domingo, 5 de setembro de 2021

A paralisação de Brasil e Argentina.

 O clássico entre Brasil e Argentina, valido pela nona rodada das eliminatórias, ficou marcado por um episódio incomum, que gerou confusão e paralisou a partida. Aos cinco minutos do primeiro tempo, Agentes da Anvisa e da Polícia Federal entraram em campo  para parar o jogo em razão da presença de quatro atletas argentinos ( três deles titulares), que não cumpriram as regras sanitárias em território brasileiro, e por isso, não poderiam jogar. Segundo informa o Jornal Estado de São Paulo.

A Operação da Policia Federal e da Anvisa seria realizada no vestiário, mas a delegação argentina se trancou no vestiário e afirmou que iria embora caso alguém entrasse no local. O jogo começou , e aos cinco minutos, a partida foi paralisada na Neo Química Arena. Naquele momento, Agentes Anvisa  e da Polícia Federal conversaram com o delegado da partida para parlisar o duelo, segundo o Jornal Estado de São Paulo.

A Agencia Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa) havia emitido uma nota oficial que quatro jogadores da seleção argentina haviam descumprido regras sanitárias para entrar no Brasil. De acordo com o comunicado, Emiliano Martinez, Emiliano Buendia, Giovani Lo Celso e Cristian Romero, deveriam ser colocados em quarentena e mandados de volta para o país de origem, pois mentiram na hora de desembarcar em território brasileiro. Segundo cita o Jornal Estado de São Paulo.

A Argentina enfrentou a Venezuela na última quarta-feira, na casa dos adversários, e desembarcou em Guarulhos na sexta-feira, para enfrentar o Brasil neste domingo, na Neo Química Arena. No aeroporto, os jogadores foram questionados se tiveram passagem por Reino Unido, África do Sul, Irlanda do Norte e Índia nos últimos 14 dias. Desde junho, passageiros que visitaram esses países no período de duas semanas são impedidos de entrar no Brasil, como precaução contra a disseminação da variante delta do coronavírus. Segundo afirma o Jornal Estado de São Paulo. 

A resposta dos atletas foi negativa, mas os quatro atuaram em partidas do Campeonato Inglês entre os dias 28 e 29 de agosto. Martinez e Buendía jogam pelo Aston Villa, enquanto Lo Celso e Romero integram o elenco do Tottenham. Por isso, a entrada deles no país foi considerada ilegal, e a Anvisa notificou a Polícia Federal orientando medidas que impeçam a circulação dos argentinos. Segundo o Jornal Estado de São Paulo.

Antônio Barra Torres, diretor-presidente da Anvisa, deu entrevista e foi taxativo ao comentar o episódio. "São quatro jogadores. Eles, ao chegarem em território nacional, apresentam a declaração de saúde do viajante. Neste documento não falava que eles passaram por um dos três países que estão restritos, justamente para a contenção da pandemia. Mas depois foi constatado que eles passaram pelo Reino Unido", disse segundo o Jornal Estado de São Paulo.

"Chegamos nesse ponto porque tudo aquilo que a Anvisa orientou, desde o primeiro momento, não foi cumprido. Eles tiveram orientação para permanecer isolados para aguardar a deportação. Mas não foi cumprido. Eles se deslocam até o estádio, entram em campo, há uma sequência de descumprimentos", completou Barra Torres segundo o Jornal Estado de São Paulo.


Caro (a) leitor (a). As leis sanitárias devem ser cumpridas. Sim leitor (a). O futebol é um entretimento em meio ao agravamento da pandemia.

Sim leitor (a). Eu acompanho futebol desde meados dos anos 1980. Eu pude ver a seleção brasileira vencer duas Copas do Mundo em 1994 e 2002. Pude ver clássicos inesquecíveis entre Brasil e Argentina.

O clássico é um confronto futebolístico de grande rivalidade esportiva que pode ver dois clubes e duas seleções diferentes. Existem clássico entre seleções, como Brasil e Argentina e Argentina e Uruguai.

Sou um amante dos clássicos entre clubes e seleções. Sou um apaixonado por futebol e torcedor do São Paulo. Contudo leitor (a). Cabe ressaltar que o Brasil já contabiliza 583 mil vidas perdidas.

O futebol tem que seguir as regras sanitárias vigentes no Brasil. O futebol não pode ser um universo paralelo em meio ao contexto na sociedade.

Nos posts anteriores, eu apontei as semelhanças entre os clubes de futebol e a nova economia digital que é dominante no mundo. Nos posts anteriores, eu comentei que os clubes em todo o mundo terão que se adaptar a nova economia digital.

No contexto global da pandemia do novo corona vírus, os clubes e as seleções, não pode estar em um universo paralelo a sociedade. O Brasil já soma 583 mil vidas perdidas na pandemia da Covid 19.

Clubes e seleções devem cumprir as regras de segurança sanitárias. O futebol não está inserido fora do contexto coletivo em nenhum país no mundo. 

Cabe ressaltar que os clubes brasileiros estão jogando sem público nos estádios como medida de combate a covid 19. O futebol não pode ser tratado como um universo paralelo á sociedade.

Mesmo sendo um amante do futebol e dos grandes clássicos entre clubes e seleções, as regras sanitárias devem sim ser cumpridas. 

Uma pandemia é uma doença que se espalha em entre a população localizada em em uma grande região geográfica, como todo o Planeta Terra.

Epidemia é a manifestação coletiva de uma doença que se espalha, por meio de contágio direto e indireto, até atingir um grande número de nativos em determinado território e se extinguir após um período. Segundo as explicações do meu irmão Bruno de Oliveira Ribeiro, que é médico.

Sendo assim. Ainda que eu seja amante do futebol, e principalmente dos clássicos entre clube e seleções, as regras sanitárias devem ser cumpridas. 

Sim leitor (a). Você, que acompanha meus comentários sobre jogos de futebol e corridas de Formula 1, também já leu postagens aonde eu trago estatísticas do futebol, em reportagens do site campeões do futebol.

Contudo, regras sanitária de segurança sanitária devem ser cumpridas. Ainda que eu seja amante do futebol. O futebol não pode ter suas leis a parte das regras sanitária de qualquer país.

Imagem :  Jornal Correio. 




Marx Verstappen vence Grande Premio da Holanda.

 O holandês Marx Verstappen, venceu agora pouco, o Grande Premio da Holanda de Formula 1. O britânico Lewis Hamilton chegou em segundo,  o finlandês Valtteri Bottas completou o pódio em terceiro. O piloto holandês teve uma bela atuação na corrida deste domingo. Verstappen partiu na pole e teve uma atuação muito consistente.

Em uma  boa performance. Verstappen perdeu a primeira posição apenas nas paradas nos boxes. O piloto holandês soube resistir aos ataques de Hamilton durante a maior parte da corrida. Com o triunfo, Verstappen chegou a marca de 17 grandes prêmios na sua carreira. Com a vitória, Verstappen também reassume a liderança do campeonato mundial de pilotos. Verstappen soma 224, 5 pontos contra 221,5 de Hamilton.

Marx Verstappen largou bem e manteve a liderança nas primeiras voltas. O holandês soube abrir uma boa vantagem durante as primeira voltas da corrida. Verstappen abriu uma vantagem de tres segundos na liderança da corrida. Contudo, Hamilton fez uma corrida inteligente e não deixou que a vantagem de Verstappen aumentasse ainda mais.

Hamilton parou na volta 21 e retornou a pista em terceiro lugar. Verstappen para nos boxes na volta seguinte, voltando a frente da Hamilton.e atrás de Bottas.

Verstappen se mantem a frente de Hamilton e começa a reduzir a desvantagem de dez segundos para Bottas.  Verstappen acabaria ultrapassando Bottas poucas voltas depois. Hamilton acaba ultrapassando Bottas e assume a segunda posição.

Hamilton vinha em segundo, a três segundos de Verstappen. Hamilton ainda consegue baixar a diferença nas ultimas voltas. Contudo, Hamilton também começas a poupar os pneus nas ultimas voltas.  Verstappen continuou em atuação muito consistente e confirmou a vitória na bandeirada final.

Cuiabá vence Santos e aumenta a pressão sobre Fernando Diniz.

 O Cuiabá venceu o Santos por 2 a 1, ontem (4), pela ultima rodada do primeiro turno do Campeonato Brasileiro. O resultado aumenta a pressão sobre o técnico Fernando Diniz no comando técnico do clube alvinegro.

A vitória leva o Cuiabá a 24 pontos no campeonato nacional. O Santos, por sua vez, fica estacionado com 22 pontos, com uma partida a mais que a maioria dos seus adversários na tabela de classificação. O Cuiabá começou melhor no primeiro tempo. O time mandante aproveitou as falhas na defesa santista e abriu o placar ainda no primeiro tempo.

O time santista tentou sair para o jogo, mas foi barrado pela marcação do Cuiabá. O time mandante soube se fechar na defesa e anular o ataque santista. O time santista não conseguia chegar ao gol adversário. E a única saída foi alçar bolas altas na defesa do Cuiabá.

Nas bolas altas, o time santista conseguiu chegar perto do gol de empate. Por outro lado, o Cuiabá levava perigos nos contragolpes, obrigando o goleio João Paulo a fazer boas defesas no primeiro tempo.

O time santista voltou melhor no segundo tempo. As modificações no intervalo aumentaram o poder ofensivo do time praiano. Os santistas obrigaram o goleio Walter a fazer pelo menos duas ótimas defesas nos quinze primeiros minutos do segundo tempo. Aos dezoito; minutos, o time santista chegou ao gol de empate.

O time santista tinha maior posse de bola. Contudo, o Cuiabá era perigoso nos contragolpes. Os santistas atacavam mais durante o segundo tempo. O time santista tinha o controle do jogo durante todo o segundo tempo.  Contudo, o Cuiabá chegou ao gol da vitória nos minutos finais do jogo.

sábado, 4 de setembro de 2021

Jornal O Tempo.

 O Jornal O Tempo, é um veiculo de comunicação do Estado de Minas Gerais. O Jornal tem a sua sede em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte.

O Jornal foi criado em 1996. O veiculo de comunicação tem versões derivadas para Contagem, Betim e também para o bairro belorizontino da Pampulha. O veiculo de comunicação á publicação imã do tabloide Super Notícia, também fazendo parte do grupo que gerencia a rádio Super 91.7 FM.

O Jornal O tempo é de propriedade da Sempre Editora, que é integrante do grupo  SADA (transporte e logística, concessionárias automobilísticas, metalurgia, editorial e outros), grupo que tem como seu presidente Vittorio Medioli, que além de conhecido empresário, é também político e filósofo nascido na Itália, que se naturalizou no Brasil em 1981, sendo também prefeito da cidade de Betim, entre 2017 a 2020.

O veiculo de comunicação acabou se consolidando como o principal e mais rentável Jornal do Estado de Minas Gerais no segmento quality paper e figura entre os melhores jornais do Brasil, devido a sua imparcialidade editorial e o compromisso com o público. O veiculo é guiado por um jornalismo profissional de qualidade no seu DNA, focando em uma informação séria, muito objetiva e com alto grau de profissionalismo.

O veiculo nasceu em formato standard, e adotou o formato tabloide em 2008, tendo com guia as tendências internacionais no mercado. O Jornal foi o primeiro veiculo de comunicação no Estado de Minas Gerais á adotar 100 % das suas paginas coloridas. O veiculo também possui o maior parque gráfico no Estado de Minas Gerais.

Cabe ressaltar que o Jornal O Tempo, também possui um editorial sobre esportes. O veiculo de comunicação também possui um editorial esportivo. 


Fonte : Wikipédia, a enciclopédia livre.

Imagem : Site Portal Imprensa




Jornal Estado de Minas.

 O Jornal Estado de Minas, é um veiculo de comunicação brasileiro que pertence ao veiculo Diários Associados. O Jornal Estado de Minas teve a sua fundação em 7 de Março de 1928, sendo um dos mais importantes veículos impressos no Estado de Minas Gerais. O Jornal Estado de Minas também é conhecido como o grande jornal da população mineira. Cabe ressaltar que o Jornal Estado de Minas, também é considerado um dos veículos de comunicação mais importantes no Brasil.

O Jornal Estado de Minas tem como seu principal concorrente o Jornal O Tempo. Os dois veículos de comunicação editam o Super Noticia e o Aqui BH, os veículos de comunicação mantem concorrência, principalmente na região metropolitana de Belo Horizonte. O Jornal Estado de Minas, tem como símbolo, impresso no expediente e que também já foi impresso na capa, o profeta Ezequiel, que foi criado por Aleijadinho no Santuário de Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas.

O Jornal Estado de Minas circula com os editoriais sobre Política, Opinião, Nacional, Internacional, Gerais, Super Esportes e EM Cultura. Os seus suplementos editoriais são: Agronegócio, Bem viver, Ciência & Saúde, Degusta, Direito & Justiça, Divirta-se, Emprego (Admite-se), Especial, Feminino & Masculino, Hora Livre, Imóveis (LugarCerto), Negócios & Oportunidades, Pensar, Prazer EM Ajudar, Turismo, TV e Veículos (Vrum). O Jornal Estado de Minas é um veiculo de comunicação bastante conceituado no Brasil. O Jornal Estado de Minas é o principal veiculo impresso no Estado de Minas Gerais.

O veiculo de comunicação iniciou a sua circulação em 7 de Março de 1928, quando os comunicadores e também acadêmicos Pedro Aleixo, Mendes Pimentel e Juscelino Barbosa fizeram a compra do acervo Diário da Manhã. Os três comunicadores se juntaram aos também comunicadores Milton Campos e Abílio Machado para criar uma sociedade. Em 1929, Assis Chateaubriand incorpora o novo jornal aos Diários Associados.

Nos seus primeiros anos de existência, o veiculo de comunicação , teve na sua redação, a presença de vários comunicadores que que iriam se destacar futuramente, como os irmãos Braga, o poeta Newton Braga : de 1929 a 1932 o cronista e também comunicador Rubem Braga, que tinha apenas 19 anos de idade. 

Fonte :  Wikipédia, a enciclopédia livre.

Imagem : Jornal Estado de Minas. 







sexta-feira, 3 de setembro de 2021

A hora da necessária racionalidade.

 O técnico Tite, assumiu o comando da seleção brasileira, após a trágica eliminação ainda na primeira fase da Copa América Centenário, no dia 20 de Junho de 2016.

A seleção brasileira estava fora da zona de classificação nas eliminatórias sul americanas para a Copa do Mundo da Rússia em 2018. Tite recuperou a auto estima da seleção, com uma campanha perfeita e a classificação antecipada para a Copa do Mundo da Rússia em 2018.

Os dirigentes da Confederação Brasileira de Futebol mantiveram Tite, mesmo após a eliminação para a Bélgica, nas quarta de final da Copa do Mundo da Rússia. Cabe ressaltar, que a seleção brasileira já conquistou o bicampeonato olímpico em 2016 e 2021.

Acompanhando o noticiário esportivo, li muitas criticas em relação ao técnico Tite, devido a performance da seleção brasileira na partida de ontem contra o Chile. Bom leitor (a). Tenho que respeitar as opiniões do meus colegas da imprensa esportiva.

Sim leitor (a). Não tenho um conhecimento tão cientifico sobre futebol. Tenho que ter a humildade para reconhecer que os meus colegas da imprensa esportiva tem um conhecimento acima do meu. Embora tenha formação em Comunicação Social - com habilitação em Jornalismo. Eu não tenho especialização em Jornalismo Esportivo, ou em História do Futebol, como os (as) meus (minhas )  colegas da imprensa esportiva. 

Ainda assim. Eu acompanho futebol desde criança. Ainda em meados da década de 1980. Admito que os meus colegas da imprensa esportiva possam ter alguma razão em alguns reparos ao técnico Tite.

Contudo leitor (a). Temos que ser racionais. Apesar da conquista do bicampeonato olímpico em anos consecutivos, o futebol brasileira já não tem a safra de craques como nos meus tempos de criança.

Mesmo com duas medalhas de ouro em sequencia, não podemos nos iludir com certas coisas. O futebol brasileira já não tem a mesma safra de craques como nas décadas de 1980 e 1990.

Sim leitor (a). O futebol brasileira ainda revela ótimos jogadores. Entretanto, Neymar é o único fora de série que temos atualmente no nosso futebol. E isso não pode ser colocado na conta do técnico Tite.

O futebol brasileiro  tem sim ótimos jogadores. Entretanto, o futebol brasileiro atual, está muito da safra de craques das décadas de 1980 e 1990.

O único fora de série no futebol brasileiro é Neymar. No mais, temos bons jogadores, tanto no futebol brasileiro quanto no futebol internacional. A falta de craques não pode ser colocada na conta do técnico Tite.

Sim leitor (a). Dou a você todo o direito de não concordar comigo . Respeito os que não pensam como eu. Mas ao meu ver, temos que ter a humildade para reconhecer. O futebol brasileiro não tem tantos craques como antigamente. A exceção de Neymar. Temos apenas bons jogadores.

Imagem : Jornal Lance. 



Jornal Diário de São Paulo.

 O Jornal Estado de São Paulo, é um veiculo de comunicação brasileiro, publicado na capital do Estado de São Paulo. O veiculo se chamou Diário Popular até 2001. Nos dias de hoje, o Jornal circula somente em versão digital.

Após fundar e também acumular as funções de redator e diretor do Jornal Jornal Correio Paulistano por quase vinte anos interruptos, o comunicador Américo de Campos se juntou aos seus colegas e também comunicadores José Maria Lisboa e Joel Pestana, tendo o intuito de fundarem o Jornal A Província de São Paulo, no ano de 1875. Em 1884, os comunicadores Américo e Campos e José Maria Lisboa acabaram tendo a sua demissão pelas mãos do novo sócio do Jornal A Província de São Paulo, João Alberto Salles. A demissão foi imposta pela discordância de América Campos e José Maria Lisboa com a nova linha editorial do Jornal, notadamente antilusitana.

Mas, entretanto, os comunicadores Américo Campos e José Maria Lisboa não se deram por vencidos. Em 1884, os dois comunicadores fundaram o Jornal Diário Popular. Para fundarem o Jornal Diário Popular, os comunicadores Américo Campos e José Maria Lisboa, contaram com um forte suporte financeiro do também comunicador Antônio Beneto, um abolicionista e e dono do Jornal do Comercio de São Paulo, Hipólito Junior e Aristides Lobo. O nome do Jornal O Diário Popular. foi inspirado no homônimo português, e os editores do veiculo de comunicação, acabaram definindo a linha editorial do Jornal, já no seu primeiro ano de existência.

O Jornal Diário Popular, teve como sua primeira sede, a Rua da Imperatriz. O veiculo de comunicação abrigou uma grande quantidade de encontros entre políticos no século 19, aonde se debatia ideias abolicionistas e republicanas.

O veiculo de comunicação era originalmente um vespertino. O Jornal se caracterizava por ser um veiculo de comunicação para anúncios de pequenos negócios. O Jornal tinha um balcão  de publicidade para que pessoas pudessem publicar os seus próprios anúncios. Por causa dessa publicidade, o Jornal tinha uma tiragem considerável, e assim conseguia manter uma solidez financeira. Cabe ressaltar que o veiculo de comunicação tinha um forte apelo popular, sendo bastante requisitado para abrigar donativos para as camadas mais pobres da população, e assim o Jornal acabou se engajando fortemente em inúmeras campanhas  assistenciais.

Após a Republica ser proclamada oficialmente no Brasil, da qual o veiculo de comunicação era ferrenho defensor, o Jornal acabou ganhando uma enorme popularidade. Aristides Lobo foi nomeado Ministro Interior do Governo Provisório. O comunicador Américo Campos acabou sendo nomeado cônsul brasileiro para o Reino da Itália e José Maria Lisboa foi eleito deputado estadual por São Paulo. Na sequencia dos fatos, os comunicadores Américo Campos e Aristides Lobo, deixaram as funções editoriais no Jornal, focando exclusivamente na carreira politica. Assim sendo. José Maria Lisboa acabou se tornando proprietário único do Jornal Diário Popular.

O Jornal acabou se tornando matutino no ano de 1965, também passando a ter seu editorial aos domingos. Na sequencia, em 1968, o veiculo de comunicação lançaria um novo vespertino, tendo o intuito de concorrer com o Jornal da Tarde, que havia sido lançado em 1966. Sendo chamado de Popular da Tarde, o veiculo de comunicação era vinculado ao Diário Popular, especializado em esportes, e circularia no Brasil até novembro de 1988.

No ano de 1977, o Jornal acabou iniciando uma forte campanha  contra a instalação da fabrica e papel Braskraft em Angatuba, ás margens  do Rio Paranapanema, devido ao alto risco de poluição do rio pela fabrica. Na época, a campanha seria capitaneada pelo secretário de redação do veiculo de comunicação Edgard Barros e pela repórter Ane do Valle, a campanha do Jornal Diário Popular, acabou impulsionando uma reação de outros veículos de comunicação e também das autoridade públicas, que mudaram suas posições de defensoras a criticas do projeto. Na sequencia dos fatos, uma CPI seria aberta pela Assembleia Legislativa de São Paulo, e devido ao desgaste, a fabrica acabaria desistindo do projeto e fez sua instalação no Estado do Paraná. Cabe ressaltar, que nos dias atuais, o rio Paranapanema, é um dos rios mais limpos do Brasil.

O Jornal entrou á venda na década de 1980.  Contudo, os proprietários do veiculo de comunicação, acabaram desistindo da venda em uma primeira tentativa. O Jornal tinha uma situação financeira bastante critica em 1987. Na época, o Governo do Estado de São Paulo, investia quantias cada vez maiores na publicidade do veiculo. Ainda em Outubro de 1987, uma reportagem do Jornal Estado de São Paulo, abordou que o Jornal Diário Popular havia recebido aproximadamente 11 % dos gastos publicitários do Governo do Estado de São Paulo naquele ano. O Jornal Diário de São Paulo ficou em terceiro lugar, atrás do próprio Jornal Estado de São Paulo, que recebeu 12, 6% e do Jornal Folha de São Paulo, com 19,1 %.

O comunicador Rodrigo Lisboa Soares, que era bisneto do também comunicador José Maria Lisboa, anunciou a venda do Jornal para Popular para o também Ary Carvalho, em Maio de 1988. O comunicador Ary Carvalho era o proprietário do Jornal Carioca O Dia. A venda do Jornal Diário Popular, foi por 244 milhões de cruzados. Mas, entretanto, a conversa nos bastidores, era de de que o verdadeiro comprador  do Jornal Diário Popular, era o governador do Estado de São Paulo Orestes Quércia. O governador negou a compra do Jornal até deixar a cargo público, em março de 1991, ao anunciar que havia adquirido 30 % do controle das ações do Jornal naquele ano.

Na década de 2000, o ex governador Orestes Quércia apresentou uma nova versão, de que teria adquirido o Jornal em 1988, em sociedade com o comunicador Ary Carvalho. Entre os anos de 1995 e 1998, o grupo do ex governador Orestes Quércia, investiu R$ 35 milhões em um novo parque gráfico para o Jornal Diário Popular.

Em 2001, o Jornal Diário Popular, seria adquirido pela Infoglobo, empresa das Organizações Globo, proprietária também dos jornais O Globo e Extra. O grupo, que desejava ter um veiculo de comunicação da região de São Paulo, alterou o nome do Jornal para Diário de São Paulo. A Infoglobo fez mudanças na linha editorial do Jornal, tendo um editorial menos popular e mais policial.

Após problemas financeiros, o Jornal Diário de São Paulo, acabou tendo a sua falecia reconhecida pela 2.ª Vara de Falências de São Paulo, em 23 de janeiro de 2018, saindo de circulação a versão impressa e o portal online.

O empresário Kleber Moreira, anunciaria a compra do título da Editora Cereja ( detentora dos direitos), trinta mil reais, reativando o editorial nas versões online e impressa. Não existem dados sobre os dados da sua circulação impressa no Instituto Verificador de Comunicação.

Cabe ressaltar que o Jornal Diário de São Paulo sempre teve um editorial sobre esportes.

Fonte : Wikipédia, a enciclopédia livre.


Imagem : Site Poder 360.



Brasil vence Chile e amplia a liderança nas eliminatórias sul americanas.

 O Brasil venceu o Chile por 1 a 0, ontem a noite, na cidade de Santiago, capital chilena, pelas eliminatórias sul americanas para a Copa de 2022. A vitória leva o Brasil a 21 pontos na liderança das eliminatórias, seis pontos a mais do que Argentina, que aparece com 15 pontos, na segunda colocação.

A seleção chilena foi superior no primeiro tempo. O time chileno fez uma marcação alta e encurralou a seleção brasileira no campo defensivo. Tendo aproximadamente 60 % de posse de bola, a seleção chilena obrigou o goleiro Weverton a fazer pelo menos três excelentes defesas no primeiro tempo.

O time chileno soube anular o ataque brasileiro e teve uma saída em velocidade durante o primeiro tempo. A seleção chilena terminou o primeiro tempo com aproximadamente 65 % de posse de bola.

Contudo, o técnico Tite fez modificações e mudou, o jogo no segundo tempo. A seleção brasileira voltou mais agressiva no segundo tempo do jogo. A seleção brasileira passou a fazer uma marcação alta e pressionou a defesa chilena no segundo tempo. 

O time brasileiro teve uma saída mais qualificada no meio campo e passou a chegar com maior frequência no campo de ataque. Com uma marcação alta, a seleção brasileira acabou obrigando a defesa chilena a dar chutões a a fazer faltas durante o segundo tempo.

O time brasileiro abriu o placar no segundo tempo e soube controlar o jogo. O time brasileiro continuou pressionando a defesa chilena e soube controlar o jogo com tranquilidade até o apito final do arbitro. 


quinta-feira, 2 de setembro de 2021

Jornal A Gazeta Esportiva.

 A Gazeta Esportiva foi um Jornal Esportivo, que tinha sede em São Paulo, com circulação em todo o Brasil até 2001. O veículo de comunicação distribuía prémios aos clubes e aos jogadores de futebol, como a Taça dos Invictos, se firmando como um dos mais tradicionais veículos de comunicação da imprensa esportiva durante o século XX.

Nos tempos atuais, existe a versão on-line do Jornal Gazeta Esportiva, cujo portal herdou todo o conteúdo do jornalismo impresso, se tornando um dos mais acessados portais de mídia esportiva no Brasil. Como um veículo de comunicação da Fundação Cásper Líbero, a redação do portal ainda mantém um vínculo com a faculdade de comunicação, que tem o mesmo nome, de onde traz os seus estagiários.
O Jornal A Gazeta Esportiva nasceu no dia 23 de Dezembro de 1928, sendo um seminário ligado ao Jornal A Gazeta, como uma ideia do Jornalista Cásper Líbero. A ótima performance da seleção brasileira na Copa do Mundo de 1938, acabou fazendo os responsáveis pelo Jornal terem a ideia de uma edição diária do Jornal. Mas, no entanto, a morte do Jornalista Cásper Líbero, em um acidente aéreo, acabou adiando tais planos.
A situação seria agravada pela escassez de papel, em meados da década de 1940, o que foi um entrave para que os editores do Jornal conseguissem colocar em prática os planos da edição diária. Entretanto, cabe ressaltar, que os leitores  seguidamente questionavam  quando  a edição diária do Jornal A Gazeta Esportiva seria colocada em ação. O Jornal já teve duas edições semanais, nas segundas e sábados.
Após tantos sobressaltos, os planos da edição diária do Jornal A Gazeta Esportiva, seriam finalmente colocados em prática em 10 de Outubro de 1947. O  editorial do Jornal finalmente passaria a ser publicado  diariamente, exceto aos domingos.
A expansão do Jornal crescia cada vez mais. A expectativa inicial, que beirava entre quinze a vinte mil exemplares diários, acabou sendo superada muito rapidamente. Em 1954, durante a Copa do Mundo, o Jornal atingiu uma impressionante marca de 257. 560 exemplares. A expansão do veículo de comunicação seguia com sua edição de domingo sendo publicada em 16 de março de 1958.
O Jornal tomava a iniciativa do editorial aos domingos. A edição aos domingos, não necessariamente visava o benefício do Jornal, mas tinha um enorme compromisso de qualidade com seus respectivos esportes. A edição do domingo, ampliava o espaço para um noticiário mais crítico e volumoso. A edição de domingo foi esgotada muito rapidamente, com uma impressionante marca de 253 mil exemplares vendidos.
O Site A Gazeta Esportiva. Net,  acabou sendo inaugurado em 13 de Novembro de 1998. O Site A Gazeta Esportiva assumiu todo o editorial, após a extinção do Jornal Impresso em 2001.

Fonte : Wikipédia, a enciclopédia livre.

Imagem : Site Gazeta Esportiva. 





Jornal Lance

 O Jornal Lance foi um jornal esportivo  brasileiro publicado pela Areté Editorial. O Jornal Lance tinha sua sede na cidade do Rio de Janeiro, chegando a ter suas versões regionais para outros estados, e com isso o jornal tinha alcance nacional. Em 2020, o Jornal Lance encerrou suas edições impressas. Contudo, o Jornal Lance continua seu editorial na internet com plataforma multimídia.

O Jornal circulou pela primeira vez em 26 de Outubro de 1997, entretanto, o Lancenet já estava disponível na internet uma semana antes. Os jogadores Viola e Romário apareceram na capa da primeira edição do Jornal. O Jornal começou com uma equipe de no máximo cem funcionários. Contudo, enfrentou sérias dificuldades em 1998 e quase fechou.
Contudo, tempos depois, acabou havendo uma  "consolidação empresarial", e consequentemente o Jornal cresceu muito, a ponto de se tornar o décimo jornal em circulação no Brasil, e tinha 450 funcionários em 2009.
Passou a circular no Estado de Minas Gerais em 7 de Novembro de 2004. O Jornal Lance chegou a Manaus em 27 de Novembro de 2005, tendo como parceiro o Diário do Amazonas. Em 2013, o Jornal chegou a Porto Alegre, mas a edição na capital gaúcha duraria apenas um ano. O Jornal Lance encerrou as suas edições nos Estados de Minas Gerais e Amazonas, deixando apenas suas redações nos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo.
Em Julho de 2009, O Instituto Marplan constatou que o Jornal Lance tinha aproximadamente dois milhões de leitores em Julho de 2009, com o site do Jornal tendo aproximadamente 9,2 milhões de usuários únicos no site do Jornal no mesmo mes. O Instituto Verificador de Circulação havia constatado que o Jornal Lance tinha a maior vendagem em Banca no Estado de São Paulo. Ainda em julho de 2009 o jornal aumentou o preço de capa de R$ 1,25 para 1,50, assumindo o compromisso de imprimir quatro páginas a mais
Em 30 de Outubro de 2007, o Jornal Lance comemorou dez anos de existência. Em comemoração a data, o Jornal lançou uma edição especial com depoimento de grandes nomes do esporte, da política e uma tiragem de aproximadamente um milhão de exemplares. Na época, o Jornal Lance havia alcançado a décima posição entre os jornais em circulação no Brasil.
O Jornal foi o vencedor da categoria Jornalismo Impresso do 2.º Prêmio Brasil de Esporte e Lazer de Inclusão Social, com uma série de reportagens sobre " Torcedor Diferenciado", que trazia a experiência de quatro torcedores com deficiência em partidas de futebol no Rio de Janeiro, que foi publicada em Setembro de 2009, tendo a autoria do repórter Erich Onida.
O Jornal Lance iria anunciar sua interrupção na circulação impressa já a partir do ano seguinte, durante a pandemia da COVID 19. Era a primeira vez que o Jornal deixava de circular no Brasil. Contudo, a interrupção era vista apenas como algo temporário.
A decisão havia sido tomada porque os diagramadores tinham que continuar indo para a redação, devido ao sistema próprio de fechamento que o Jornal utilizava, enquanto os repórteres e editores permaneciam trabalhando em casa.
A decisão também se deu pelo impacto da pandemia da Covid 19 nas bancas do Jornal, o principal meio de distribuição do veículo de comunicação. Contudo, a decisão se tornou definitiva, e o Jornal deixaria de vez as bancas do Brasil. O o publisher Walter de Mattos Júnior afirmou que o veículo de comunicação voltaria a ser lucrativo com o fim do seu Jornalismo Impresso.  A versão digital do Jornal Lance, acabou indo a leilão em Abril, dando fim a uma recuperação judicial, que havia sido iniciada em 2017.

Fonte : Wikipédia, a enciclopédia livre

Imagem : Portal  Lance.



quarta-feira, 1 de setembro de 2021

O Estádio e o Memorial do São Paulo.

 Antes de encontrar o terreno alagadiço e de mata densa, "fora da cidade", do outro lado do Rio Pinheiros, o São Paulo teve que bater perna atrás do local para erguer seu estádio. Cogitou-se inicialmente outra região pantanosa, ao lado do lugar onde, em 1954, inaugurariam o Parque do Ibirapuera, mas a Prefeitura não aprovou a negociação.

Os dirigentes voltaram a atenção, então, para terrenos da Light, a companhia energética, às margens do Rio Pinheiros, mas a aquisição também não se mostrou possível, pois, ao todo, a área só possuía 45.000m².

Enquanto isso, a condessa Mariangela Matarazzo e outros proprietários se desfaziam de um grande lote de terras na região do Morumbi. A Imobiliária Aricanduva adquire a área em 7 de fevereiro de 1951 e, de pronto, planeja seu loteamento comercial.

Em meados de 1951, o São Paulo FC consegue aval para um empréstimo de Cr$ 5.000.000,00 junto à Caixa Econômica Estadual para auxiliar na construção de seu sonho. O empréstimo, aliás, somente foi possível após grande reivindicação da diretoria, pois Corinthians e Palmeiras já haviam requisitado e obtido antes.

Após a ativação da Comissão Pró-Estádio (criada em 15.05.1952), o São Paulo consegue junto a Imobiliária Aricanduva um terreno de 99.873m², em 4 de agosto de 1952. A Imobiliária buscava divulgar seu loteamento para o público. E era mesmo necessário, afinal era em local desconhecido, distante e carente de todas as melhorias da cidade. Melhor atrativo e garoto propaganda que o SPFC não havia.

Para agilizar todo o processo, facilitar a obtenção de investimentos e cumprir o acordo com a Aricanduva, imediatamente o Tricolor lançou a pedra fundamental do estádio, mesmo ainda sem projeto de construção definido, e o Monsenhor Francisco Bastos abençoou o terreno.

O passo seguinte foi estabelecer o primeiro plano de arrecadação de recursos. A Comissão Pró-Estádio definiu a venda de 3.000 futuras cadeiras cativas, com título válido por 20 anos. Contudo, a descrença da população mediante ao fato de se "construir um estádio no meio do mato", aliado à contra-campanha de torcedores rivais e setores da imprensa, forçou o Tricolor a vender 12 mil cadeiras, e torná-las patrimônio definitivo.

Assim, foi aberta a concorrência para os projetos de construção do estádio. Três escritórios de arquitetura apresentaram modelos: A empresa Antonov & Zolnerkevic, a firma de Gilberto Junqueira Caldas e o escritório de Vilanova Artigas, Gastão Rachou Jr, José Carlos Pinto, Carlos Cascaldi e David Ottoni.

O projeto russo era o mais chamativo. Complexo e futurista, com cobertura retrátil e de vidro, mais parecia uma nave espacial. Entretanto a vencedora foi a concepção de Vilanova Artigas. Seu principal ponto forte era a capacidade de público: 120 mil pessoas, originalmente. Artigas era adepto do brutalismo, vanguarda artística que valorizava o concreto exposto - outro fator preponderante na escolha: menor custo de manutenção.

Em 10 de março de 1953 o São Paulo FC apresentava ao público a maquete de sua futura praça esportiva. O projeto original contava com estádio de futebol, ginásio poliesportivo ao estilo "Morumbizinho" com capacidade para 20 mil pessoas, praça de atletismo e parque aquático com três piscinas (uma olímpica), ambos com arquibancadas para 5 mil pessoas, além de diversas quadras poliesportivas e sede social.

Preparativos finalizados, era chegada a hora de arregaçar as mangas e começar a erguer o colosso de concreto, o maior estádio particular do mundo.

Enquanto a construção do Estádio do Morumbi ainda engatinhava, o custo não atrapalhou tanto o futebol do São Paulo FC. Até 1957, quando começaram as obras pesadas de elevação dos gigantes de arquibancada, o São Paulo ainda pode investir em grandes atletas e formar belos plantéis.

Tendo reformulado o time no início dos anos 50, após Leônidas e Remo deixarem os gramados, o Tricolor contratou figuras de peso, como Maurinho, Dino Sani e Pé de Valsa. Da Argentina vieram ainda o goleador Albella e Negri. Com Poy no gol, e com a linha defensiva formada por De Sordi e Mauro Ramos, o São Paulo passeou nas rodadas iniciais do Paulistão. De 19 jogos, venceu 17 e empatou dois.

É quando o imponderável acontece. Não há maneira de explicar a derrota por 4 a 1 para o pequenino Linense. Em Lins, a torcida ensandecida desfilou pela cidade montada em um grande elefante, símbolo do clube, comemorando.

A estranha derrota, contudo, em nada abalou a moral da equipe, que seguiu vitoriosa até a antepenúltima rodada, quando uma combinação de resultados (sua vitória frente o Santos, por 3 a 1, e o empate de Lusa e Palmeiras) garantiu o título antecipadamente. Era 24 de janeiro de 1954. A Cidade de São Paulo amanheceu, no dia seguinte, em seu aniversário de 400 anos, comemorando mais uma conquista do Tricolor. Belíssimo presente!

Após as terceiras colocações obtidas nos Paulistas de 1954 e 1955, o São Paulo, em 1956, chegou à decisão do título contra o Santos, mas não foi bem sucedido. 4 a 2 para o time praiano e o vice-campeonato. Sobrou para o goleiro argentino Bonelli, que saiu acusado de "ter se vendido".

Em 1957, o SPFC mais uma vez ousou e trouxe um treinador europeu para comandar sua equipe, o húngaro Bella Guttman - famoso técnico do time base da Hungria de 1954, o Honved. Foi Bella quem introduziu no Brasil o esquema 4-2-4, que levou a Seleção a conquistar o Mundial de 1958.

Revolucionário, Guttman inovou também na maneira de como se treinar uma equipe, com "aquecimento" antes do jogo, treinamento de pontaria nos chutes e a utilização de várias bolas durante os treinos. Mesmo assim, o São Paulo FC começou devagar sua temporada. Faltava algo mais.

Assim, da mesma maneira em que apostara, em 1942, em um craque veterano, o São Paulo se encontrou dentro das quatro linhas quando Zizinho aqui chegou, trazendo consigo um toque de maestria para o time que, com ele, emplacaria dez jogos invictos, golearia o Santos de Pelé por 6 a 2 e chegaria na última rodada em condições de ser campeão. Bastava vencer o Corinthians para comemorar o título.

Não seria fácil, entretanto. O time alvinegro havia, há pouco, perdido uma invencibilidade de 35 partidas e o clima entre as duas equipes não era nada bom. Em partida anterior, o jogador Alfredo, ex-são paulino então no Corinthians, fraturou a perna em dividida com Maurinho. No dia seguinte, Gino Orlando, após visitar o colega no hospital, levou uma tijolada sorrateira de Luisinho, meio-campista corintiano.

Dia da decisão. Dentro de campo tudo ia bem, o São Paulo vencia por 2 a 1, gols de Amaury e Canhoteiro. De repente, em um chutão pro ataque aos 34' do segundo tempo, Zizinho domina, passa para Gino, que de primeira toca para Maurinho, que ganha a corrida do zagueiro e arremata para o fundo das redes do goleiro Gilmar. 3 x 1! Os corinthianos reagiram mal ao gol e à festa são-paulina. Pancadaria geral dentro de campo e também fora dele.

Com a conquista Tricolor e a lamentação alvinegra, encerrava-se assim a peleja que viria a ser lembrada como "Noite das Garrafadas".

As obras que ergueram o Estádio do Morumbi foram iniciadas em julho de 1953, com o começo da terraplanagem do terreno. Até então, a fonte de recursos majoritária era o empréstimo de Cr$ 5.000.000,00 junto à Caixa Econômica Estadual.

Pouco depois, Amador Aguiar, dono do Banco Bradesco, intermediou em favor do SPFC um contrato de direitos exclusivos para a venda de produtos dentro do futuro estádio com a Companhia Antárctica Paulista. A cervejaria concederia Cr$ 5.000.000,00 ao Tricolor por 10 anos de exploração comercial no Morumbi (com opção de prorrogação por mais cinco).

Com fundo em caixa, o São Paulo garantia os primeiros estágios de seu grande projeto. Em dezembro de 1953, a terraplanagem foi finalizada, ao custo total de Cr$ 3.270.396,00. Em 1954, o estaqueamento e a construção das fundações do Estádio, com 144 túbulos pneumáticos de suporte de carga para 700 toneladas cada.

Ao mesmo tempo é assinado o contrato de construção de uma galeria de águas pluviais, no valor de Cr$ 2.410.279,00, para canalizar o córrego Antonico, que ainda hoje corta os subterrâneos do Morumbi. Além desses serviços, outros foram solicitados com o decorrer das obras. O clube gastou Cr$ 11.180,90 em madeira e tábuas, Cr$ 1.040.643,00 em ferro, Cr$ 15.200,00 em cimento e Cr$ 9.904,00 em pregos e arames.

Para custear a aquisição destes materiais o São Paulo promoveu campanhas de vendas de souvenires (como o famoso LP Bola no Barbante) e de doação de cimento - esta famosa, chegando a mobilizar cidades do interior do Estado. A exploração de propaganda no canteiro de obras foi outra medida utilizada.

Ainda em 1954, o clube altera o modelo original de Vilanova Artigas, após a transferência de seus direitos de propriedade sobre o projeto. As medidas tomadas trariam um ganho 30% de capacidade de público, comportando 156 mil pessoas. O maior estádio particular do mundo, com sobras.

O São Paulo então reformula sua atuação na venda de cadeiras cativas. Repassa a direção da promoção a Oswaldo Molles e à Rádio Bandeirantes. Produtor de Rádio e TV, Oswaldo desenvolve o personagem S.O. (sigla para Sócio-Olímpico, ou seja, sócio dono de cadeira cativa) que se tornou um sucesso, aumentando consideravelmente as vendas.

Em sua campanha, as cativas eram vendidas, em média, a Cr$ 20.000,00 cada. Até sua inauguração, em 1970, o SPFC vendeu 12.000 cadeiras, representando uma receita aproximada de Cr$ 240.000.000,00, desconsiderando correções monetárias e a inflação. Somente o ídolo Poy, verdadeiro garoto propaganda, vendera pessoalmente 8 mil dessas cadeiras.

Grande chamariz, as cativas foram cruciais não somente para a construção do Templo, mas também para o modo como fora construído. Preferiu-se erguer o Morumbi por seções, que compreendiam três níveis de arquibancadas, ao invés do tradicional "primeiro a camada inferior, depois a superior". Afinal, quando uma seção fosse finalizada, poderia ser capitalizada em ações de publicidade e suas cativas entregues a seus donos.

Antes das obras realmente pesadas, de elevação das arquibancadas, as últimas construções de base foram realizadas. Em abril de 1955, o sistema de drenagem foi entregue, ao preço de Cr$ 4.382.437,00. No decorrer do ano ainda foram construídos os túneis, o fosso, a rede de irrigação e a da arquibancada térrea, tudo ao custo de Cr$ 6.010.400,00.

Muitas solenidades marcaram o ano de 1956. Em 24 de janeiro, o Conselho Deliberativo batiza oficialmente o Morumbi: Estádio Cícero Pompeu de Toledo, em homenagem ao seu grande idealizador. No dia seguinte, celebra-se a Festa do Jequitibá. Nessa cerimônia foi plantada uma árvore em terra provinda de todos os municípios do Estado, representando assim a união do povo paulista por seu estádio.

Tudo era motivo de festejo e, claro, de publicidade. Então, em agosto, o São Paulo inaugura o gramado, com festa e churrasco oferecidos à imprensa. Nessa estreia surgiram as primeiras traves redondas do Brasil. Foi nessa época que o Tricolor adquiriu seu primeiro trator, para cuidar da grama. Na verdade, trocaram a máquina pelo passe de um jogador...

Entre 1956 e 1957 começou, verdadeiramente, a construção do maior estádio particular do mundo. As fundações foram concluídas em setembro de 1957, por Cr$ 20.000.000,00. Seis vãos de gigantes (espaços entre as colunas de sustentação) foram terminados em seus três níveis e outros 19 vãos ao redor, até as cativas, em fevereiro de 1957.

Até agosto de 1958 todos os níveis foram levantados, mas, somente em março de 1960, finalizados, com o acréscimo de outros cinco vãos. Tudo ao custo de Cr$ 78.681.571,60. Com essa configuração, o Morumbi teria sua inauguração parcial.

Até lá, contudo, faltavam outros detalhes: a pista de atletismo, configurada por Dietrich Gerner, foi inaugurada em 9 de abril. As rampas de acesso provisórias e pisos do pavimento térreo foram entregues em 20 de julho, por módicos Cr$ 7.000.000,00. Já os bancos das numeradas e cativas foram instalados por Cr$ 10.600.000,00. Para pregá-los, Laudo Natel teve que virar garoto propaganda de uma indústria de parafusos e assim conseguir 400 mil unidades de graça.

Por fim, o muro de entorno, necessário para separar a torcida do canteiro de obras, saiu por Cr$ 4.000.000,00. Triste foi a derrubada do velho pinheirinho, retrato do lento avanço das obras. Reza a lenda que a esposa do presidente Cícero impediu seu corte, pois nele havia um ninho de passarinho. Passaram-se quase oito anos até que, enfim, ele fosse derrubado por causa da construção do muro.

Longe de estar finalizado, a Comissão Pró-Estádio achou por bem inaugurar o estádio, mesmo incompleto, pois passaria a obter mais recursos provindos de bilheteria e também de ações publicitárias e promocionais, pelo destaque do Morumbi na imprensa. Além de, claro, saciar a vontade do são-paulino em ver e ocupar sua própria casa.

Com tudo preparado, marcou-se a data de inauguração: 2 de outubro de 1960. O convidado para repartir a honra desta festividade foi o Sporting de Lisboa. Sob a benção do Cardeal Dom Carlos Carmelo de Vasconcelo Motta, a bola rolou pela primeira vez de modo oficial no Estádio Cícero Pompeu de Toledo. O primeiro gol do novo estádio foi marcado por Arnaldo Poffo Garcia, o Peixinho, aos 12' da etapa inicial.

Os festejos de inauguração do Morumbi duraram uma semana. No domingo posterior ao seu debut , o São Paulo promoveu uma rodada dupla. Na preliminar, um time formado por veteranos do Tricolor enfrentou a Seleção Paulista. No jogo de fundo, o SPFC goleou o Nacional do Uruguai por 3 a 0. Para esta partida foram convidados jogadores de outros times, para que o Morumbi fosse apresentado a seus torcedores. Pelé foi a ausência sentida, contundido.

Em 1961, o Morumbi se conectou ao resto do mundo. A linha de ônibus Largo de Pinheiros-Morumbi foi inaugurada em 21 de setembro. Neste ano o SPFC ainda desembolsaria Cr$ 46.152.000,00 com a construção de duas torres de concreto e instalação de cabines e outras instalações elétricas. Iluminação, contudo, só veio, e de modo provisório, em 1968. Por fim, construiu mais 6 vãos de arquibancada, ao valor de Cr$ 114.736.436,00.

Com o Morumbi a meio caminho andado, a diretoria volta sua atenção para o patrimônio social. O clube havia conseguido, junto à Imobiliária Aricanduva, mais 25.936m² de terreno. Em 26 de outubro, o Conselho Deliberativo institui o Título Patrimonial do SPFC, ao custo de Cr$ 100.000,00 a adesão. Logo de cara, 7.500 foram vendidos.

O título financiou a construção do parque aquático, dos vestiários, das instalações hidráulicas, elétricas, de manutenção e de tratamento de águas, orçada em Cr$ 55.126.486,00. Quadras e outros empreendimentos arredondaram a conta para cerca de 100 milhões. O Complexo Social foi inaugurado em 30 de setembro de 1962.

O período que se seguiu foi de grande estagnação. Os recursos financeiros líquidos em breve seriam consumidos. Os valores obtidos pelos títulos patrimoniais e cadeiras cativas eram significativos, mas cumulativos somente em longo prazo. O reduzido capital volátil foi investido na compra de 29.584m² de terreno junto a Aricanduva, para expansão do Social. Cr$ 8.875.200,00 pagos em suaves parcelas.

Sem o suficiente em caixa, o Morumbi nada avançou de 1961 a 1968.

Justamente neste período, o presidente do São Paulo, Laudo Natel, iniciou sua carreira política. Eleito Vice-Governador do Estado, por chapa independente, em 1962, assumiu o cargo majoritário por oito meses, entre 1966 e 1967. Após cumprir seu mandato, não voltaria a desempenhar função pública até 1971, após a conclusão do Gigante.

Ou seja, sem qualquer ajuda governamental, o Morumbi só voltou a crescer, e a passos largos, em 1968, com o advento do fantástico Carnê Paulistão. "A Grande Jogada é Construir o Paulistão" foi uma campanha idealizada por Hélio Setti. Na TV Excelsior, nos intervalos das novelas, sorteava-se prêmios para aqueles que estivessem em dias com as suas mensalidades.

Com tiragem inicial de 100.000 unidades, o carnê fez tanto sucesso que ganhou outras seis séries, totalizando 700.000 carnês, vendidos a NCr$ 5,00 (cada qual com 12 prestações no mesmo valor). Outros clubes, posteriormente, adotaram a mesma prática, inclusive pressionando o São Paulo a romper sua patente. Os carnês concorrentes não vingaram, e o Tricolor, então, se comprometeu a repassar-lhes uma quota de seus ganhos.

Com as finanças em dia, o que o São Paulo não pôde realizar em 8 anos, o fez em 2. Ao custo de NCr$ 6.890.000,00, em 20 de dezembro de 1969 o estádio enfim foi concluído. Só faltava a festa para a entrega da obra concluída, que aconteceu de 25 de janeiro de 1970.

Realmente, como diz Laudo Natel, a construção do Morumbi foi uma obra de igreja, realizada com o que se podia, aos poucos, pela venda de ideias, fazendo jus ao um belo subtítulo: Fé e Perseverança. As informações são do site oficial do São Paulo Futebol Clube.

Em 1994, na sede social do Estádio Cícero Pompeu de Toledo, foi inaugurado o Memorial do São Paulo. Em 1998, o São Paulo expandiu o memorial do clube para que atingisse todos os fãs do esporte em geral. As informações são do site oficial do São Paulo Futebol Clube

Imagens : Site Oficial do São Paulo Futebol Clube.






A hora de administrações mais coerentes nos clubes.

 A economia é o conjunto de atividades desenvolvidas pelas pessoas, visando a produção, distribuição e consumo de bens e serviços, tão necessário à qualidade de vida e à saúde coletiva das pessoas.

A microeconomia é o ramo da economia que analisa a atividade econômica em nível bem restrito. A microeconomia lida com questões específicas, como empresas, famílias, e a nossa sociedade.

A macroeconomia é o ramo da economia que analisa a atividade econômica em sentido de maior complexidade . A macroeconomia é uma ciencia muito mais complexa, pois lida com fatores que afetam tanto a economia de um país, quanto a economia mundial.

No Brasil, a lei de diretrizes orçamentárias tem a finalidade de orientar a elaboração dos orçamento público dos poderes da República Federativa Brasileira e também o orçamento a ser investido em seguridade social.

No Brasil, a lei de diretrizes orçamentárias também guia o orçamento das empresas públicas no Brasil.

O PROFUT é um programa do Governo Federal que foi criado para melhorar a gestão econômica dos clubes brasileiros. O PROFUT prega a implantação da administração baseada nas leis das diretrizes orçamentárias vigentes no Brasil.

A economia digital se baseia na introdução da internet, a tecnologia cada vez mais avançada e os processos digitais nos meios de produção. A economia digital se baseia na captação de recursos ao menor custo possível. 

Na empresa Riachuelo, onde eu trabalho, a economia digital já é uma realidade. O e-commerce é uma atividade comercial que se baseia na transação econômica totalmente eletrônica entre a empresa e o cliente. O e-commerce se baseia no comércio virtual de produtos, com um giro de capital ao menor custo possível.

A economia digital é uma realidade da economia mundial no cenário pós Covid 19. Os clubes de futebol terão que se adequar à nova realidade da economia mundial. Na economia cada vez mais digitalizada, loucuras financeiras irão se tornar cada vez mais dispensáveis.

Os clubes brasileiros se recusam a se adaptar a essa nova realidade. Os dirigentes dos clubes brasileiros se recusam a adequar as políticas fiscais dos clubes à nova economia mundial.

Os clubes de futebol no mundo não poderão ser um universo paralelo na economia global. Os clubes de futebol, quer nós torcedores queiramos ou não admitir, fazem sim parte da nova economia digital.

Os clubes de futebol terão que rever suas políticas fiscais. Os clubes de futebol no Brasil terão que ter políticas fiscais mais pautadas pela nova economia global.

Todos os clubes de futebol no Brasil, deverão adotar políticas fiscais mais coerentes com a nova economia pós Covid 19. Os clubes de futebol não podem se colocar à margem da sociedade na nova economia digital pós Covid 19 em todo o mundo.

Imagem : Jornal de Brasília.



Os cuidados no Jornalismo Esportivo.

 Jornalismo é coleta, investigação e análise técnica de informações para a produção e distribuição de relatórios, sobre a interação de fatos, eventos e ideias de pessoas que são notícia e que afetam a sociedade em algum grau. O Jornalismo também se aplica à ocupação, aos métodos da coleta de dados e à organização de literatura artística.

O Jornalismo esportivo é a área da profissão jornalística que apura os fatos relacionados aos esportes, como ginástica, jogos, hobbies e outras atividades de exercício físico.

Ainda que o profissional no Jornalismo Esportivo disponha de alto nível de conhecimento, o Jornalismo Esportivo lida com um alto grau de parcialidade. O alto grau de parcialidade do Jornalismo Esportivo, se deve ao fato que os jornalistas tem suas paixões por determinados clubes esportivos ou determinados atletas.

Durante 04 anos e meio, entre Agosto de 2012 à Dezembro de 2016, eu cursei Comunicação Social, com Habilitação em Jornalismo, nas Faculdades Integradas Alcântara Machado (FIAM FAAM). 

Desde que eu concluí o curso de Comunicação Social, com a habilitação em Jornalismo, em 22 de Dezembro de 2016, faço minhas atividades no blog desde Março de 2018.

Eu acompanho futebol desde criança, ainda em meados da década de 1980. Sempre procurei ter o maior entendimento possível sobre futebol, mesmo com minha deficiência intelectual.

Além de assistir futebol, eu sempre procurei estudar sobre o esporte em fontes confiáveis. Nesta semana, tivemos a polêmica sobre o comentário do ex-jogador Roger em um jogo do Flamengo na TV Globo.

O ex-jogador Roger, acabou sendo muito criticado pela repercussão do comentário no microfone da TV Globo. O Jornalismo profissional envolve a coleta, a análise técnica de apuração, visando a distribuição de relatórios de pessoas que são notícia.

Contudo, os ex-jogadores, como o ex jogador Roger, tem sim lugar de fala no Jornalismo Esportivo. O ex-jogador Roger, foi ótimo jogador, rodou em vários clubes, tem pleno conhecimento de futebol e tem lugar de fala na imprensa esportiva.

Os ex jogadores tem sim lugar de fala no Jornalismo Esportivo. Os  ex-jogadores foram atletas de alto nível, que rodaram em vários clubes, dentro e fora do Brasil. Os ex jogadores têm pleno conhecimento sobre futebol. E sendo assim. Os ex jogadores tem sim seu lugar de fala no Jornalismo Esportivo.

O corporativismo é uma ideologia política que defende a organização da sociedade por grupos corporativos com base em interesses comuns. O corporativismo tem a defesa exclusiva dos próprios interesses por parte de um grupo ou de uma categoria profissional.

Ainda que eu seja Jornalista por formação. Temos que ter cuidado no Jornalismo Esportivo. No Jornalismo Esportivo, ainda que seja importante a formação no curso de Jornalismo, não se pode excluir os ex-jogadores de futebol da imprensa esportiva.

Os ex jogadores que atuam como comentaristas, têm lugar de fala na crônica esportiva. Os ex jogadores, rodaram por clubes no Brasil e no exterior, tendo pleno conhecimento em futebol. E sendo assim. Os ex jogadores tem lugar de fala na imprensa esportiva. Temos que ter muito cuidado.

Imagem : Portal Press