McLaren tinha uma espécie de voto de Minerva que nos excluiria de receber equipamento comparável. Nós corremos com os pneus antigos, cruzando com componentes diferentes. Ayrton conseguiu continuar melhorando o carro. Aquilo espantou até os técnicos da Michelin”.


(Alex Hawkidge chefe da equipe Toleman-A Face de um Gênio pg 89)


 


“As informações dadas por Senna correspondem exatamente às da telemetria, curva a curva, rotações e pressão do turbo, temperatura, tudo. Mesmo quando pilotava no limite”.


(Bernard Dudot- Engenheiro da Renault- Ayrton Senna no Brasil pag 86)


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“Sem dúvida, ele se interessava não só pelo motor. Desde o início de cada operação conosco, ele passava muito tempo comigo, para entender como funcionava o motor, para entender o que era importante governando o motor, a temperatura, o regime, a pressão de alimentação e como esses parâmetros enteragiam entre si. Uma coisa que é difícil de entender, mas ele entendia. Ele era um rapaz que entendia que tinha diálogo com os técnicos com os engenheiros. Era de tal forma interessado em seu motor, que era seu. E isso para nós era fascinante. Muito positivo.”


(Bernard Dudot- Engenheiro da Renault)


 


“Principalmente para a equipe, o que nos importava, então essa era a forma de nos orientar no desenvolvimento das coisas quanto ao motor. Ou seja, ele fazia escolhas, e percebemos que jamais se enganou, orientando-se perfeitamente. Era muito levado pelo instinto, que de tal modo, acertava, que eu confiava nele. Ele sempre me ajudava, e fazia tudo para ter certeza. Era seu temperamento”.


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“Ele adorava os turbos. Nas medições ele sempre olhava sobre meus ombros para ver se não era enganado. Ele controla tudo. Está sempre atrás de você procurando entender para controlar tudo junto com você. O pior era encontrar com ele às 23:00h no hotel. Todos queriam ir para a cama, mas ele ainda queria analisar quinze voltas”.


(Bruno Mauduit –Engenheiro da Renault)


 


O chefe da equipe Porsche elogiou muito o Senna dizendo que ele foi rápido logo de cara, e disse que Senna sentiu que o carro saía muito de frente, Senna ficou conversando 4 horas sobre os problemas do carro e fez um dossiê com 35 itens a serem melhorados. No ano seguinte esse mesmo carro com essas melhorias venceu as 1000 km de Nurburgring. Isso mostra como Senna passava boas informações sobre o carro.


(Chefe da Equipe Porsche 956 - Reproduzido do Canal Automobilismo Brasil)


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Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=lHReztm6EDA&t=818s


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“A combinação com sua disposição foi o que mais me impressionou. E sua total capacidade de concentração quando estava no carro testando, se classificando ou correndo. Para mim ele era um computador móvel. Podia lembrar de detalhes de um teste, podia fazer isto e muito mais. Ele via cada pequeno detalhe porque ele se dedicava 110%. E nós, 100%. Então ele também exigia 110% de nós”.

(Dick Bennets- chefe de equipe West Surrey Racing- Toyota F3 1983)


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“Ele conseguia recordar-se em detalhe o que o carro fazia e ligava-me 3 ou 4 dias depois sugerindo uma nova regulagem no carro. Naqueles dias não tínhamos computadores, mas Ayrton tinha a sua capacidade mental...”


(Dick Bennets- Ayrton Senna Saudade- O que faltava saber pg 90)


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“Ele veio, fez alguns ajustes no carro, eram ajustes de piloto, realmente, e ele queria acertá-lo para si próprio... Nós havíamos ajustado o carro exatamente como Weaver (piloto oficial da equipe) o havia pilotado. Saiu de novo deu mais dez voltas e igualou o tempo que havíamos obtido a pole. Depois de mais dez voltas, era a sua primeira vez num Fórmula Três, não se esqueça, ele se tornou um dos primeiros pilotos a chegar aos 53 segundos no circuito do Clube de Silverstone. Aquilo era um assombro, absolutamente espantoso. Qualquer que foram os ajustes que ele fez, nós os mantivemos e Weaver veio a ganhar três corridas depois daquilo. Vencemos com os ajustes de Senna em Donington, Jerez e Nogaro.”


(Eddie Jordan sobre o primeiro teste no F3- Livro A Face do Gênio pg 51 e 52)


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“Poucas pessoas perceberam, na verdade, como Ayrton trabalhou duro para chegar ao sucesso, o quanto ele deu de si. Eu vivi isso e aprendi com ele o que significa trabalhar na F1.”


(Gerhard Berger AS-Sua vitória, seu legado pg 122)


 


“Ele (Senna) explicava qual a alteração era necessária para ganhar décimos de segundo. Descobria diferenças que eu não enxergava. Depois das corridas sempre queria analisar as performances no computador. Conferia as informações e buscava pontos negativos a serem corrigidos.”


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“Uma vez em Spa, ele passou uma hora e quarenta minutos descrevendo uma só volta de treino, com todas as impressões, sensações, e principalmente com todos os dados técnicos, números de rotações, pressão do óleo, etc. Em cada local, em cada curva, o meio da curva, a saída de curva... depois confrontamos tudo o que ele tinha dito com os dados da telemetria, igualzinho, com precisão absoluta. Era inacreditável...” (AS-Sua vitória, seu legado pg 120/121)


(Gerard Ducarouge- Engenheiro Projetista da Lotus)


 


“Senna era melhor acertador e melhor estrategista que o Prost, ele chegava até mesmo blefar para o francês”. (Gordon Murray, Herói Revelado de Ernesto Rodrigues pg 284)


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“Acho que a diferença que é, na época de Nelson, os pilotos passavam muito mais do seu tempo livre com a equipe, comigo, com o projetista em geral. Na época de Ayrton, nem tanto – nós só ficávamos juntos de verdade com a equipe técnica durante os testes, ou nos treinos, ou nas corridas. Nelson e eu passávamos quase que a semana inteira juntos. Mas ambos (Nelson e Ayrton) tinham muita habilidade técnica.” (Gordon Murray)


 


“Ele levou a coisa na calma, pulou no carro, voltou, deu-nos um bom feedback, informações muito boas. Dali você podia ver que o cara seria um campeão mundial”


(Herbie Blash- sobre o teste na Brabham em 1983 A face de um gênio pg 75)


 


“Em quatro dias de teste aprendi mais com esse rapaz (Senna) do que no ano inteiro com o outro piloto (Johnny Cecotto)”


(Mezzoanotti - Engenheiro de pneus da Pirelli durante os testes de pneus no Brasil em 84)


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"O conhecimento técnico, a memória fotográfica, a capacidade de concentração em cada volta que dava num carro de corridas, não importando as circunstâncias, sua determinação de vencer, sua intensidade e sua convicção, tudo isso somado o deixava um degrau acima dos outros".


(Michael Kanefuss, Diretor Esportivo da Ford por 25 anos, conheceu Hill, Clark e Fittipaldi)


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“Ele era muito bom por que prestava atenção em todos os detalhes. Eu aprimorava o carro aqui ou ali, mas ele ia nos pequenos detalhes, por isso ele era fantástico”.


(Mika Hakkinen em entrevista a Jeremy Clarkson do Programa Inglês Top Gear)


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“Senna tinha um raro feeling para entender o funcionamento das máquinas."


(Neil Oatley- Jornal O Globo 27/03/1994 pg 51)


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“Os mecânicos da Lotus diziam que não podiam esconder nada dele. Senna tinha uma capacidade rara, mesmo entre os grandes pilotos: sabia ler o comportamento do carro, avaliá-lo mecanicamente. Se ele tivesse alguma dúvida sobre a caixa de câmbio ele fazia você desmontá-la. Ele ficava horas andando em volta, olhando o carro. Depois de uma volta relatava aos mecânicos todas as variações que o carro sofria por exemplo em qual curva estava gastando mais combustível e de quando era esse gasto. Sensibilidade e memória incansáveis”


(Nigel Stepney Lotus-O Eleito pg 44)


 


“Ele é um excelente piloto de testes. Muito sensível para as características do motor. Ele nota as mínimas diferenças. Nós comparamos com os dados no computador. Assim descobrimos qual o caminho que ele deveria ir”.


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“As entradas de Piquet (86), Senna (87) e depois Prost (88), no desenvolvimento dos motores Honda, foram fundamentais para nosso crescimento, pois na época de Mansell e Rosberg, eles quase não passavam informações. Seus briefings duravam apenas 20 minutos, enquanto na época de Senna-Prost havia briefings que duravam até 3 horas. Era muito produtivo."


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“Não era possível achar em qualquer outro piloto um colaborador assim. Ninguém nunca nos deu informações tão precisas, principalmente sobre coisas que nossos computadores jamais nos poderiam dizer. Ninguém nos levou tão longe... e olha que havíamos trabalho com pilotos de primeira linha, como Piquet e Prost...” (AS-Sua vitória seu legado pg 121)


(Osamu Goto)


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“A grande diferença entre Ayrton e os outros é o seu incrível poder de concentração. Querem um exemplo? Depois daquelas voltas incrivelmente rápidas, uma volta das que pensamos só é possível só tendo olhos para a pista. Senna desce no carro tranquilamente, e nos descreve curva a curva, reta a reta, quantas rotações por minuto fazia o motor, qual era a pressão do turbo e a aderência dos pneus e relembra cada segundo do traçado com uma precisão capaz de pasmar o mais preciso dos computadores. Ele é fora de série, sem dúvida. Pode haver igual. Melhor do que ele, duvido”.


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“Sua abordagem era sentar com os engenheiros e confirmar se as coisas que deveriam ser feitas no carro tinham sido feitas. Sobre a preparação ele gastava muito tempo com os pneus porque naqueles dias, havia muita opção de pneus. Ele fazia um programa com os engenheiros e eu sobre o que queríamos testar como queríamos testar, quando usar tanque cheio, quantas voltas daríamos para testar isto e aquilo. E ele seguia a partir daí”.


(Peter Warr- Chefe da equipe Lotus)


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"Ayrton (Senna) era único, especial. Estava num outro mundo e você tinha que entender isso quando conversava com ele. Ao mesmo tempo em que ele era extremamente chato e minucioso com todo e qualquer detalhe – levando todos os técnicos à loucura – ele podia pegar um carro claramente inferior e vencer."


(Pierre Dupasquier, Diretor de competição da Michelin)


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“Ayrton foi o primeiro piloto a ter preocupação de recolher todos os relatórios sobre o desempenho do carro e se debruçar neles até tarde da noite. Era comum ele levar os relatórios com os dados da telemetria para casa e voltar no dia seguinte cheio de perguntas ou sugestões para engenheiros. Era um obesessivo-compulsivo nesse aspecto”.


(Ron Dennis- Chefe da equipe McLaren- Livro herói Revelado pg 238)


 


“Senna é o cara. Ele tinha a habilidade, mesmo naquele estágio e naquela idade, de saber o que o carro estava fazendo, sabia o que queria que o carro fizesse e sabia conversar com um engenheiro. Ele é brilhante, a gente simplesmente tem que tê-lo”.


(Rory Byrne em 1983- Engenheiro Projetista das equipes Toleman, Benetton e Ferrari)


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“Ele (Senna) foi provavelmente o indivíduo mais sensível que vi num cockpit em termos de sentir o carro... Ele sentiria o carro em todas as superfícies as quais seu corpo entrasse em contato.” (Steve Hallam, entrevista Senna was phenomenal)


 


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=Ns0EqoNtimo


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“Ele (Senna) era um fantástico piloto de corridas, extremamente competitivo, orgulhoso, tinha uma memória e uma sensibilidade sobre o carro muito boa, sabia exatamente o carro estava fazendo, era muito articulado, ele sabia passar para os engenheiros o que o carro estava fazendo.


 


"Ele era muito sensitivo em tudo do carro, era muito sensitivo para fazer selecionar mudanças (acertos). Muitas vezes ele mudava a pressão dos pneus antes das corridas, por que ele pressentia alguma coisa. Ele era muito bom desenvolvedor trabalhando com os motores."


 


"Era um cara muito bom de se trabalhar.... Ele fazia o carro ficar mais rápido."


(Steve Nichols entrevista para repórter ingles, Vídeo do YouTube “Steve Nichols on Senna”)


 


“Alain queria vencer corridas. Senna, além de vencer, estava profundamente envolvido com o projeto dos japoneses. Prost era o carburador, Senna a injeção eletrônica. Na verdade, a diferença do feedback que Senna dava aos engenheiros era brutal. Ele era um computador a mais. Olhava para a frente, do ponto de vista tecnológico, enquanto Prost ficava nos recursos tradicionais. A verdade é que Alain percebeu quem era Ayrton e começou a reclamar”.

(Takeo Kuichi)

Piquet foi o ,melhor piloto da década de 1980, no que diz respeito a arte de desenvolverr  e mecanica e a engenharia em um carro de Fórmula 1. Contudo, O fato de Piquet ter  sido o melhor  nesse aspécto. Não quer dizer necessariamente que Senna era um mau acertador de carros.

Ou seja leitor ( a). Todos os engenheiros que trabalharam com Ayrton Senna, afirma que ele transmistia com perfeição, todas as informações técnicas sobre o desempnho dos carros, seja em treinos e corridas. Os memos tambpém afirmam que as soluções apresentadas por ele sempre funcionavam, e os ganhos eram senitidos nas pistas.

Não por menos, ele foi um dos poucos pilotos - se não o único - a testar pessoalmente o desenvolvimento tecnológico dos sistemas de freios

Ou seja; Ainda que Piquet tenha sido o melhor de todos na década de 19880,  na arte de desenvolver  a engenharia em um carro de Fórmula 1. Isso não necessariamente que dizer que Senna fosse ruim. Na verdade bem ao contrário.

Confira no Portal Terra, a comparação numérica em 161 corridas, número que Senna computa na sua carreirahttps://www.terra.com.br/parceiros/guia-do-carro/senna-so-perde-para-schumacher-no-ranking-de-161-corridas,3f9160f6fe2181d1d9cfd98ac275d45agiaw1xie.html

 









 

terça-feira, 2 de janeiro de 2024

A SUJEIRA POR TRÁS DO 7X1 É PIOR DO QUE VOCÊ IMAGINA

Confira a história e títulos do Corinthians, no site campeões do futebolhttps://www.campeoesdofutebol.com.br/hist_corinthians.html

Confira a história e títulos do Santos no site campeões do futebolhttps://www.campeoesdofutebol.com.br/hist_santos.html

ESCALAÇÕES

CORINTHIANS

Fábio Costa; Eduardo Ratinho, Wendel, Marinho e Hugo; Marcelo Mattos, Bruno Octávio (Wescley), Rosinei e Carlos Alberto; Tevez (Jô) e Nilmar. Técnico: Antônio Lopes.


SANTOS

Saulo; Paulo César, Halisson (Wendel), Rogério e Kléber; Fabinho (Matheus), Heleno, Ricardinho e Giovanni; Luizão (Basílio) e Geílson. Técnico: Nelsinho Baptista. Segundo o site Goal.


– Vou cometer uma inconfidência aqui. Fui árbitro durante 25 anos. Quero que busquem o jogo que foi realizado no dia 06/11/2005, um 7 a 1 que ocorreu em Corinthians x Santos. Neste jogo, dentro de campo, liderados por um dos jogadores do Santos, fizeram um conluio, não com todos, mas para derrubar o treinador, que era o Nelsinho Baptista. Eles iam perder um jogo no interior de São Paulo? Não. Eles tinham que perder o jogo para o maior rival, que era o Corinthians. E entregaram. Perderam de 7 a 1 –disse  Evandro Román, árbitro da goleada de 7 a 1 do Timão sobre o Peixe pelo Campeonato Brasileiro de 2005 De acordo com o Portal Globo Esporte.

A marcação alta é, como o próprio nome já diz, quando a equipe que defende sobe suas linhas, marcando os adversários numa região alta do campo. Normalmente esta forma de defender está associada a equipes mais ofensivas que, ou procuram recuperar a bola no campo do adversário, ou induzem eles ao erro para ter a posse da bola.

A marcação baixa, está  normalmente está associada a equipes mais defensivas, visto que sua área de marcação é muito baixa, longe do gol  adversário. Esta altura de marcação permite uma compactação maior da defesa, porque o campo se torna menor para defender. Por outro lado, também permite ao time adversário estar mais perto do gol.

A marcação em linha média, é quando equipe está posicionada na altura do meio de campo. Esta marcação é um pouco mais comedida que a marcação mais alta, porém também é mais ofensiva que a marcação em linha baixa.


Padrão de jogo é o conjunto das ações táticas que um time faz repetidamente partida após partida. Se uma determinada ação tática , é repetida  em uma sequencia de jogos, aquilo se torna um padrão. Mesmo porque padrão é aquilo que é realizado com muita consistência por um time de futebol.

No Campeonato Brasileiro em 2005. O time corintiano. Esteva na liderança durante 90 % do campeonato nacional em 2005.

Enquanto o Santos sempre oscilou muito naquele Brasileirão.

Sendo assim leitor (a). Em nível de padrão de jogo. O time corintiano. Era sim. Superior aos santistas no Brasileirão em 2005.

Mas as duas escalações mostram times muito parelhos .

Dois time parelhos. Que jogavam em uma marcação em linha  média. Não era jogo para um placar de 7a 1.

Houve arroz queimado naquele dia Como comentei com meu pai, meus irmãos e meus tios

 


 




 

O REI DO MERCHAN

ornalismo é a coleta, investigação e análise de informações para a produção e distribuição de relatórios sobre a interação de eventos, fatos, ideias e pessoas que são notícia e que afetam a sociedade em algum grau. A palavra se aplica à ocupação (profissional ou não), aos métodos de coleta de dados e à organização de estilos literários. A mídia jornalística inclui: impressão, televisão, rádio, Internet e, no passado, noticiários.

Os conceitos do papel apropriado do jornalismo variam de país para país. Em algumas nações, os meios de comunicação de notícias são controlados pelo governo e não são um corpo completamente independente Em outros, os meios de comunicação são independentes do governo, mas a motivação pelo lucro entra em tensão[4] com as proteções constitucionais da liberdade de imprensa. O acesso à informação livre recolhida por empresas jornalísticas independentes e concorrentes, com normas editoriais transparentes, pode permitir aos cidadãos participarem efetivamente do processo político. Nos Estados Unidos, o jornalismo é protegido pela cláusula de liberdade de imprensa na Primeira Emenda.

A publicidade é uma atividade profissional dedicada à difusão pública de empresas, produtos ou serviços. Pode ser qualificada como uma "propaganda comercial". É a divulgação de produtos, serviços, e ideias junto ao público, tendo, em vista, induzi-lo a uma atitude dinâmica favorável. Nesse sentido geral, a publicidade é parte da técnica de comunicação. Em sentido estrito, tem um caráter comercial e, então, é parte de um todo que se chama mercadologia, que abarca o conjunto de meios adotados para levar o produto ou serviço ao consumidor. É qualquer forma paga de apresentação não pessoal e promoção de ideias, bens e serviços por um patrocinador identificado a uma audiência alvo através dos mass media". A publicidade ajuda a identificar o significado e o papel dos produtos, fornecendo informação sobre marcas, companhias e organizações.

Durante 08 semestres, entre Agosto de 2012 á Dezembro de 2016, eu cursei a habilitação em Jornalismo na Comunicação Social, nas Faculdades Integradas Alcântara Machado (FIAAM FAAM).

Durante os 08 semestres da habilitação em Jornalismo na Universidade, eu assisti a varias palestras com jornalistas falando sobre o merchandising por parte de jornalistas.

Um jornalista ganha em média R$ 3.495, 21, para uma jornada de trabalho de 38 horas semanais. As informações são de acordo com pesquisa do site salário junto a dados oficiais do Novo CAGED, social e Empregador Web com um total de 4.067 salários de profissionais admitidos e desligados pelas empresas no período de Junho de 2021 a Maio de 2022.

A faixa salarial do Jornalista fica entre R$ 2.700,00 salário mediana da pesquisa e o teto salarial de R$ 7.961,41, sendo que R$ 3.329,85 é a média do piso salarial 2022 de acordos coletivos levando em conta profissionais em regime CLT de todo o Brasil. De acordo com o site salário.

O perfil profissional mais recorrente é o de um trabalhador com 24 anos, formação superior em Jornalismo, do sexo feminino que trabalha 44h semanais em empresas do segmento de Atividades de televisão aberta. De acordo com o site salário.

Ou seja leitor (a). O piso salarial do jornalismo, não é um dos pisos salariais mais elevados no Brasil. Nos dias de hoje, um único repórter, exerce as funções de editor chefe, editor chefe de redação, redator, fotógrafo e repórter. 

Os veiculos de comunicação, em sua maioria, são de propriedade dos empresários dos business. Os empresários do business, acham o máximo serem proprietários de um veiculo de comunicação, e como qualquer empresário, querem ter lucros com isso.

Os empresários do business, os proprietários dos veículos de comunicação, querem cortar custos, o que deixa as redações sucateadas. Um único repórter, exerce as funções de editor chefe, editor chefe de redação, redator, fotógrafo e repórter. 

E caso o repórter, normalmente com a formação no curso de jornalismo, queira fazer o seu preço na hora da sua contratação, esse mesmo repórter não conseguirá sequer escrever uma unica linha de Word paga nos veículos de comunicação.

Ou seja; Analisar a mistura entre Jornalismo e Publicidade, é algo bastante complexo, especialmente quando um único repórter, exerce quatro funções bastante distintas ao mesmo tempo.

Na Rede Globo, por exemplo, os profissionais do jornalismo, são proibidos de fazer qualquer tipo de propaganda. Mas, entretanto, a analise da publicidade no jornalismo, é algo bastante complexo, especialmente em uma profissão com pouquíssimos postos de trabalho.

Veja bem leitor (a). Na minha modesta opinião, Jornalismo e Publicidade, são coisas que não se misturam. Na minha modesta opinião, Jornalismo deve zelar pela independência, o que fica comprometido com a propaganda.

Ainda assim. O jornalismo não tem um dos pisos salariais dos mais elevados. Sendo os empresários do business, os proprietários dos veículos de comunicação, o fechamento de postos de trabalho nas redações, deixa um repórter extremamente sucateado, algumas vezes sobrecarregado, com funções distintas ao mesmo tempo.

Ainda que eu entenda que Jornalismo e Publicidade não se misturam. Como alguém cursou a habilitação em Jornalismo, nas Faculdades Integradas Alcântara Machado (FIAAM FAAM), eu devo reconhecer que fazer uma analise completa nesta mistura, é algo bastante complexo nos dias atuais.



 





 

segunda-feira, 1 de janeiro de 2024

E sua opinião leitor ( a) ?

No futebol. Os seus fundamentos técnicos são ; Condução da Bola; Passe; Chute ; Drible; Recepção ou dominio de bola e o cabeçeio.

A condução da bola, significa que um futebolista, tem a excelencia para manter consigo o controle e o total domínio da posse da bola, mesmo quando pressionado por um mais advresário.

O passe é a capacidade de visão de jogo e a visão periférica do campo, para que o futebolista tenha a plena visão periférica para acionar seus companheiros melhor poscionados dentro do campo de jogo.

O chute é e habilidade técnica de finalizar á uma jogadas em direção aos gol adversário, ou mesmo a habilidade técnica dos defensores em impedir a progressão de um adversário rumo á sua meta.

O dominio de bola, exige uma fusão entre o fundamento da conclusão, para que o jogador consiga com o equilibrio e uea visão estratégica e a leitura tática de uma partida de futebol, executar movimentos inesperados, que possam quebrar as linhas de defesa, meio campo e ataque do time adversário.

O controle da bola, é a capacidade do jogador não somente em receber a bola. Mas também é a capacidade técnica do jogador ter uma visão estratégica necessária para manter a bola sob o seu controle.

O controle de bola é um dos fundamentos técnicos mais importante. Pois com o controle de bola, um jogador tem a capacidade de visão de jogo plena, não somente para manter a posse da bola, mas também para ditar o ritmo da partida em momentos de forte pressão ofensiva das linhas de meio campo e ataque da equipe adversária.

Os clubes de  futebol no Brasil, estão  na ofensiva para se modernizar taticamente e encurtar a distância que o separa dos maiores clubes de futebol  na Europa e até dos clubes de futebol na Argentina e no Uruguai.

Clubes de futebol eas federações estaduais, estão envolvidos nesse movimento. Notadamente, o intercâmbio com profissionais estrangeiros aumentou consideravelmente. A CBF intensificou o desenvolvimento dos seus cursos para treinadores de futebol e está empenhada em obter o reconhecimento e equiparação/equivalência desses cursos com os oferecidos pela UEFA

O uso de linhas de quatro é uma alternativa tática dentro de uma marcação por zona. No caso das tais “linhas de quatro”, treinadores e comentaristas se referem as duas linhas especificamente, uma linha de quatro composta por zagueiros e laterais e a outra composta por meio campistas e atacantes laterais

A marcação alta é, como o próprio nome já diz, quando a equipe que defende sobe suas linhas, marcando os adversários numa região alta do campo. Normalmente esta forma de defender está associada a equipes mais ofensivas que, ou procuram recuperar a bola no campo do adversário, ou induzem eles ao erro para ter a posse da bola.

A marcação baixa, está  normalmente está associada a equipes mais defensivas, visto que sua área de marcação é muito baixa, longe do gol  adversário. Esta altura de marcação permite uma compactação maior da defesa, porque o campo se torna menor para defender. Por outro lado, também permite ao time adversário estar mais perto do gol.

 Talento esportivo  é a inclinação e habilidade natural ou desenvolvida de uma pessoa para realizar determinada atividade, algo que facilita o sucesso pessoal numa determinada atividade ou ocupação. Também refere-se a pessoa com competências fora da média para realizar uma determinada atividade esportiva.

Talentos no esporte são as inclinações  e habilidades naturais  ou desenvolvida de um esportista  para realizar determinada atividade, algo que facilita o sucesso pessoal numa determinada atividade ou ocupação. Também refere-se a pessoa com competências individuais excelentes para realizar uma determinada modalidade esportiva.

Nas décadas de 1980 e 1990. Tihamos jogadores que eram completos em todos esses fundamentos do futebol. Nas décadas de 1980 e 1990, tivemos craques como Sócrates, Zico, Muller, Romário, Ronaldo, Edmundo, Alex, Djalminha, Ronando Nazário, Ronaldinho Gaúcho, etc..

Nos tempo atuais. Mesmo no nosso hiato em Cópas do Mundo. Que dura desde o pentacampeonato mundial em 2002. Ainda revelamos excelentes jogadores.

Nossos jogadores atuais. São completos nesses fundamentos. Embora ainda revelemos excelentes jogadores.

Talvez não tehamos mais jogadores de nivel de seleção brasileira. Como nas décadas de 1980 e 1990.

Ainda temos excelentes jogadores. Que brilham nos seus clubes. Mas talvez somente tennhamos jogadores de clubes. E não mais inúmeros jogadores de nivel de seleção brasileira. Como nas décadas de 1980 e 1990.

Nesse sentido. Talvez nossa safra. Não seja mais como nas décadas de 1980 e 1990.

Temos talvez excelentes jogadores. Mas jogadores de clube. E não mais inúmeros jogadores de nivel de seleção brasileira.

E não adianta culparmos Fernando Diniz.  A atual safra do futebol brasileiros. São de excelentes jogadores. Mas jogadores de clubes. E não jogadores de seleção brasileira.

O que faz a seleção brasileira correr o risco nos campeonatos em 2024. 

O que vc acha leitor  (a )?

Confira a liderança do Brasil, no ranking das Copas do Mundo, no site campeões do futebolhttps://www.campeoesdofutebol.com.br/copa_mundo_ranking.html


Imagem ;Portal Lance. 




Os clubes de futebol no Brasil e suas questões táticas.

No futebol. Os seus fundamentos técnicos são ; Condução da Bola; Passe; Chute ; Drible; Recepção ou dominio de bola e o cabeçeio.

A condução da bola, significa que um futebolista, tem a excelencia para manter consigo o controle e o total domínio da posse da bola, mesmo quando pressionado por um mais advresário.

O passe é a capacidade de visão de jogo e a visão periférica do campo, para que o futebolista tenha a plena visão periférica para acionar seus companheiros melhor poscionados dentro do campo de jogo.

O chute é e habilidade técnica de finalizar á uma jogadas em direção aos gol adversário, ou mesmo a habilidade técnica dos defensores em impedir a progressão de um adversário rumo á sua meta.

O dominio de bola, exige uma fusão entre o fundamento da conclusão, para que o jogador consiga com o equilibrio e uea visão estratégica e a leitura tática de uma partida de futebol, executar movimentos inesperados, que possam quebrar as linhas de defesa, meio campo e ataque do time adversário.

O controle da bola, é a capacidade do jogador não somente em receber a bola. Mas também é a capacidade técnica do jogador ter uma visão estratégica necessária para manter a bola sob o seu controle.

O controle de bola é um dos fundamentos técnicos mais importante. Pois com o controle de bola, um jogador tem a capacidade de visão de jogo plena, não somente para manter a posse da bola, mas também para ditar o ritmo da partida em momentos de forte pressão ofensiva das linhas de meio campo e ataque da equipe adversária.

Os clubes de  futebol no Brasil, estão  na ofensiva para se modernizar taticamente e encurtar a distância que o separa dos maiores clubes de futebol  na Europa e até dos clubes de futebol na Argentina e no Uruguai.

Clubes de futebol eas federações estaduais, estão envolvidos nesse movimento. Notadamente, o intercâmbio com profissionais estrangeiros aumentou consideravelmente. A CBF intensificou o desenvolvimento dos seus cursos para treinadores de futebol e está empenhada em obter o reconhecimento e equiparação/equivalência desses cursos com os oferecidos pela UEFA

O uso de linhas de quatro é uma alternativa tática dentro de uma marcação por zona. No caso das tais “linhas de quatro”, treinadores e comentaristas se referem as duas linhas especificamente, uma linha de quatro composta por zagueiros e laterais e a outra composta por meio campistas e atacantes laterais

A marcação alta é, como o próprio nome já diz, quando a equipe que defende sobe suas linhas, marcando os adversários numa região alta do campo. Normalmente esta forma de defender está associada a equipes mais ofensivas que, ou procuram recuperar a bola no campo do adversário, ou induzem eles ao erro para ter a posse da bola.

A marcação baixa, está  normalmente está associada a equipes mais defensivas, visto que sua área de marcação é muito baixa, longe do gol  adversário. Esta altura de marcação permite uma compactação maior da defesa, porque o campo se torna menor para defender. Por outro lado, também permite ao time adversário estar mais perto do gol.

Analisando os clubes de futebol neste blog. Desde Março de 2018. Cheguei á algumas conclusões.

De maneira geral. Os clubes de futebol no Brasil. Com treinadores brasileiros e estrangeiros. Tem procurado adotar uma marcação mais alta. Com foco em recuperar a bola no campo ofensivo.

A marcação alta. Como um modelo agressivo de jogo. Ficou muito evidente. Quando Abel Ferreira e Jorge Jesus. Tiveram elencos muito acima da média. Em Palmeiras e Flamengo respectivamente.

Nos elenco mais limitados. A marcação alta fica mais comprometida. Pois os times apresentam erros de passe no meio campo. Erros de passes, que comprometem a compactação entre as linhas de defesa, meio campo e ataque, por exemplo.

A marcação em linha média, é quando equipe está posicionada na altura do meio de campo. Esta marcação é um pouco mais comedida que a maracção mais alta, porém também é mais ofensiva que a marcação em linha baixa.

O meu São Paulo. Venceu a Copa do Brasil. Com uma marcação em linha média. Com Dorival Junior. O meu São Paulo. Com um elenco limitado. Se sobrepos ao Flamengo, com uma marcação em linha média, o que permitia a recomposição defensiva e a diminuição dos espaços.

A marcação em linha média de Dorival Junior. Fez o meu tricolor encurtar os espaços do campo aos rubro negros nas finais da Copa do Brasil.

Os clubes de futebol no Brasil. De maneira geral. Possuem elencos muito limitados. O que dificulta uma marcação alta em nivel constante. Com elencos limitados nos clubes de futebol no Brasil. Marcação mais alta, Ocasiona erros de passe no meio campo e espaçamento entre as linhas.

Particularmente. Acho que o futebol brasileiro. Evoluiu taticamente. Mas já não tem tantos craques como nas décadas de 1980 e 1990.

Temos excelentes jogadores. Que são completos nos fundamentos do futebol. Mas não temos mais os inúmeros craques das décadas de 1980 e 1990.

O que dificulta uma marcação alta em nivel mais consistente.

Confira a liderança do Palmeiras entre os 382 maiores campeões do Brasil, no site campeões do futebolhttps://www.campeoesdofutebol.com.br/especial21.html

Confira no site campeões do futebol, a história, títulos e curiosidades de clubes brasileiros que conquistaram ao menos um troféu na sua história.https://www.campeoesdofutebol.com.br/hist_clubes.html

Imagem ; Site Medium.